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sábado, 7 de janeiro de 2012

Acidente é fruto do descaso com a Transmangueira

No Correio do Tocantins on line


07/01/2012
 Manifesto por quebra-mola fecha "Transmangueira"

O trecho de 900 metros da Avenida Transmangueira que corta o Bairro Santa Rita, na Marabá Pioneira, e às margens do qual vivem cerca de 200 pessoas, foi de meia volta na manhã de ontem, sexta-feira (6). É que os moradores da localidade resolveram, de uma hora para outra, interditar a via, fazendo um verdadeiro fogaréu a céu aberto, com paus, pneus e restos de móveis. Eles exigiam a presença do poder público e a colocação de quebra-molas no local.

Quem pretendia passar da Velha à Nova Marabá ou vice verso, pela Transmangueira, teve de queimar gasolina em ao menos 14 quilômetros de “passeio” forçado, pegando a Rodovia Transamazônica (BR-230), o que deixou muitos condutores irritados.
O agente de trânsito Ademar Dias esteve na local do bloqueio e declarou à Reportagem que os moradores estavam com razão em fazê-lo, já que ao longo da história da Transmangueira muitas vidas foram perdidas por excesso de velocidade. “Temos consciência de que é preciso sinalização no local”, reconheceu o agente do DMTU.
HORÁRIO DE PICO
O ponteiro do relógio marcava 8 horas, vários condutores precisavam chegar a seus destinos, e trabalhadores, a seus postos. Filas de carros se formavam de ambos os lados da pista, mas ninguém passava pela fogueira extemporânea que tomava os cinco metros de largura da pista, nas proximidades de uma náutica.
A motociclista Maria Aparecida ficou superchateada e não concordou com a atitude. “Isso não resolve, só atrapalha a vida das pessoas. Os manifestantes deveriam reivindicar diretamente à prefeitura, e não prejudicando os outros”, reclamou.
Natanael Fernandes, motorista, desabafou: “Tá tudo errado”. Por quê? Ele indica. “Eles deveriam queimar tudo na porta da prefeitura ou do DMTU. Fazer uma coisa dessas numa via tão importante e em horário comercial não tem mesmo como apoiar”, indica.
Por outro lado, seu Ciro Antônio da Silva, morador da beira da Transmangueira, intitula-se “vizinho da morte”, por já ter visto de perto três acidentes e quatro pessoas se acabarem na avenida devido à falta de sinalização. Apoiador incondicional da manifestação, ele reivindica quebra-mola para o local.
QUEBRA-MOLA RESOLVE?
“Queremos faixa de pedestre, sinalização e quebra-mola. Enquanto não tivermos, vamos protestar até que as autoridades se sensibilizem”, reclamou a vizinha dele, Neci Lima.
Para Oswaldete Barbosa dos Santos, quebra-mola não resolve a falta de educação no trânsito nem breca velocidade. Para justificar, ele lembrou as quatro lombadas feitas pelos moradores no trecho da avenida na Nova Marabá as quais não foram suficientes para evitar que o cantor Marcelo Mohry e um amigo fossem atropelados e perdessem a vida. “Os moradores deveriam procurar o poder público e resolver isso porque, da maneira como estão fazendo, acabam atrapalhando a vida de quem quer e precisa trabalhar”.
“É uma palhaça. Fazer protesto a esta hora, no meio da rua. Por que não vão fazer isso lá em frente à prefeitura? Aqui, problema nenhum vai ser resolvido com quebra-mola, mas sim com a colocação de um semáforo, para reduzir acidentes”, gritou um motoqueiro, irritado por não conseguir passar à Nova Marabá, tendo de dar meia volta à Velha Marabá para pegar a Transamazônica.

Soldo pode tirar PM das ruas

Deu n'O Liberal hoje


Polícia Militar prepara greve
 
Paralisação está sendo anunciada para o próximo dia 19 por 13 entidades que congregam os policiais no Estado
A ameaça de greve bate à porta da Polícia Militar do Pará. Ontem, circularam informações não oficiais de uma convocação de soldados, cabos e sargentos para cruzar os braços no próximo dia 19. O Comando da PM no Estado disse desconhecer essa movimentação. Nem todas as 13 organizações que representam os policiais militares e bombeiros no Estado estão envolvidas na mobilização. O dirigente de uma dessas associações, ouvido pela reportagem, não concorda com o movimento paredista, mas confirmou que existe uma movimentação, cuja finalidade, segundo ele, 'é desestabilizar o governo estadual'. Já a liderança de outra associação rechaçou o argumento e disse que os PMs do Pará estão se movimentando juntamente com os de outros estados para uma greve nacional, sem confirmar a data de convocação.
A Polícia Militar é proibida de fazer greve por força de lei, mas a greve de seis dias da PM do Ceará, que resultou em avanços para os integrantes da instituição do Estado vizinho, serve de modelo a militares de todo o País. 'A greve está sendo discutida em Roraima, no Rio de Janeiro, Goiás, Brasília e Minas Gerais', disse uma fonte. No caso da greve se concretizar no Pará, o governo do Estado poderá requerer a Força Nacional e o Exército para fazer a segurança pública nas ruas, como ocorreu no Ceará. 'O Pará tem o 23º menor salário do país. É o salário mais baixo das regiões Norte e Nordeste, perdemos até para o Maranhão', afirma.
Um dos principais nós na questão salarial da categoria paraense é o soldo (salário) do soldado que, em 2006, passou a ser regulado ao salário mínimo por força de lei. Como a mesma regra não contempla o chamado escalonamento vertical, ou seja, não prevê dispositivo idêntico às patentes superiores, os salários dos soldados vai superando os de cabos e sargentos. Segundo um dirigente de associação, o soldo do soldado passa a valer R$ 622 com o reajuste do mínimo que passou a vigorar em primeiro de janeiro, enquanto que o soldo do cabo está em R$ 545. Outra fonte revelou que, hoje, o soldo do sargento é apenas R$ 50 maior que o do cabo.

Depois de passar uma chuva em Marabá, à beira do gramado...

Por GLOBOESPORTE.COM

Campina Grande
Atacante Marquinhos Marabá (Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)Marabá agradeceu a Freitas Nacimento pela
oportunidade de voltar ao Campinense
(Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)
Marquinhos Marabá espera superar os problemas e ter um bom ano no Campinense. Nesta sexta-feira, o atacante agradeceu ao técnico Freitas Nascimento pela oportunidade de voltar ao time rubro-negro e à torcida pelo apoio que tem lhe dado. Marabá retorna a Raposa após ter participado da campanha vitoriosa da Série C, em 2008.
- Acredito que o pesadelo da cirurgia (no joelho, que fez em 2009) vai terminar aqui no Campinense. Minha palavra chave é superação, tenho buscado me comprometer mais com o trabalho e agora é treinar junto com os companheiros para termos um bom resultado – disse.
O atacante falou ainda das expectativas para o jogo amistoso que o Campinense vai fazer neste domingo, contra o Baraúnas-RN, às 16h, no Estádio Amigão. Nesta semana o técnico da equipe rubro-negra intensificou os treinos visando a partida.
- Espero fazer um bom jogo. O Campinense fez um bom planejamento para o ano de 2012. Começamos a pré-temporada adiantados e isso é bom – declarou Marabá.
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Grande mãe Águia!...

Vale pode ganhar título de pior empresa do mundo

Agravos ambientais e sociais na atividade de mineração colocam a mineradora entre as cinco piores do planeta por organizações internacionais
 Uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale, pode ser considerada nos próximos dias como a pior empresa do mundo na realização de sua atividade de mineração. Entre a Serra de Carajás, no sul paraense ao porto de Itaqui em São Luis, no Maranhão, a empresa foi denunciada por provocar devastação ambiental, trabalho escravo na cadeia de produção do aço, exploração sexual infantil, além da invasão de terras indígenas, quilombolas e camponesas.
A Rede Justiça nos Trilhos, International Rivers e Amazon Watch sãos as responsáveis pela indicação da empresa ao prêmio Public Eye Award (Olho do Público) organizado pelas ONGs Declaração de Berna e Greenpeace.
Conhecido como o “Oscar da Vergonha” o prêmio seleciona anualmente empresas com o pior comportamento social e ecológico. Esse ano a Vale concorre com a Sansung, Barclays, Freeport, Syngenta e Tepco. Independente do resultado, a empresa estará entre as cinco mais nefastas do mundo.
Denúncias
Dados das três organizações que  indicam a mineradora ao prêmio, revelam que em 2009 foram 114 milhões de metros cúbicos de efluentes industriais e oleosos despejados nos rios e mares pela empresa. A mineradora utiliza para seus negócios, 1,2 bilhões de metros cubos de água por ano, correspondendo ao consumo médio de água de 18 milhões de pessoas.
A Vale está respondendo a 111 processos judiciais e 151 administrativos. É umas das empresas campeã de multa pelo IBAMA, no entanto, em 2009 não pagou nenhuma.
Para votar na pior empresa do mundo, basta acessar o site: http://www.publiceye.ch/en/vote

Pensar não dói

Recadinho ao eleitor sobre as falsas lideranças
 “Não se trata de otimismo ou pessimismo, de saber ou ignorar coisas elementares, ser responsável ou não pelos acontecimentos.
Os que se pretendem políticos devem ser jogados à lixeira da história se, como é norma, nessa atividade ignoram tudo, ou quase tudo, o que se relaciona com ela.”
(Fidel Castro, no sítio Vermelho)

Justiça seja feita!...

Do Resto do Iceberg:



NÃO SEJAMOS INJUSTOS...


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

DEUS NOS LIVRE!!!

Saiu no Diário da Manhã, jornal de Goiânia (GO):
"Ainda bem que o Pará não dividiu.
Seriam três Bandas Calypso." 

Outro que votou contra Carajás


Cuidados com a enchente

Em processo iniciado esta semana, a Defesa Civil de Imperatriz começou a atualização do cadastro das famílias ribeirinhas. Trata-se de trabalho preventivo,quanto ao levantamento de dados exatos sobre as condições das famílias que vivem nas regiões próximas ao Rio Tocantins.
Esse trabalho vem desde 2009, a partir de quando a prefeitura passou a servir-se dele para preparar os alojamentos para atingidos pela cheia do Tocantins. Os abrigos, em Imperatriz, dispõem de atendimento médico e farmácia, cestas básicas e transporte para as crianças em idade escolar. Tudo pago pela prefeitura.
Segundo a coordenação da Defesa Civil, do Estado são recebidos medicamentos e, do governo federal, itens como toalhas, mosquiteiros, filtros e outros. Porém, nenhum centavo para as despesas.
Tributário das chuvas que caem nos afluentes e reservatórios das hidrelétricas (Serra da Mesa (GO), Lajeado (TO) e de Estreito (MA), a montante, e Tucuruí (PA) a jusante, o Tocantins está enchendo, como todos os anos neste período, não se descartando inundações de bairros e comunidades ribeirinhas.
Em Marabá, quase nada se comenta oficialmente sobre uma possível enchente em 2012. Se ela vier, talvez o poder público venha limitar-se às providências de última hora – como tem sido ao longo desses últimos seis anos.