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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ecos da Eleição 2010

Está no blog do Jota Parente, de Itaituba, Pará:


SEXTA-FEIRA, OUTUBRO 08, 2010

Nélio poderá ficar com a cadeira de Salame

O deputado estadual João Salame (PPS), de Marabá, está pra lá de complicado junto à Justiça Eleitoral.
Por causa de um flagrante em que um assessor seu foi preso com farto material de propaganda e bastante dinheiro, além de uma relação de eleitores, no dia da eleição, o deputado reeleito poderá não ser diplomado.
O blog manteve contato com o médico Nélio Aguiar, há poucos instantes, quando ele confirmou que esteve em Belém, onde constituiu o advogado Mauro Santos, para cuidar desse caso.
Nélio, de acordo com as informações que foram passadas a ele em Belém, tem boas chances de ficar com essa vaga, pois Salame vai ter muitas dificuldades para esclarecer os fatos que pesam contra ele.
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Ecos da Eleição 2010

Da esquerda para a direita, o segundo abraçado a Simão Jatene é Tião Miranda, ex-presidente do Sebrae nomeado pela governadora  Ana Júlia.
Tião Miranda foi eleito deputado estadual este ano pelo PTB em coligação com o Partido dos Trabalhadores.
Marabá está bem servida na defesa dos interesses regionais.

Depois dos embalos de domingo à noite...

(Sugado de Abunda Canalha)

sábado, 30 de outubro de 2010

Mais fotos do abominável cabra nordestino





É amanhã!

"Desculpem, amigos, mas vou votar no SERRA.
Cansei… Basta!
Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou e qualquer um agora se mete a comprar carne, queijo, presunto, hambúrguer, iogurte, etc.
Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite.Cansei dessa tranqueiragem.
Nos aeroportos, no tempo do PSDB era uma tranquilidade. Pouca gente pra encher o saco, pouca fila. Agora, um mundaréu de gente viajando, nao tem avião que chega, uma gentalha da classe média viajando pro exterior, deslumbrada com a viagem, com o avião, com as aeromoças. Argh! Não aguento isso. Que saudades daquele sossego bom para nós, gente seletafinanós os verdadeiros brasileiros...
Imagine esses babacas chegando na Europa, a imagem ruim que vão deixar por . Estamos preocupados com a imagem do Brasil no exterior. Transformaram os aeroportos brasileiros numa verdadeira RODOVIÁRIA!!!
Cansei de ir em shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares. O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode isso? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel agora navegam… Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de venda a juro baixo e longo prazo, todo mundo tem carro; até a minha empregada tem !!!
“É uma vergonha!”, como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em São Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro. Isso coloca um freio nessa classe média e nos pobres ainda mais.
Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Brás.
Vergonha, vergonha, vergonha… Cansei de ir em banco e ver aquela fila de idosos no caixa preferencial, todos trabalhando de office-boys.
Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou “empreendedor” no Nordeste. Pode?
Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha SP, Estadão, etc.). A coitada da “Veja” passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim da picada.
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeitoMeus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.
Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga , seu Lula
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria segundo pesquisa recente do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles?
Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim…Vou votar no Serra.
Cansei, vou votar no Serra porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC. Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o riscoQuem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.
Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido.
Quero minha felicidade de volta."
(Cortesia da amiga Virgínia Mattos)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Alô, TOAM!

Essa vai para a Torcida Organizada do Águia de Marabá, aquela que o Ferreirinha barrou na entrada do Zinho Oliveira, no primeiro jogo em que o time dele e do Galvão dançou para o ABC.





Pensando bem...


É só um raciocínio ocioso.
Mas se a chamada "super-bactéria KPC" só é contraída nos hospitais públicos e particulares - mais naqueles do que nestes - então a proibição de venda de antibióticos nas farmácias sem receita médica é só uma cortina de fumaça do governo para fugir à responsabilidade objetiva de reparar os danos morais e materiais dos infectados e seus familiares pela falta de higiene em seus estabelecimentos de saúde.

Lembranças ruins

O corpo do senador Romeu Tuma (PTB-SP), morto em 26/10, ainda estava sendo velado quando vieram à tona denúncias pelas quaisele passa para a história como mais um torturador da ditadura civil-militar (1964-1985) que ficou impune no Brasil"
Para a integrante da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, Suzana Lisboa, ao não responder por seus crimes Tuma leva consigo segredos e informações valiosas sobre mortos e desaparecidos. “Ele fazia de conta que não teve envolvimento [com a ditadura]. Ele conseguiu ficar impune e leva, com ele, um pedaço da nossa história e dados sobre nossos desaparecidos políticos”, disse à Patrícia Benvenuti, do Brasil de Fato.
Suzana é viúva de Luiz Eurico Tejera Lisboa. Preso em 1972, ele constou na lista de desaparecidos até 1979, quando seu corpo foi encontrado no cemitério de Perus, em São Paulo, sob o nome falso de Nelson Bueno.
A partir de 1969, Romeu Tuma começou a trabalhar com o delegado Sérgio Paranhos Fleury – considerado um dos maiores torturadores do regime civil-militar – no Serviço de Inteligência do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops), que passou a dirigir em 1975. Apesar do cargo que ocupou, Tuma afirmava desconhecer a existência de práticas de tortura na unidade. Da mesma forma, garantia ignorar detalhes sobre desaparecimentos e assassinatos.
A “inocência” de Tuma, no entanto, é rebatida por ex-presos políticos, que recordam bem de sua atuação enquanto diretor do Dops. O integrante do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo, Ivan Seixas, lembra que a sala ocupada por Tuma no prédio do Dops se localizava um andar acima de onde ocorriam os interrogatórios e as torturas. “Não tinha isolamento acústico. Nós [presos] ouvíamos as torturas durante noite e dia”.
esse detalhe, segundo Seixas, seria suficiente para provar o conhecimento de Tuma sobre a situação. No entanto, ele lembra que existe uma série de documentos que comprovam a participação de Tuma na orientação dos interrogatórios. “[Tuma] Não era um funcionário qualquer, era o orientador. E ele também era freqüentador assíduo do DOI-Codi [Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna], que era outro centro de tortura”.

Bolota de papel


Professor Gutemberg Guerra vai à feira da web e criteriosamente faz uma cesta básica com frases retiradas do twitter sobre o papelão de José Serra. Confira:
1) - Diretor de Tropa de Elite 2 disse que cortou cenas com bolas de papel por considerar muito violentas.
2)- Bolinha de papel - R$ 0,50; consulta R$ 150,00; tomografia R$ 600,00.  Ver o Serra Rojas fingindo, não tem preço!
3)- Irã desiste de programa nuclear ao ver o efeito da bolinha de papel.
4) - Ações da Chamex sobem e o povo passa a comprar papel desesperadamente. Serra teme uma guerra civil.
5) - Greenpeace condena atentado a Serra. A bola não era de papel reciclado.
6) - Militante que atirou a bola de papel em Serra Rojas é identificado e ficará uma semana sem recreio.
7) - Agradeço ao papai Eucalipto, a minha mamãe Chamex, e a meu irmão Chamequinho por esse momento glorioso!
8) - O povo não perdoa! Quem com pedágio fere, com bolinha de papel será ferido.
9) - Serra respira sem aparelhos!
10) - Serra é o primeiro ser humano que é avisado por telefone que está sentindo dor de cabeça.
11) - O que o Serra e o Rojas (goleiro do Chile) tem em comum? Resposta: ambos jogavam contra o Brasil!
12) - Ótimo! Nunca antes na história desse país, se viu uma bola de papel derrubar uma máscara tão perfeitamente.
13) - Dilma enfrentou a ditadura e suportou até torturas. O Serra mil caras não agüentou nem uma bolinha de papel.

Apropriação indébita

A denúncia é grave e merece a atenção do Ministério Público Estadual, dos vereadores que não integram a base do governo, e de todos os marabaenses:
Além dos vários constrangimentos que tem causado à população, o ainda prefeito Maurino Magalhães apropriou-se indevidamente de dinheiro dos servidores que possuem empréstimo consignado no Banco do Brasil, descontando-o do vencimento (vencimento? Melhor seria perdimento) e não o repassando à instituição bancária.
Resultado: assim que caiu dinheiro na conta dos devedores, o BB imediatamente descontou a parcela consignada. "Detalhe: no mês de outubro o servidor que tem empréstimo consignado em folha pagou duas vezes". 
Queixando-se de mais esta demonstração da "honestidade" de Maurino, o denunciante, que pediu reserva de seu nome para evitar perseguição, acrescentou haver servidor pedindo dinheiro emprestado para manter sua cota e a cota de sobrevivência da sua família (água, luz, comida, essas coisas que Maurino parece ignorar serem necessidades mínimas do ser humano).
Será possível que essa impunidade não tem limite?