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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Para ser um escritor

Na Revista Biografia

Para ser um escritor


Por Celso Sisto

O exercício da escrita, ainda que se torne uma atividade profissional, será sempre um ofício artesanal. Deixamos a pena, ficamos dependentes do computador. Mas a escrita continuou exibindo sua fragilidade, vulnerabilidade e dependência de uma série de domínios (habilidades?), que também não servem para garantir a qualidade do que vai ser escrito.

Todo mundo pode escrever, mas para ser um escritor de literatura é preciso algo mais. Estou convencido de que só se pode ser um bom escritor sendo primeiro um grande leitor! Como venho da literatura infantil, devo dizer: escrever para criança exige uma grande bagagem de leitura, sobretudo da própria literatura infantil, principalmente das obras canônicas, assim como é preciso estar reconciliado com a sua própria infância, dentre outras necessidades.

Ouço com frequência, desculpas que vão da (falsa) facilidade de escrever para crianças à necessidade de ser útil e edificante. Ninguém se lembra de argumentar sobre a necessidade de originalidade ou de considerar a literatura um trabalho de linguagem! E a técnica serve exatamente para isso. Também para assinalar aquilo que não se deve fazer. Uma escrita extremamente técnica também não funciona. O leitor não é conquistado para a obra quando ela soa “técnica demais, fria, distante”. Portanto, transformar a escrita em arte não é tarefa simples!

Gosto de pensar que o escritor tem como matéria prima “a desgraça e o absurdo da condição humana”. Isso gera interesse, causa impacto, permite ao leitor continuar lendo uma obra. Mas eu também poderia dizer isso de outra forma: é necessário fugir do óbvio. E o óbvio é muito mais persistente e reincidente do que a gente imagina.

Tenho sido levado a acreditar que o que faz de verdade um escritor é concentração, uso da memória, experimentação da linguagem, abordagem criativa do tema, ousadia na montagem da trama.

Também sou forçado a admitir que o escritor pode ser formado ou se aprimorar ao longo do caminho, mas se ele não souber dar “o pulo do gato”, será apenas mais um escrivão e não um artista da palavra.

Posso traduzir “pulo do gato” por “algo mais” ou qualquer outro termo. O que precisamos aprender, mais do que tudo é a descobrir situações que desencadeiem o nosso poder de criação, que instiguem a nossa criatividade, que nos ajudem a desentranhar a história que está oculta nas coisas.

Mas o escritor é aquele que aprendeu também a ter uma disciplina, a escrever mesmo quando não tem ideia ou vontade, a fazer perguntas ao texto o tempo todo. Se deixarmos para começar só quando a história estiver pronta e dominada, pode ser que nunca mais saíamos do lugar.

A estudiosa da literatura Marthe Robert diz que o escritor acumula as funções de sábio, sacerdote, médico, psicólogo, sociólogo e juiz. De todo modo, na minha área, o candidato a escritor costuma falhar na saída: seus conceitos de criança, infância e literatura (vá lá, com adjetivo!) infantil deixam a desejar.

Escrever, você até pode escrever o que quiser, mas daí a querer ser publicado, é outra história. O escritor tem a obrigação de saber o que dele pode ou não ser compartilhado. Portanto, perseverança é a palavra-chave de qualquer escritor.

Com isso, penso nos critérios assumidos pelo poeta Wallace Stevens para atestar a qualidade de uma obra de ficção: ela deve mudar (o leitor), deve dar prazer e deve ser abstrata (no sentido de se distanciar do lugar-comum e revelar uma “magia oculta”). Isso é tudo! Pra que mais?!

Fonte:

 Celso Sisto é escritor, ilustrador, contador de histórias do grupo Morandubetá (RJ), ator, arte-educador, crítico de literatura infantil e juvenil, especialista em literatura infantil e juvenil, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Doutor em Teoria da Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e responsável pela formação de inúmeros grupos de contadores de histórias espalhados pelo país.

NA OPINIÃO DO PREFEITO, MENTIR SÃO "COISAS DA POLÍTICA"

No Gazetando:

Quem está em greve são os trabalhadores em educação, não a comunidade.

No Jornal Opinião do Prefeito, edição dos dias 28 e 29 de janeiro de 2014, saíram as seguintes publicações na coluna intitulada Coisas da Política:




O pequeno grupo que ele diz que desequilibra a folha, que segundo o repórter Chagas Filhos referia-se "aos cerca de 250 professores com mestrado e doutorado" não existe, é uma mentira dita para ganhar ares de verdade perante a população. Os servidores da educação sabem que hoje temos apenas 6 mestres na rede publica municipal e nenhum doutor, nem o teremos nos próximos 10 anos. Como esse grupo que não existe pode está "desequilibrando as contas da SEMED? 
Outra mentira, o prefeito alega "para complementar a folha da Semed estamos tirando dinheiro que poderia ser investidos em novas escolas, na melhoria da Saúde, no asfaltamento da cidade e em tantos outros serviços importantes". O prefeito sabe que se ele retirar o dinheiro da educação para qualquer outro fim, ele será preso por improbidade administrativa, pois os recursos do FUNDEB mais 25% dos recursos próprios da prefeitura devem ser aplicados na educação, isso é uma obrigação legal, não tem como fugir dela. 
O prefeito mostra em seu jornal uma mãe dizendo que a "Greve não é justa", poderíamos da mesma forma mostrar aqui dez, vinte ou mais país esclarecidos falando o contrário, dizendo que a greve é justa. Reconhecemos que precisamos esclarecer a comunidade sobre a importância dessa greve, cuja pauta não é aumento salarial, mas garantia de direitos e melhorias nas condições de trabalho dos trabalhadores da educação, bem como uma educação pública e de qualidade; todavia, não exporemos aqui nenhum pai de família porque acreditamos que essa consciência de que a greve é justa e necessária deva partir primeiro dos trabalhadores que reivindicam os seus direitos. Quem está de greve não é a comunidade, e sim os trabalhadores em educação, a esses o prefeito não engana com seus discursos inverídico.  É triste, porém, na Opinião do nosso prefeito, mentir são Coisas da Política.

Pesquisadores da UFPA lançam amanhã um belo trabalho sobre os ex-combatentes do Pará


No Parsifal 5.4

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O Laboratório de Estudos Bioantropológicos em Saúde e Meio Ambiente da UFPA lança amanhã (29) o livro e o vídeo “Por Terra, Céu e Mar: História e Memórias da Segunda Guerra Mundial na Amazônia”. O lançamento será às 18h, na livraria da Fox, na Tv. Dr. Moraes, 584.
Os autores são Hilton P. Silva, Elton V. O. Sousa, Murilo R. Teixeira e Samuel R. Mendonça.
As obras, livro e vídeo, trazem aspectos antropológicos e históricos, informações e imagens inéditas sobre a atuação dos combatentes do Pará que formaram o contingente enviado à Europa na II Guerra Mundial, tema pouquíssimo conhecido na literatura nacional e internacional.
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Quem se interessa pelo assunto não deveria deixar de adquirir as obras, que querem preencher uma enorme lacuna da história dos combatentes do Pará na II Grande Guerra.


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Professores municipais vão à greve

João Salame e a Gestão Desastrosa do PT Estão 

Destruindo a Educação Marabaense 

MAIS DE 500 PESSOAS ESTIVERAM
PRESENTES NA ASSEMBLEIA
Mais de quinhentos trabalhadores da educação assinaram a ata da assembleia de quarta-feira, dia 22, aprovando a greve municipal. Isso prova que os trabalhadores não suportam mais a falta de rumo que tem tomado conta da educação em nosso município e estão Unidos Pra Lutar contra os desmandos desse governo que pretende retirar nossos direitos.
 O sentimento que assola a todos é de traição, fomos mais uma vez traídos por aqueles que ajudamos eleger. Defendemos um projeto político de não atacar os trabalhadores nem retirar direitos. Esse projeto está sendo rasgado por aqueles que o propuseram. Isso a categoria não aceita.
Reivindicamos a seguinte pauta:
1.       Revogação de toda a Portaria de Lotação de 2014;
2.       Garantia da Hora atividade, conforme a Lei do PISO;
3.       Pagamento imediato de todas as progressões;
4.       Garantia de nenhuma mudança no PCCRPE da Educação que signifique retrocesso nos direitos dos trabalhadores;
5.       Garantia de aprovação do Projeto de Lei nº 037, de 11 de janeiro de 2013, que concede a gratificação dos Coordenadores e Orientadores Pedagógicos, bem como do “destravamento” da gratificação da Zona Rural, que impede os trabalhadores de acumularem as gratificações de deslocamento e de Regência;
6.       Reajuste do Vale – Alimentação para R$ 300,00 incluindo a parcela do parcelamento, ou seja, R$ 242,00 + R$ 48,00, com a devida incorporação da parcela de R$ 48,00 ao final do parcelamento;
7.       Garantia da Lotação de pelo menos 02 (dois) agentes de portaria no turno da noite, de forma a garantir a Segurança do patrimônio e dos próprios servidores;
8.       Garantia da Lotação de 01 servente a cada 04 dependências da escola;
9.       Por fim, exigimos, o cumprimento integral da carta compromisso assinada pelo Prefeito em relação às promessas eleitorais;

10.   Garantia de professor auxiliar nas turmas de educação infantil e nas turmas de 1º ao 5º ano.



CONFIRA O CALENDÁRIO DA GREVE PARA A PRÓXIMA SEMANA

· Segunda-feira, 27/01 – Mobilização nas escolas: levaremos material impresso para ser distribuído a toda comunidade.

· Terça-feira, 28/01 - Reunião do Conselho de Representantes de Escola do SINTEPP;

· Quarta-feira, 29/01 – Audiência Pública

Horário: das 14:30 às 18:30

Local: Auditório da Metropolitana. Em frente ao Shopping Pátio Marabá.

· Quinta-feira, 30/01 – Ocupação da SEMED – a partir das 8:30 da manhã;

· Sexta-feira, 31/01 – Panfletagem em frente à prefeitura.

A categoria está cansada da confusão geral que tem tomado conta das políticas do governo relativas à educação. Nenhum avanço é feito, só se fala em cortes e arrocho para cima dos trabalhadores.
Dessa forma, a coordenação do SINTEPP conta com o apoio e compreensão de toda a comunidade, pois a nossa luta é por uma educação pública e de qualidade. 
Conclamamos a todos os diretores eleitos a nos ajudar na mobilização da categoria e conscientização da comunidade nessa luta que engloba todos os trabalhadores em educação. 

No campo anuncia-se o silêncio

 "O principal desafio no campo brasileiro é social, pois em todos os Estados é alarmante o abandono da atividade, sobretudo pelos moradores mais jovens" tendo como "resultado a gradual reconfiguração de uma nova sociedade rural", escreve Zander Navarro, sociólogo e professor aposentado da UFRGS, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 22-01-2014.
Segundo ele, "surpreende o imobilismo governamental e espanta a omissão do sindicalismo que deveria representar os mais pobres. Ignoram a nova urgência social - "salvar a pequena produção"! - e parecem concordes com a tendência de esvaziamento do campo e o inchamento das cidades brasileiras".

Eis o artigo (reproduzido em IUH):

“Novos estudos internacionais vêm revelando os impactos da recente crise econômica mundial na agropecuária e nas sociedades rurais. São conjunturas dramáticas sob as quais se impõe a lei da selva, pois os governos hesitam e as estruturas de proteção social se enfraquecem ante os inevitáveis conflitos em torno do acesso aos recursos. Corroída a legitimação da autoridade, a instabilidade econômica e a insegurança política se aprofundam. É quando os mais fortes tendem a prevalecer.
As pesquisas demonstram tendências similares em curso na agricultura dos Estados Unidos e no conjunto dos 27 países da União Europeia. São regiões que realizaram censos agrícolas pós-2008, permitindo avaliações comparativas dos efeitos do trauma econômico no mundo rural. Entre inúmeras conclusões, eis algumas: concentração da produção, o peso da tecnologia se torna decisivo, o assalariamento quase desaparece e, também, os chamados produtores médios vão sendo encurralados, diante do avassalador domínio das propriedades de larga escala. O rural encolhe e, com a escassez da mão de obra, discute-se até o uso de robôs no ciclo produtivo. Mas nas duas regiões cresce o número de micropropriedades, em razão de entrantes que não são agricultores, mas cidadãos urbanos que aspiram a ter um "pé na natureza" - ou, então, porque fogem da crise.
E o Brasil? Estaria o País observando as mesmas mudanças? As pesquisas não são conclusivas nem temos ainda os censos para comparação. A crise econômica, no caso específico da agropecuária, não produziu efeitos negativos, pois os preços dos alimentos no geral subiram ao longo dos últimos anos, beneficiando os produtores, assim como expandimos nossas exportações e cresceu a demanda interna. Cada vez mais concentrada, a agricultura brasileira afirmou-se como uma operosa máquina de produção e acumulação de riquezas, salvando os saldos comerciais e contribuindo decisivamente para a manutenção da estabilidade macroeconômica, mesmo nos momentos mais graves da crise.
Se o desempenho produtivo, tecnológico e financeiro foi espetacular nesse período, também teria sido assim sob outros focos? De fato, o principal desafio no campo brasileiro é social, pois em todos os Estados é alarmante o abandono da atividade, sobretudo pelos moradores mais jovens. A pobreza persistente, o acirramento concorrencial que concentra a produção, a atração do emprego urbano e as facilidades migratórias são alguns fatores que têm contribuído para o êxodo do campo. O resultado é a gradual reconfiguração de uma nova sociedade rural. Quem estaria permanecendo nessas regiões?
Primeiramente, o maior grupo social: um conjunto envelhecido formado pelos "pobres do campo" com acesso à terra. Constituem a vasta maioria, mas parte expressiva dos membros jovens das famílias foi embora, deixando para trás, quase invariavelmente, um casal de idosos que vive de aposentadoria ou de algum auxílio estatal. Talvez em um decênio, contudo, é geração que passará, deixando imensa lacuna demográfica e promovendo a desertificação populacional em nosso vasto interior.
Numericamente, o segundo agrupamento mais expressivo é formado por uma típica classe média de pequenos produtores com algum grau relevante de integração econômica e moderna atividade produtiva. Se os primeiros, em maior proporção, moram no Nordeste rural, esse segundo grupo ocupa propriedades, particularmente, no Centro-Sul. Respondem pela maior proporção da produção de diversos ramos, da avicultura à floricultura, da suinocultura à produção de vários tipos de frutas, da horticultura à fumicultura. Mas atenção: embora agricultoras, essas famílias já moram em grande número nas cidades e encontram bloqueios crescentes na sucessão familiar, pois seus filhos nem sempre querem assumir o negócio.
O terceiro conjunto a destacar é formado pelos assalariados rurais, usualmente sem terra. São trabalhadores que vivem uma situação curiosa: os salários estão subindo, mas também crescem as exigências do ofício, cada vez mais especializado, pois a agricultura tecnologicamente avançou muito.
Como são trabalhadores de baixíssimas escolaridade e capacitação profissional, a maior parte vai engrossando as correntes migratórias que deixam o campo. E assim, com a redução da oferta de mão de obra, os salários sobem ainda mais e os empregadores, gradualmente, vão trocando por máquinas o trabalho manual que antes prevalecia. A consequência é uma notável onda de mecanização que vai transformar ainda mais a face agrícola do Brasil.
Há ainda um reduzido estrato: são os endinheirados, mas não necessariamente os super-ricos, como às vezes se apregoa. Parte é uma classe média rural com rendas mais altas e parte, a burguesia agrária. Moram nas cidades, mas supervisionam seu negócio. São produtores que enfrentam iguais problemas de sucessão na atividade, pois seus filhos, quase sempre educados em outras profissões, não se interessam pelo campo.
Sobrariam outros grupos menores, como comunidades indígenas e quilombolas. E há os assentados, que deveriam ser expressivos. Afinal, seria um conjunto de 1,25 milhão de famílias em 8,8 mil assentamentos, ocupantes de 88 milhões de hectares, quase equivalentes à área total de Mato Grosso. Mas a reforma agrária é um rotundo fracasso: boa parte dos beneficiários desistiu, deixando rarefeitos os assentamentos, em especial do meio do País "para cima", sobretudo no Nordeste e no Norte.

Confrontado com esse inquietante contexto de mudanças, surpreende o imobilismo governamental e espanta a omissão do sindicalismo que deveria representar os mais pobres. Ignoram a nova urgência social - "salvar a pequena produção"! - e parecem concordes com a tendência de esvaziamento do campo e o inchamento das cidades brasileiras. Cada vez mais, as regiões rurais perdem vozes e ganham o silêncio.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Rolezinho na Europa

Nosso prefeito João Salame segue em breve para dar um rolezinho na Itália e Alemanha, seguindo os passos de Maurino Magalhães.
Como diz um leitor, "em busca de técnicas para reciclagem do lixo em Marabá. Quer dizer, no Brasil não existe nenhum modelo que sirva pra cá.."
Aliás, Salame publicou edital no Diário Oficial do Estado anunciando a contratação de empresa para "execução de 2.283,72 metros" (assim mesmo!) de pavimentação asfáltica na zona urbana.Essa tucanagem linguística aí significa apenas 2,283 quilômetros dos 500 prometidos.
Que bom!

Ordem na casa da mãe Joana




No Pará, de uma canetada o juiz da 51ª Zona Eleitoral de Rondon do Pará, Gabriel Costa Ribeiro, condenou o governador Simão Jatene (PSDB) por abuso de poder político e tornou-o inelegível até 2020. Na mesma barca foram condenados o prefeito de Dom Eliseu, Joaquim Nogueira Neto (PMDB) e seu vice Gersilon Silva da Gama; o ex-prefeito Raimundo Euclides Santos Neto, o Quidão, e o presidente da comissão provisória do PSDB de Dom Eliseu, Jhonas Santos de Aguiar.

Na quinta-feira, o Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o ex-secretário de Jatene, Sydney Rosa, por irregularidades na gestão de recurso para implantação de aterro sanitário quando prefeito de Paragominas.

Sintepp convoca

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará - SINTEPP convoca todos os trabalhadores da Rede Municipal de Ensino de Marabá, para uma grande Assembleia Geral a ser realizada na próxima quarta-feira, dia 22/01/2014, na qual trataremos da seguinte pauta:
  1. Portaria de Lotação da SEMED;
  2. Piso Salarial;
  3. Reajuste do Vale Alimentação;
  4. Situação dos Readaptados;
  5. Lotação dos Coordenadores do Mais Educação.
  6. Lotação do pessoal de apoio (agentes de serviços gerais, agentes de portaria, merendeiras)

A presença de todos é importante, por isso pedimos que ninguém falte.

Reage, Belém!

No Blog de Salomão Laredo

O ARQUITETO PAULO CAL, DECLARA: ...”SENHOR DUCIOMAR, A GENTE VAI LHE COBRAR O QUE VOCÊ FEZ COM ESTA CIDADE...”.

O ARQUITETO E URBANISTA PAULO CAL EM ENTREVISTA AO JORNALISTA MAURO BONNA, PUBLICADA NO JORNAL DIÁRIO DO PARÁ, EDIÇÃO DO DIA 12 DE JANEIRO DE 2014, NO CADERNO A-4BELÉM, faz importantes ponderações, observações, denúncias, análises, mostra, escancaradamente como está Belém, a administração pública e faz sugestões. Chama atenção, Paulo Cal, que ano passado a sociedade civil fez passeatas reivindicando o não aumento do ônibus e que as empresas, mesmo sem o reajuste, continuam com os ônibus nas ruas. Para o leitor deste espaço ficar por dentro, publicamos alguns excertos da importante entrevista. Leia!!!

 
ENGANADOS PELOS ADMINISTRADORES
 
 
TODOS SAEM RICOS DA PREFEITURA E A CIDADE NÃO TEM NADA
 


  
O QUE FAZ A FIEPA?
 
 
PARA ENGANAR A POPULAÇÃO
 
 
ENGANADOS POR MEIA DÚZIA DE POLITICOZINHOS

 
O ÔNIBUS  CONTINUOU CIRCULANDO

 
 
 
 
 

As agruras do Judiciário

Em reunião esta semana com a desembargadora Luzia Nadja Nascimento, presidente do Tribunal de Justiça do Estado, os presidentes das subseções de Marabá e Redenção, Haroldo Gaia e Carlos Eduardo Teixeira, respectivamente, pleitearam a criação de mais três Varas Civis neste município mas não tiveram êxito: o TJE alegou necessidade de estudo da viabilidade econômica da medida, e propôs, como solução paliativa, designar dois juízes substitutos para as três varas aqui existentes.
Advogados locais questionam a medida. Para eles, os substitutos deveriam ser três, até porque dos que já foram mandados – doutores Daniel e Wilker – só ficou o primeiro – o segundo já teria pedido demissão.
Enquanto isso, dezenas de processos acumulam-se no Fórum, sem apreciação, desde que os titulares da 1ª e 3ª Varas Cíveis juraram suspeição em autos chancelados por três promotores públicos e diversos advogados, e que aguardam ordem superior de redistribuição – portanto, sem data para as necessárias audiências.
Vale lembrar, noutro ângulo, que diariamente profissionais do direito retornam frustrados do Fórum, sem acesso a seus processos, porque o sistema on line – NavegaPará – simplesmente não funciona.