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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Você acredita?



Detalhes do Registro de Candidatura - Prefeito
Situação do Registro
[Sobre a Situação do Registro]
CADASTRADO
(Aguardando julgamento)

Nome para urna eletrônica:MAURINO MAGALHAESNúmero:22
Nome completo:MAURINO MAGALHÃES DE LIMASexo:Masculino
Data de nascimento:06/03/1958Estado civil:Casado(a)
Nacionalidade:Brasileira nataNaturalidade:ITABAIANA / ES
Grau de instrução:Ensino Fundamental incompletoOcupação:Prefeito
Endereço do site do candidato:

Partido:Partido da República -  PR - (22)
Coligação:A MARABÁ QUE QUEREMOS
Composição da coligação:PP / PSC / PR / DEM / PT do B
Cargo a que concorre:Prefeito - (MARABÁ)
No. processo/protocolo:400-29.2012.6.14.0023 / 585682012
CNPJ de campanha:16.418.536/0001-61
Limite de gastos de campanha:   10.000.000,00
Visualizar dados da(s) eleição(ões) de:2008  
Visualizar dados do vice     Visualizar proposta de governo
Gerar PDF   Fechar

Dados fornecidos pelo candidato no processo de registro de candidaturas.  Outras informações, entrar em contato com o cartório eleitoral do município.
Seq.Descrição do bemTipo do bemValor do bem (R$)
Total: 1.180.000,00
1SITIO LOCALIZADO NO KM 05 RODOVIA PA 150Outros bens imóveis400.000,00
2XACARA VILA ESPIRITO SANTOOutros bens imóveis100.000,00
3LOTE URBANO LOTEAMENTO NOVO PROGRESSOOutros bens imóveis100.000,00
4LOTE URBANO NOVO PROGRESSOOutros bens imóveis50.000,00
5LOTE URBANO LOCALIZADO NA AVENIDA CONTORNO BAIRRO SÃO FELIXOutros bens imóveis100.000,00
6RUA MAGALHAES BARATA SEM NUMERO BAIRRO SÃO FELIX IICasa300.000,00
7CAMINHONETE TRITON 2010Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.70.000,00
8VOLKSWAGEM POLO 2012Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.60.000,00
8 bem(ns) encontrado(s).

Quer matar de fome!?

No Correio do Tocantins:

12/07/2012
 "Já tem servidor passando fome", adverte sindicalista
 

O atraso no pagamento dos servidores públicos municipais de Marabá continua revoltando o funcionalismo. O prazo legal é até o quinto dia útil do mês, mas até ontem, quarta-feira (11),  eles ainda não haviam recebido os vencimento de junho. Ademais, devido a prefeitura não ter repassado ao Banco do Brasil os valores debitados dos salários em meses anteriores, a instituição financeira bloqueou o BrasilCard, cartão que dava ao servidor poder de compra, mesmo quando o salário atrasava.

Da mesma forma e pelo mesmo motivo o Visa-Vale, cartão que funcionava como vale-alimentação, um direito adquirido pelos servidores na administração passada, também foi bloqueado, dificultando mais ainda a vida dos servidores.
Sem os salários, BrasilCard e Visa-Vale, restaria ao funcionalismo, sem dinheiro, apelar aos empréstimos consignados, aqueles descontados diretamente dos vencimentos e repassados às instituições de crédito. Porém, diante do descrédito que se instalou na administração municipal, os bancos BMG, Bonsucesso, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal suspenderam o crédito aos servidores municipais. E, para arrematar, os planos de saúde Aspeb e Unimed também suspenderam o atendimento por falta de pagamento.
Segundo José Edmilson Oliveira de Almeida presidente do Servimmar (Sindicato dos Servidores Municipais de Marabá), os únicos servidores que haviam recebido até ontem (11), foram os da Secretaria de Educação, porque são  pagos com recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). “Por enquanto, não há nem mesmo previsão, a prefeitura não deu nenhuma satisfação para o sindicato”, desabafou ele. 
FOME
“A gente fica preocupado, porque o servidor já está passando fome, as pessoas estão quase chorando sem condições para nada, porque vivem do vale-alimentação e do salário somente”, relata José Edmilson. 
Diante da situação ele propôs na Imprensa local que o servidor vá para sua secretaria, assine o ponto, mas não trabalhe. “Estamos nessa situação, infelizmente a coisa está brava”, encerra. 
O Jornal contatou a Assessoria de Comunicação (Ascom) da Prefeitura de Marabá para saber respostas sobre os problemas apresentados pelos servidores, porém a Ascom respondeu que não conseguiu contato com o secretário municipal de finanças Pedro José de Souza Freitas.
Recentemente, diante de reclamação sobre o mesmo assunto, a Reportagem do CT esteve na Secretaria Municipal de Finanças para buscar respostas com o secretário Pedro Freitas. Um servidor confirmou que ele se encontrava, mas não poderia atender e orientou que a repórter procurasse a Ascom, a qual também tentava localizar Freitas fazia três dias. (Emilly Coelho e Eleutério Gomes)

Aposto que você não sabia!...


Você conhece? Fica em Santarém.

Em O Tapajós:


Que tal um mergulho em Alter do Chão?


                             Foto: Donovani Mota

Farinha do mesmo saco

No Parsifal Pontes:

Embora diferentes, todos são iguais

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Conta o jornalista Guilherme Augusto, na sua coluna de hoje (11) no "Diário do Pará", reportando-se ao "Blog do Hiroshi", que o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS) determinou que o PPS apoie, em Curionópolis, o candidato a prefeito do Coronel Sebastião Curió, ex-prefeito do município.
O candidato do Curió é Adonei Aguiar (DEM), que usa as mesmas táticas do seu mentor para fazer política, há três meses passou 15 dias preso por imprimir e distribuir panfletos apócrifos com ofensas às autoridades judiciárias locais.
Depois tem gente que reclama quando o eleitor diz que político "é tudo igual". Tem até uns que querem ser diferentes, mas acabam fazendo tudo igual mesmo.

Bons de bola

De O Mocorongo:

Teixeira e Havelange receberam R$ 45 milhões 

em subornos

O ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, 65, e o presidente de honra da Fifa, João Havelange, 96, receberam 21,9 milhões de francos suíços (R$ 45,5 milhões) em subornos da empresa de marketing esportivo ISL. Isso está confirmado no dossiê do caso ISL liberado nesta quarta pela Justiça suíça.

A ISL foi durante a década de 1990 e o início da última década a principal parceira comercial da Fifa. Quando faliu há 11 anos, um processo judicial na Suíça demonstrou que houve pagamentos de mais 160 milhões de francos suíços para dirigentes em troca de benefícios nas negociações comerciais, envolvendo direitos de televisão e marketing.  
João Havelange, ex-presidente da Fifa, Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, e Joseph Blatter, secretário-geral da Fifa,
Apesar das acusações de envolvimento dos cartolas brasileiras --feitas pela emissora britânica BBC e pelo jornal suíço "Handelszeitung"--, o processo judicial sempre vinha sendo mantido em sigilo até agora, quando foi liberado para jornalistas que tinham entrado com ação pedindo a transparência integral dele.
Na ação, está descrito que Teixeira ganhou 12,74 milhões de francos suíços (equivalente hoje a R$ 26,5 milhões) por meio da empresa Sanud, cuja ligação com o cartola já tinha sido estabelecida por meio da CPI do Futebol, no Senado. A Renford Investments Ltd foi outra empresa, com ligações com Havelange e Teixeira, que recebeu 5 milhões de francos suíços (R$ 10 milhões). Não sabe qual a divisão do dinheiro entre os dois neste caso. 
Havelange ainda recebeu outro pagamento de 1,5 milhão de francos suíços (R$ 3,1 milhões). Essa transferência irregular ao cartola era conhecida pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, segundo o dossiê ISL. Todas essas transferências foram feitas por uma das subsidiárias da ISL de 1990 até 1998.
Mas, a partir de 1999, outra empresa do grupo ISL também passou a fazer pagamentos para a Redford. Foram pagos mais 2,465 milhões em francos suíços para a Redford, de propriedade de Teixeira e Havelange.


PARA A FIFA, SOMOS TODOS CORRUPTOS

Por Jamil Chade, jornalista - O Estado de São Paulo:
Eu, você, minha avó e mesmo um recem formado cheio de sonhos ainda. Para a Fifa, não há diferença. Somos todos corruptos e equivalentes a “Teixeiras” e “Havelanges”.
Hoje, o Tribunal da cidade suíça de Zug publicou seu processo contra os cartolas brasileiros. R$ 45 milhões em subornos passaram por suas contas em oito anos. Mas o que mais surpreende no documento não são os valores ou a constatação da obviedade da corrupção que envolvia Havelange em seu reinado.
Em um dos trechos, o tribunal relata como os advogados da Fifa tentavam convencer os juizes em uma audiência de que não viam problemas com a atitude de Teixeira e Havelange e alegavam que a proposta da Justiça de que os cartolas devolvessem US$ 2,5 milhões para os cofres da organização seria impossível de ser implementada. Entre os vários motivos para não pedir o dinheiro de volta, os advogados da Fifa apresentaram um argumento surpreendente: o de que a “maioria da população” de países da América do Sul e África tem nos subornos e propinas parte de sua renda “normal”
Cito o trecho completo do argumento dos advogados da Fifa para não ficar dúvida: “Os representantes legais da Fifa são da opinião ainda de que implementar a devolução do dinheiro seria quase impossivel. Eles justificam isso, inter alia, com o argumento de que uma queixa da Fifa na América do Sul ou África dificilmente seria aplicada, já que pagamentos de subornos pertencem ao salário recorrente da maioria da população”. Ou seja, Teixeira não devolveria o dinheiro porque, em nossa suposta “cultura”, todos temos parte da renda completada por subornos.
Não vamos confundir as coisas. A corrupção existe e é endêmica em nossa região e no Brasil, assim como na África. Mas também existe na civilizada Suíça, na gigante Siemens da Alemanha ou nos EUA.
O que une a muitos hoje em nossa região não é o fato de que recebemos um pedaço de nosso salário em forma de subornos, como insinua a Fifa. O que nos une é hoje a indignação diante dessa realidade e o fato de estarmos exaustos de ver dinheiro público enriquecendo certas pessoas.
Querer agora justificar a dificuldade em receber o dinheiro de volta alegando que somos todos assim não é apenas surpreendente como argumento legal, mas uma ousadia que o tribunal simplesmente não aceitou e chegou a ironizar. A entidade sempre soube da corrupção e mesmo Joseph Blatter era o braço direito de Havelange. E a única atitude que tomou foi a de abafar os casos cada vez que surgiam.
Quando Jerome Valcke sugeriu que o Brasil recebesse um “chute no traseiro” pelos atrasos na Copa, ele tinha razão no conteúdo, mas não nas palavras usadas. Um vice-presidente do COI chegou a me dizer que a Fifa havia sido “racista” ao fazer o comentário do “chute no traseiro”, adotando um ar de superioridade. Na época, achei que ele exagerava e que não havia lugar para racismo escancarado assim. Mas lendo agora o comentário dos advogados diante de um tribunal, começo a pensar que ele poderia ter razão.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

No Blog do Laércio:

O MAURINO E A SAÚDE EM MARABÁ

Assista ao vídeo acima, mas não deixe de ler, logo abaixo, a carta com pedido de demissão do médico cardiologista Manoel Veloso, até então lotado no Posto Pedro Cavalcante. O que o prefeito tem a coragem de dizer sobre a saúde de Marabá, em face da caótica realidade conhecida por todos que conhecem a cidade, é de embrulhar o estômago.
Manoel Veloso pediu demissão porque não aguentou mais o descaso da administração municipal que, além de não solucionar o problema da falta de estrutura e material, ainda estava deixando de pagar em dia o salário dos profissionais que se matam, fazendo o que podem, para não deixar que vidas morram à míngua.
E ainda tem gente que questiona por que muitos médicos se recusam a trabalhar em Marabá.


Imagem extraído do Hiroshi Bogéa On Line




Clique na imagem para a

História requentada


Ex-servidores do Incra são acusados por prejuízo
Após denúncias encaminhadas pelo próprio Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra),o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ações civis públicas contra dois ex-superintendentes da autarquia em Marabá (Bernardete Ten Caten e Raimundo de Oliveira Filho), dois ex-superintendentes substitutos (Ernesto Rodrigues e Jandir Mella), servidores do Incra responsáveis pelo setor de créditos e outros agentes públicos por ato de improbidade administrativa na Justiça Federal.
Em três ações, todos são apontados como responsáveis pelo desvio de um total de R$ 13,6 milhões em recursos destinados a construção e reforma de moradias em assentamentos do sudeste do Estado. Se condenados, os acusados ficam sujeitos à devolução dos valores inaplicados e desviados ilegalmente, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, além do pagamento de dano moral em razão da violação a princípios da administração pública e do prejuízo à sociedade e aos assentados que tiveram seu direito fundamental à moradia violado.
Nas ações o MPF quantifica o quanto cada um deve ressarcir aos cofres públicos, individualizando as responsabilidades.
As investigações do MPF começaram em 2011 a partir de relatórios encaminhados pelo Incra em Marabá, que no ano anterior realizou auditoria e identificou irregularidades no setor de créditos. Todos os procedimentos administrativos referentes a liberações de recursos para aquisição de materiais de construção e para recuperação de moradias construídas nos projetos de assentamentos foram analisados e uma série de fatos que comprovam os casos de improbidade foram elencados. Entre as irregularidades do assentamento Rio da Esquerda, foi verificado que, especialmente entre 2006 e 2008, foram efetivamente desbloqueados valores para construção de 948 casas acima da própria capacidade de moradia do assentamento. E de acordo com os relatórios citados na ação, dos 2.057 projetos de construção de casas aprovados ilegalmente, foram efetivamente construídas apenas 511 moradias. E foram realizadas apenas 23 reformas em habitações, apesar de ter ocorrido liberação de recursos para a reforma de 774 moradias entre 2007 e 2011.
No projeto de assentamento Juruna, mais irregularidades: foram construídas apenas 176 moradias, apesar de terem sido liberados recursos para construção de 316. E das 72 moradias entre que tinham créditos liberados  para a reforma em habitações, entre 2006 e 2010, apenas sete passaram por reformas. Além disso, das 176 moradias construídas, apenas 133 eram para clientes da forma agrária.
A ação aponta, ainda, que foram liberados créditos para a construção de 316 casas, mas o assentamento pode atender um máximo de 222 famílias. Ou seja: foram liberados recursos para a construção de 94 casas acima da capacidade do assentamento.Já no assentamento Laranjeiras, que tem capacidade para 145 famílias, foram liberados recursos para 200 casas, 55 casas acima da capacidade do assentamento, e foram construídas apenas 133 moradias.  Além disso, a investigação detectou nos procedimentos de liberação de recursos a ausência de documentos e outras ilegalidades.
Eram utilizadas notas fiscais em valores insuficientes, sem comprovação de que materiais de construção foram entregues ou sem o atesto. Os recursos eram desbloqueados sucessivamente e sem fiscalização ou qualquer vistoria nas obras. Também não havia prestação de contas regular.Ainda sobre irregularidades na atuação do Incra na região, o MPF ajuizou recentemente outra ação contra a autarquia em Marabá pela omissão do órgão em evitar e reprimir a comercialização e a ocupação ilegal de lotes de reforma agrária.
Levantamento do próprio Incra demonstrou, em 2009, que chegava a aproximadamente 15 mil o número de lotes ocupados ilegalmente na região, número maior do que o de famílias acampadas à espera de assentamento nos municípios do sudeste do Pará, que são 11 mil. Essa situação, desde então, pouco se alterou. As ações de improbidade foram encaminhadas à Justiça Federal em Marabá e ainda não têm número processual. (DOL com informações do MPF/PA)


Tudo em família


Demóstenes Torres é cassado. Ex-marido de Andressa Mendonça assumirá a vaga

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O Senado da República cassou hoje (11) por 56 votos a favor, 19 contra e 5 abstenções, o mandato do agora ex-senador Demóstenes Torres, que passa ser o segundo senador cassado, pelos próprios pares, em 188 anos de história do Senado. O primeiro foi Luiz Estevão, cassado em 2000.
> De portal da moralidade a cúmplice de contravenções
A peculiaridade do "Caso Demóstenes" é que ele era um dos expoentes da dita "bancada ética" do Senado e se acabou revelando como um dos principais articuladores políticos do esquema criminoso comandado por Carlinhos Cachoeira, desmontado pela "Operação Monte Carlo", da Polícia Federal.
> Suplente é o ex-marido da atual mulher de Cachoeira
Com a cassação, Demóstenes Torres, à luz da "Lei da Ficha Limpa", está inelegível até 2027 (8 anos após o término da legislatura para o qual foi eleito).
O 1° suplente de Demóstenes, que assumirá a vaga aberta, é o atual secretário de Infraestrutura de Goiás, Wilder de Morais, ex-marido da musa da "CPMI do Cachoeira", Andressa Mendonça.
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A vida é mesmo assim: Morais perdeu a mulher para o Cachoeira, mas em compensação, ganhou um mandato de senador e foi o único que se deu bem, até agora. (Parsifal Pontes)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Enquanto isso, também em Marabá...

Segundo um leitor, que remeteu a charge de J. Bosco, este é o quadro de candidatos à prefeitura de Marabá, depois das alianças partidárias.