Pages

sábado, 26 de janeiro de 2013

‎"A JUSTIÇA DO PARÁ JÁ DECIDIU QUE TENHO DE SER CONDENADO E PONTO FINAL"






Segue a mais recente nota de Lúcio Flávio Pinto a respeito da ação movida contra o jornalista pelos Maioranas

O MEU PROCESSO

Lúcio Flávio Pinto

Sou muito grato às pessoas que expressaram sua solidariedade à minha causa e àquelas que manifestaram interesse pelo meu “caso” judicial. Como a questão jurídica é complexa e esse complicador natural foi agravado pelo modo de proceder do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, presto à opinião pública informações que a ajudarão a bem acompanhar a situação atual e sua evolução.
Ainda não há uma sentença condenatória contra mim no juízo singular, que recebeu e ainda processa ação de indenização proposta contra mim por Romulo Maiorana Júnior e Delta Publicidade, o principal executivo e a firma proprietária de O Liberal, jornal diário das Organizações Romulo Maiorana, que controlam o maior império de comunicação do norte do país, afiliado à Rede Globo de Televisão.
O que houve foi que o segundo juiz a instruir o processo, Mairton Carneiro, decidiu encerrar a instrução e decidir antecipadamente a lide. Negou-me o direito de serem ouvidas minhas testemunhas e a produção de provas que requeri. Os dois instrumentos já haviam sido deferidos pela magistrada que o antecedera.
Para não protelar o andamento do processo, desisti das testemunhas, mas mantive a exigência dos documentos. Eles eram as demonstrações financeiras de Delta Publicidade referentes aos exercícios de 2004 e 2005, acompanhadas dos documentos legais. A prova devia ter sido produzida pelos autores da ação.
Eles alegaram “perda de capital” em função do artigo que escrevi no meu Jornal Pessoal, com o título de “O rei da quitanda”. A perda seria equivalente a 300 salários mínimos, o mesmo valor dos danos morais dos quais também se queixam (no total, quase 410 mil reais de hoje, sem os acréscimos legais). Se houve mesmo perda de capital, ela teria que ser apontada entre um e outro exercício, já que o artigo é de 2005.
Romulo Jr. e Delta se recusaram a fornecer os documentos. Foi o que declararam em plena audiência, diante do juiz, caracterizando a desobediência judicial. Seu representante chegou a dizer que desistiria do dano material se fosse obrigado a abrir suas contas e documentos que as instruem. Por quê? Quem acessar o Diário Oficial do Pará e buscar esses balanços, já por sua simples visualização, entenderá as razões da recusa.
O tribunal declarou a perda do objeto do meu recurso contra essa decisão porque a quarta juíza na instrução processual já teria acolhido o meu pedido. Mostrei não ser verdade: foi deferida a apresentação de apenas um dos balanços, não o seguinte, que permitiria a comparação. Nem se mostrava disposta a enfrentar a reação dos autores da ação.
Além de declarar a perda do objeto da minha ação, o tribunal também decidiu não acolher o recurso porque eu não juntara a procuração dos advogados do Maiorana e da Delta. Ignorou, na apreciação dos meus três recursos, a Certidão de Intimação do diretor de secretaria da 6ª vara cível, que, consultando os autos do processo, em seu cartório, disse que lá constava o instrumento de mandato outorgado pelos autores da ação em favor do advogado Jorge Borba Costa. O documento está às folhas 19 do processo. Mas os relatores dos recursos na 3ª câmara cível isolada do TTJE não tomaram conhecimento dele. Continuaram a proclamar que procuração não havia.
A cada nova negativa eu voltava com as provas devidas da contradita, mas sem qualquer sucesso. Até que, na última rejeição, publicada no dia 22, os relatores da recusa ao seguimento dos meus recursos (especial e extraordinário) foram buscar novos motivos de direito, deixando de lado os fatos.
A justiça do Pará já decidiu que tenho que ser condenado e ponto final. Não está disposta a considerar o que digo, o que fulmina a razão de ser da justiça num verdadeiro estado democrático de direito: a garantia ao contraditório e à mais ampla defesa. No Pará, ao menos para mim, foi abolido o devido processo legal.
Ainda não, porém. Cabe um último recurso: um novo agravo para que o recurso especial suba a Brasília e seja apreciado pelo Superior Tribunal de Justiça e o recurso extraordinário vá ao Supremo Tribunal Federal. A justiça do Pará encerrou sua participação nesta etapa do processo. Cabe-lhe apenas verificar se meu agravo atende as exigências legais para ser recebido e mandar a outra parte se manifestar. Feito isso, deslocará os autos para Brasília, onde prosseguirá a contenda.
Ainda há, portanto, muito caminho a percorrer e barreiras a ultrapassar. Espero conseguir em Brasília o que não foi possível em Belém: a justiça. Se ela não vier nessa instância, o processo voltará para a decisão no juízo de origem da ação, onde será proferida a sentença e de novo será preciso seguir as estações recursais (e de martírio) da justiça paraense, enfrentando as vontades preconcebidas, os interesses escusos e a volúpia repressiva daqueles que não querem ver a democracia plenamente restabelecida no país.
Espero ter ao meu lado todas as pessoas que se têm manifestado para enfrentar outra vez tais adversidades e adversários. Se tudo foi vetado no plano das coisas imediatas, a utopia ainda subsiste como luz projetada sobre o futuro. E nós a seguiremos.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Seleção: nostálgica e meia-sola


Não apenas José Maria Marin, presidente da CBF, era contra a convocação de Julio Cesar pelo técnico Luis Felipe Scolari: também Ricardo Teixeira, quando comandava a entidade, garantia que, por ele, o goleiro jamais voltaria à seleção. Não engolia a falha de Julio Cesar no jogo contra a Holanda, na Copa de 2010. No contrato com Felipão, há uma clausula que impede quaisquer dirigentes de opinar na convocação de jogadores, a favor ou contra.
Particularmente, a seleção de Felipão me parece meio “saudosa maloca”, onde caberiam ainda Romário, Ronaldo, Zico e, claro, Pelé.    

Águia: saco de pancada aos 31 anos



Galvão, Ferreirinha e outro dirigente nâo identificado,
ajeitando o Águia para "servir" ao Clube do Remo
No recente 22 de janeiro, o Águia de Marabá completou 31 anos de idade, dos quais a 14 como profissional.  Para comemorar, empatou duas em casa, apanhou do Paysandu (x2) e do São Francisco  santareno (2x1). Ferreirinha, o presidente perpétuo, admite que o time vai de mal a pior. “Mas o Galvão fica como técnico”, repetiu. Ou seja: quem não presta mesmo é o time.
Pense!...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

No Aurismar Queiroz:



NOTA DE ESCLARECIMENTO

Estive hoje com o Humberto, o técnico da Semed responsável pelo operação do sistema de internet que atende toda a secretaria. Ele esclareceu o fato do bloqueio de nossa página nos computadores da Semed. A linguagem é técnica demais, por isso vou resumir a explicação. Segundo ele, a secretaria tem instalado um filtro para impedir acesso às redes sociais, para impedir o uso indevido do pacote de internet pelos servidores, assim como alguns laboratórios de informáticas usam. Todos os blogs que possuem link direto para o YouTube foi pego por esse filtro, incluindo o GAZETANDO  e o HIROSHI BOGÉA ON LINE. "Trabalhei ontem até às 04:00 horas da manhã para resolver esse problema". Já está resolvido, a galera tem livre acesso. Valter, diretor do DEPEP explicou que esse bloqueio já existe desde o ano passado, só que o blog ainda não havia caido no filtro. Tudo certo, tudo esclarecido. E viva a democracia, e viva a liberdade de expressão!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Censura na Semed

No Aurismar Queiroz:


RETALIAÇÃO AO BLOG DO AURISMAR E AO HIROSI BOGEA

Desde o dia 21/01 que recebo ligações de companheiros que trabalham na Semed nos informando que o acesso ao nosso blog foi cancelado nos computadores daquela secretaria. Imaginava eu que essa fosse uma medida a todos os blogs da cidade. No entanto, estive lá hoje e pude verificar que essa restrição está relacionada apenas a dois blogs ao GAZETANDO e ao HIROSHI BOGÉA ON LINE. O que caracteriza uma clara retaliação a essas duas páginas, de longe as duas mais acessadas atualmente pelos servidores. Fica aqui o nosso repúdio a essa medida chavista.



Tribunal mantém inelegibilidade do prefeito eleito de Monte Alegre (PA)

Tribunal mantém inelegibilidade do prefeito eleito de Monte Alegre (PA)

A 6.ª Turma, nos termos do voto do relator, juiz federal convocado Marcelo Dolzany, negou pedido de liminar a Jairo Vasconcelos Carmo, prefeito eleito do município de Monte Alegre, no Pará. O recorrente pretendia afastar a causa que gerou sua inelegibilidade, no caso, decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que reconheceu sua responsabilidade solidária em prestação de contas decorrente de repasse de verbas de programas executados por seu secretário de saúde.
Justiça Eleitoral/STF - Jairo Vasconcelos Carmo teve o registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral. Na primeira instância o então candidato teve o registro concedido. Contudo, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), ao analisar o pedido de registro de candidatura, veio a decidir de forma contrária, declarando-o como “ficha suja” em razão de irregularidade na prestação de contas de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele, então, entrou com recurso especial junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que manteve a decisão do TRE/PA. A decisão da Corte Superior eleitoral motivou-o a ingressar com recurso extraordinário no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em 28/12/2012 o candidato apresentou medida cautelar no STF para dar efeito suspensivo a seu recurso extraordinário. Na ocasião, o presidente de plantão negou o pedido de liminar no dia 4/1/2013.
Justiça Federal – A defesa do prefeito eleito entrou com ação anulatória perante a Justiça Federal requerendo a anulação do acórdão do TCU e a exclusão de seu nome como condenado ao pagamento da multa, sob o argumento de que “não há elementos que indiquem ter ele agido com dolo ou culpa e que quem versou os recursos foi o secretário municipal de saúde”. Alegou também ter havido vício de forma na produção do acórdão do TCU.
Em 10/12/2012 o Juízo de primeiro grau, ao analisar a ação anulatória, mesmo reconhecendo o risco de demora, não viu plausibilidade na tese do autor quanto a vícios de forma na produção do acórdão do TCU do qual resultou a causa de inelegibilidade. Inconformado, recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, onde o teve o pedido julgado pela 6.ª Turma.
Decisão – O relator, juiz federal convocado Marcelo Dolzany, destacou que o prefeito eleito de Monte Alegre litiga em dois flancos: no STF busca afastar sua inelegibilidade, na Justiça Federal tenta desconstituir o acórdão que prejudicou seu registro de candidatura. “As datas acima confirmam que sua intenção, na verdade, é barrar, mediante antecipação de tutela, os efeitos da coisa julgada do acórdão do TCU”, explicou.
O magistrado ressaltou em seu voto a importância de manter a coerência entre os diversos órgãos do Poder Judiciário com o intuito de evitar decisões conflitantes. “No caso, um juízo positivo deste relator e o juízo negativo provisoriamente adiantado no órgão de cúpula do Poder Judiciário nacional levariam a conflito inconcebível dentro do sistema de preservação da autoridade das decisões a quem definitivamente caberá analisar a causa de pedir”, asseverou Marcelo Dolzany.
Assim sendo, finalizou, “não vejo como possa adiantar ao agravante a mesma tutela recursal que o STF lhe denegou”.
Processo n.º 0079936-89.2012.4.01.0000

Brasil: Contra a liberdade de expressão

No Parsifal Pontes:


Brasil se alinha a países totalitários para impor censura na internet

Só agora tive acesso aos relatórios da conferência, realizada em dezembro passado em Dubai, que debateu a atualização do tratado internacional das telecomunicações.
A peça de resistência foi a internet. Acalorou os embates as hipóteses da rede ser regulada por tratado internacional ou por delegação à ONU: as duas coisas seriam um desastre.
Shot002
A delegação brasileira se alinhou à China, Rússia, Irã e Afeganistão e defendeu a regulação tanto por tratados quanto por delegação à ONU.
> Os EUA vetaram
Os EUA se recusaram a chancelar o documento final, o que funcionou como um veto. Mas não fizeram isso por bondade: não querem abrir mão do comando exercido pelo ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), que detém o controle formal da rede e é controlado por eles.
> Fiscalização dos pacotes
Um dos pontos propostos na regulação, e com qual o Brasil concordou, seria uma espécie de censura através da “Deep Packet Inspection” (Inspeção Profunda de Pacotes), que já é usado para sistematizar o tráfego, mas que nos países com vocação totalitária, serve para fiscalizar o conteúdo do tráfego.
> Sou contra
Sou radicalmente contra qualquer tipo de regulação da liberdade de expressão e qualquer quebra de sigilo, feita a priori, apunhala o princípio universal da inviolabilidade postal. Restrições à entrega do pacote virtual, pelo conteúdo que nele trafega, é censura prévia.
Recuso teses que imponham limites à liberdade de expressão. O que deve ser regulado, e isso já o é, é a responsabilidade civil e penal de quem a exerceu e ponto final.
É uma pena que o Brasil tenha ido tão longe discutir algo tão importante e ao cabo alinhar-se a países totalitários.
Temos que reagir ou voltaremos aos tempos da ditadura, quando para usar aRENPAC (Rede Nacional de Pacotes) tínhamos que levar quilos de documentos para receber um login.
Shot001

As regalias de Rosemery Noronha


Blindagem oficiosa a Rose lhe dá até direito a entrar e sair do fórum pela garagem para despistar a imprensa

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net 
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net  
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net 

Mesmo indiciada por formação de quadrilha, falsidade ideológica, tráfico de influência e corrupção ativa, Rosemery Nóvoa Noronha continua com privilégios dignos de uma ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo que é a melhor amiga do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rose conseguiu permissão especial para entrar e sair pela garagem do Fórum Criminal, sem ser vista pela imprensa, sempre que for prestar depoimentos.

Embora o procedimento seja absolutamente dentro das normas, indica que Rose recebe tratamento especial como investigada na Operação Porto Seguro. A cada 15 dias, Rose tem a obrigação de se apresentar à juíza Adriana Zanetti, da 5.ª Vara Federal Criminal. Mas não se sabe se ela entregou à Justiça o Passaporte diplomático que sempre usou nas viagens que fez sozinha ou acompanhando o chefe Lula – que até agora sequer foi convidado a prestar esclarecimentos sobre o comportamento da afilhada e sua relação pessoal ou de “trabalho” com ela.

Nos bastidores petistas e no governo, a orientação é anular ao máximo qualquer exposição de Rose – principalmente no noticiário. A mídia amestrada pelas grandes verbas oficiais já vem noticiando o mínimo ou nada do Rosegate. Além disso, nenhuma das suspeitas sobre ações de negócios e viagens ao exterior fora da agenda oficial de Rose deverão entrar no processo da Operação Porto Seguro.

A interpretação do privilégio é bem clara. Como Rose ocupou uma posição na escala mais alta do poder, como melhor amiga e pessoa da mais elevada confiança do ex-Presidente da República, a pseudo-lógica da quase anomia vigente no Brasil lhe concede o suposto direito a uma blindagem. Nada custa lembrar que esta mesma proteção, em nome do interesse do Estado, da segurança nacional ou da conjuntura econômica, serviu, direitinho, para o nome de Lula ser mantido bem longe do escândalo do mensalão – embora, injustamente, toda culpa tenha sido imposta, pela teoria do domínio do fato, a José Dirceu – que era o ministro-chefe da Casa Civil colado em Lula.

A divina amiga do endeusado Lula já prestou depoimentos “bem longe dos olhares profanos da imprensa” nos dias 7 e 21 de janeiro. Apesar de todas as evidências contra ela, Rose sequer foi detida nas primeiras-horas da operação Porto Seguro. E nem será depois, pois o caso, quando virar processo, deve demorar os costumeiros quase dez anos para ser julgado. Da primeira instância até os infindáveis recursos ao Superior Tribunal de Justiça e, depois, ao Supremo Tribunal Federal, ao providencial transcorrer de uma década, os eventuais crimes praticados já terão compensado pela lentidão na aplicação da pena.

A defesa de Rosemary alegou que ela vive com trauma da exposição a que vem sendo submetida desde o estouro da Operação Porto Seguro, em 23 de novembro. Por isso Rose conseguiu o direito a entrada e saída pelas portas dos fundos do Judiciário. É como se a apadrinhada de Lula fosse um diamante raro que precisa ser protegido dos olhares da mídia e da sociedade, e não como alguém que terá de responder à Justiça como suposta líder de um megaesquema de compra de pareceres técnicos de órgãos federais. O tratamento especial dispensado a Rose fere qualquer princípio de igualdade, isonomia.

Para que o caso dela não aparecesse como um privilégio, o Judiciário até deu um jeitinho. A Coordenadoria do Fórum Criminal Federal de São Paulo editou a portaria 6/2013. A regra prevê que qualquer juiz poderá solicitar “o isolamento temporário e extremamente necessário dos acessos e/ou passagens pelos corredores e halls das entradas principais e dos elevadores, com apoio da Seção de Segurança do Fórum e até de reforço policial, a fim de garantir e preservar a integridade física das partes envolvidas nos autos dos processos”.

O texto da portaria também recomenda aos jornalistas que tiverem interesse em fazer imagens na parte interior do fórum com câmera de vídeo, máquina fotográfica ou similares “devem requerer autorização prévia via petição aos respectivos juízos das varas”.

Protesto indevido

A petralhada usa um argumento estúpido nas redes sociais para tentar minimizar os efeitos negativos da antipremiação concedida a Lula, por voto popular virtual, no último domingo: o Troféu Algemas de Ouro 2012.

Os fanáticos seguidores do anti-homenageado chefão da Rosemary alegam que Altamir Tojal, que é ligado ao PSDB e ao Instituto Millenium, foi o responsável pelo movimento 31 de julho que deu a “honraria” a Lula e organiza passeatas contra o PT.

A grande pergunta a se fazer aos petralhas é: por acaso a presença ou não do Tojal no evento tira os méritos do dourado algemado virtual?

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Trambiqueiros "federais"

No ContrapontoMarabá:


Operação Bloqueio da PF prende sete em Parauapebas, Brasília, BH e São Luiz

A Polícia Federal desarticulou hoje (22/1) em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Parauapebas (PA) e São Luiz (MA) uma quadrilha que tinha como alvos servidores federais aposentados.
Executando a Operação Bloqueio, equipes de policiais federais saíram às ruas pela manhã para desbaratar a quadrilha especializada em aplicar golpes em servidores públicos federais. Os estelionatários se apresentavam como funcionários do CNJ, desembargadores, juízes, procuradores e advogados para solicitar às vítimas depósitos de determinadas quantias. Os golpistas alegavam às vítimas que os valores correspondiam a custas judiciais ou, até mesmo, honorários advocatícios de processos judiciais que as beneficiariam.
Para realizar a fraude os golpistas possuíam arquivos contendo dados pessoais dos servidores públicos (RG, CPF, telefone, endereço etc). Com estes dados os estelionatários conseguiam, além de estabelecer um vínculo de confiança, se passar por funcionários do Poder Judiciário, detentores de informações privilegiadas.
O inquérito que resultou na Operação Bloqueio foi aberto por requisição do Conselho Nacional de Justiça, que encaminhou denúncias feitas à Ouvidoria do CNJ. A ouvidoria recebeu e encaminhou à Polícia Federal mais de 100 denúncias envolvendo os golpistas.
Ao longo das investigações foi possível identificar sete integrantes da quadrilha. As prisões dos criminosos ocorreram em Brasília, Belo Horizonte, São Luíz e Parauapebas. Além dos mandados de prisão temporários expedidos pela 10ª Vara da Justiça Federal da Seção Judiciária do DF, também foram concedidos três mandados de busca e apreensão, todos no Distrito Federal.

Para Galvão, que são mais cinco anos de taca?




Em 2012, o Águia apanhou de 6x1 pro Paysandu;
Em 2013, tomou de 6 x 2.
Se continuar a lógica, em 2014 será 6x3;
2015, 6x4;
2016, 6x5;
E só em 2017, o João Galvão e sua equipe 
(que, segundo ele, nem chega a “mais ou menos” 
e na qual está só próprio filho) 
talvez consigam um empate.
-----------
Vai pra tua casa, Galvão!