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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Alepa aprova autorizações de empréstimos

No Parsifal Pontes


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Após procrastinações e proposição de emendas aos pedidos de autorizações de empréstimos que somam quase R$ 2 bilhões ao Governo do Estado, a Alepa aprovou hoje (16) a totalidade das autorizações.
> PT retirou emendas
A surpresa ficou por conta do Partido dos Trabalhadores que, depois de uma conversa com o governador Simão Jatene (PSDB), abriu mão da discussão e retirou todas as emendas antes propostas, que visavam, no discurso do próprio PT, e dos demais deputados, “tornar mais justa a distribuição espacial dos investimentos.”.
> Discussão substancial renunciada
A discussão de fundo, o estoque da dívida do Estado, foi posta ao largo e substituída pela realidade formal de que o Pará está aquém da sua capacidade de endividamento, podendo, portando, alongar o estoque do débito.
O secretário de Planejamento do Estado, em reunião com os deputados, cometeu um confesso que, se analisado de forma dérmica, demonstra a situação da dívida do Pará: afirmou ele que nos dois meses anteriores a sua fala, o comprometimento da arrecadação líquida com pagamento de dívidas foi de “apenas” 5%.
Um Estado cuja capacidade de investimento da arrecadação líquida (pela leitura dos últimos 4 orçamentos) é de meros 4%, o comprometimento de 5% com liquidação de parcelas de endividamento não é índice de saúde financeira e sim intervalo de compressão fiscal.
>Legislação permite endividamento inconsequente
Mas, como a legislação permite o avanço de um percentual bem maior de comprometimento do Orçamento com endividamento, pouco caso se faz com os cálculos atuariais da capacidade de pagamento.
Se a própria Previdência Social vira os ombros para cálculos atuariais por que águas um Estado como o Pará, cuja capacidade de investimento só pode ser carenada contraindo dívidas, vai se preocupar com o pagamento delas?
> Deus ajude os herdeiros das dívidas
Estamos no presente. E há aqueles que opinam que apenas esse momento importa. O futuro a Deus pertence, e, no caso em tela, que Deus ajude quem estiver dentro de casa quando o cobrador bater à porta. É evidente que terão, os herdeiros do débito, a desculpa de afirmar que devem e não negam, mas pagam quando puderem.
Se é assim, que venham mais bilhões, pois a capacidade de endividamento ainda comporta.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Duplicação da Transamazônica sofre reparos

No Barrancas do Itacaiúnas


Obra já apresenta fissuras

Operários da CMT consertam rachaduras no terceiro viaduto 


Ainda não foi concluída totalmente e a obra já passa por reparos. Trata-se da Duplicação da Transamazônica, perímetro urbano de Marabá.
Ontem pela manhã uma equipe de trabalhadores esteve consertando rachaduras no terceiro viaduto.
A medida seria para evitar que tais rachaduras aumentassem. Tal reparo levanta dúvidas quanto à qualidade do trabalho. 

Marabá: PMN quer fazer reviravolta na eleição proporcional

No Terra do Nunca


Engana-se quem pensa que a eleição para vereador já está definida em Marabá. O PMN ainda não desistiu e ficou de entrar a qualquer momento com uma ação na Justiça Eleitoral, pedindo a nulidade dos votos do candidato Antônio da Ótica (PR), preso em flagrante sob acusação de crime eleitoral. Caso essa ação prospere, o candidato mais bem votado do PMN, o apresentador de TV Nonato Dourado, seria eleito vereador.
A explicação é simples: com a nulidade dos votos de Antônio da Ótica, diminuem os números de votos válidos e consequentemente o coeficiente eleitoral de Marabá cai de 5.325 para 5.291 (aproximadamente).
Com isso, o PMN consegue atingir o coeficiente e emplacar seu candidato mais bem votado, Nonato Dourado. Isso poderia complicar a vida da vereadora Irismar Sampaio (PR), segunda mais bem votada do partido, que perderia os 706 votos de Antônio da Ótica, os quais ajudaram a eleger Irismar.
Por telefone, o presidente do Diretório Municipal do PMN em Marabá, advogado Félix Marinho, confirma que houve um flagrante de capitação ilícita de votos, por parte de Antônio da Ótica. “Ou seja: há grande indício de compra de votos”, completa.
Félix Marinho disse também que já existe jurisprudência sobre o assunto no País: “Alguns tribunais têm entendido que nesse aspecto há nulidade dos votos e havendo nulidade o PMN entende que o coeficiente baixa um pouco e isso permite que o candidato Nonato Dourado pode entrar nessa vaga”.
Procurado pela reportagem, o candidato Nonato Dourado preferiu não comentar o caso, declarando apenas que o partido já tomou as providências e que caberá à Justiça Eleitoral analisar as provas apresentadas.
A Justiça Eleitoral tem até o próximo dia 17 de dezembro para analisar todas essas questões relativas à eleição.

Entenda o caso de Antônio da Ótica
No dia 4 de outubro (há três dias da eleição), por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Federal encontrou eleitores numa casa na Folha 6, que estariam recebendo consultas oftalmológicas e óculos de grau em troca de votos.
Na ocasião, o vereador Antônio da Ótica e a esposa dele foram presos em flagrante e tiveram de pagar fiança para serem liberados."
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Evidentemente, isso vai melhorar 150% a qualidade do quadro de vereadores... 

Libertados advogado e trabalhadores presos em Serra Pelada


A Juíza Eline Salgado concedeu a liberdade provisória do advogado Rodrigo Maia Ribeiro e mais 6 trabalhadores que se encontravam presos desde o dia 28 de agosto, em razão de conflitos ocorridos na vila de Serra Pelada, Curionópolis (PA).
Segundo nota da Comissão Pastoral da Terra (CPT – Marabá), as famílias estavam interditando a estrada que dá acesso à vila, exigindo a negociação de uma pauta de reivindicações dos moradores. Mesmo, concordando e desobstruindo a estrada, a Polícia Militar agrediu os manifestantes com tiros de balas de borracha, bombas de gás e espancamento de alguns moradores.
Como forma de protesto contra a violência da polícia, os moradores destruíram o escritório de uma empresa que presta serviço para a VALE em Serra Pelada. A polícia efetuou então a prisão do advogado Rodrigo Maia, que assessorava juridicamente as famílias, e mais 6 trabalhadores da Vila. 
Contra a decisão da juíza, o advogado Arnaldo Júnior, ingressou com HC perante o TJPA. O pedido de liminar, no entanto, foi indeferido. A OAB Pará, ingressou então com pedido de reconsideração e o Tribunal determinou que o advogado fosse colocado em sala de estado maior ou em prisão domiciliar.
Na última quarta-feira, a juíza entendeu que não havia mais razões para manter a prisão do advogado e dos trabalhadores e concedeu a liberdade provisória para todos eles.

Morte lenta: a prolongada agonia do Águia de Galvão

No Diário do Pará


Águia empata com o LEC e se mantém na 7ª posição

Águia e Luverdense-MT empataram em 2 a 2 na noite deste domingo (14), no estádio Zinho Oliveira, em Marabá, sudeste paraense. A partida foi válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. 
O primeiro tempo foi bem movimentado, mas o placar só foi inaugurado aos 36 minutos. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Zé Roberto subiu e escorou de cabeça para o fundo do gol. Logo depois, aos 42 minutos, o Azulão conseguiu o empate. Flamel passou por dois marcadores e tocou para Juliano, na entrada da área, bater na saída do goleiro Willian Alves. O time marabaense ainda teve a chance de virar aos 45 minutos, mas o goleiro do LEC fez boa defesa.
Na etapa final, o Luverdense-MT fez o segundo gol logo aos oito minutos. Tiago Garça cobrou falta da entrada da área, sem chances para o goleiro Marcelo Cruz. O técnico João Galvão colocou Danilo Galvão no lugar de Diogo e Marquinhos Marabá para substituir Branco e armou a equipe no 4-3-3. As mudanças tiveram efeito e o Águia empatou novamente aos 25 minutos, com Wando. Os times ainda tiveram algumas oportunidades, mas ninguém conseguiu fazer o terceiro.
O resultado não era o esperado e manteve o Águia de Marabá apenas na 7ª posição do grupo A, com 19 pontos. Se vencesse, o Azulão ia para a 4ª colocação e deixaria o Paysandu fora do G4. O time de Lucas do Rio Verde (MT) está com 34 pts e acabou por perder a liderança da chave para o Fortaleza-CE, que chegou a 35 após a vitória contra o Santa Cruz-PE, no sábado (13).
O representante do Sudeste paraense joga com o Treze-PB no próximo domingo (21), às 17 horas, em Campina Grande (PB). Já o LEC enfrenta o Santa Cruz-PE, em Recife, no sábado (20), às 16h.(DOL)

Vendo o minério passar

No Parsifal Pontes

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"Devido às regras que reduzem o IPI de veículos cuja fabricação de peças é parcialmente feita no Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio estima que 11 montadoras avaliam instalar fábricas no país.
O movimento, se efetivado, poderá resultar na geração de mais de 30 mil empregos e investimentos de mais de R$ 44 bilhões até 2015.
> Americanas, alemãs, tailandesas e chinesas
Algumas montadoras já estão no Brasil e pretendem ampliar as plantas. Outras negociam a instalação com governos estaduais.
A Toyota, Nissan, Hyundai, Chery, JAC e Volvo pretendem investir R$ 6,5 bilhões até 2014. A Foton Motors está em tratativas com o governo da Bahia e prevê investir mais de R$ 2 bilhões até 2017. A Shacman negocia com o governo de Pernambuco investimentos de R$ 1 bilhão em uma planta. A Shiyan Yunlihong já assinou protocolo de intenções com o governo gaúcho para investir R$ 1 bilhão.
A BMW e a Land Rover discutem em suas respectivas diretorias a instalação de montadoras no Brasil. Da mesma forma as chinesas BYD, Geely, SAIC, Chang Na, Great Wall e Sinotruck.
> Nada no Pará?
Escrevo isso como um alerta às autoridades paraenses: vão atrás de alguma para oferecer um cafezinho, ou preferem ficar, à janela, vendo o o minério passar?"
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Quando ouço falar em "autoridades paraenses", dá-me crise de riso...

sábado, 13 de outubro de 2012

Vai dar merda... Tomara que me engane!

O site oficial do Luverdense está todo prosa. O time tem apenas oito anos e é destaque no Grupo A do Campeonato Brasileiro  da Série C, onde lidera com 33 pontos e já está garantido na próxima etapa da competição e, naturalmente, bem próximo da Série B.

Neste domingo, a equipe mato-grossense joga no Zinho Oliveira contra o Águia de Marabá, que já tomou dele uma lavagem de 5 a 1 na sétima rodada.  
E quem garante que o Luverdense não vai repetir o feito?
O Águia de Marabá é um time em franca decadência, cada vez pior de ano para ano. Não bastasse a falta de um técnico competente, desde 2010 repete a contratação de jogadores sem mais o vigor físico da juventude, vítimas de sucessivas e graves contusões e, parece, submetidos a uma preparação física totalmente equivocada porque continuam frequentando com bastante assiduidade o departamento médico.  
Para o jogo de amanhã, segundo reportagem do Diário do Pará, Stanley e Diogo não entram, por lesão durante os treinamentos da semana, e Daniel ainda será avaliado quanto suas condições de acesso ao campo. Outras baixas, por cartão amarelo, são o Zagueiro Carlão, o lateral-direito Ivonaldo e o volante Analdo. Ao todo, meio time na geladeira. Aliás, João Galvão confirmou a volta do atacante Wando, outro veterano, que levou suspensão na última partida.
Em entrevista à tevê, agora a pouco, João Galvão se disse otimista.
Pelo visto, é o único.

Equívoco

O profeta do Piauí, que disse em Terezina que o fim do mundo seria na tarde desta sexta-feira, 12 de outubro, foi parar na cadeia. Segundo a polícia, para salvá-lo de um linchamento.

Nada mais injusto.
Afinal, o mundo a que o profeta do povo se referia era o do Maurino, que acabou dia 7 de outubro.
O nordestino apenas equivocou-se de data...


Famílias de trabalhadores ameaçadas de morte em Parauapebas


São 280 famílias de trabalhadores e trabalhadoras rurais mobilizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, que desde o ano de 2010 se encontram acampadas em uma área rural no município de Curionópolis, conhecida como acampamento Frei Henri, a margem da rodovia PA-275, a 16 km da cidade de Parauapebas, no sudeste do Pará. 
Esta área, medindo 400 hectares, pertencente à União, conhecida como fazenda Fazendinha é de interesse de um fazendeiro conhecido como Dão baiano, que já tentou regularizar a área em nome de uma de suas filhas, mas foi negado por representantes do programa Terra Legal, tendo em vista que a mesma já é assentada em um Projeto de Assentamento do INCRA. 
Diante da impossibilidade do fazendeiro em regularizar a área grilada, como sua propriedade, em seu nome ou de um de seus familiares, o mesmo não aceita que os trabalhadores rurais sem terra acampados possam continuar na parte que ocupam, desenvolvendo o plantio de culturas de subsistência e de hortaliças, para garantir um pouco de renda e os seus sustentos alimentar. 
No final do mês de setembro as famílias acampadas, com o uso de um trator agrícola, iniciaram o preparo de área para o plantio, chegando a destocar e arar em torno de 10 hectares, até o dia 05 de outubro. Neste momento o fazendeiro enfurecido interviu no sentido de  não permitir que mais áreas fossem preparadas, obrigando que as famílias se contentassem com apenas a área já trabalhada. 
Diante da reação das famílias o fazendeiro buscou apoio junto à organização criminosa dos fazendeiros da região, arregimentando todos seus pistoleiros para destruírem o acampamento dos trabalhadores rurais e expulsá-los da área. Para tanto desde o dia 08 de outubro começaram a se concentrar na sede, que fica a uns 500 metros do acampamento, e montar trincheiras próximas do acampamento. 
Já são três noites de tiroteio. Da noite do dia 09 para o dia 10  pistoleiros sob o comando de fazendeiros promoveram um grande tiroteio contra as famílias de acampados, que teve início às 21 horas do dia 09 e durou até às 07 horas do dia 10, com vários intervalos. O resultado foi a queima de alguns barracos e a desestruturação psicológicas, principalmente das crianças e dos mais idosos. 
Durante o dia 10 as famílias interditaram a rodovia PA-275, em frente ao acampamento, até ao meio dia, para chamarem a atenção das autoridades para a solução do problema. A direção do MST provocou uma reunião que participaram o advogado do fazendeiro, juiz da Vara Agrária, superintendente do INCRA, ouvidor agrário, advogado da CPT e o filho do fazendeiro Sidinei Rubens de Oliveira Barreto, mas que nenhuma decisão foi tomada. 
O filho do fazendeiro defendeu de forma contundente a imediata retirada das famílias do acampamento, como se a terra fosse de sua propriedade. Por outro lado o MST e da CPT defenderam a proposta de que fossem encerradas as agressões contra as famílias e que estas pudessem continuar preparando a terra para o plantio de suas roças. 
Na área, com o uso de tratores, os pistoleiros passaram o dia construindo trincheiras para garantir suas proteções para melhor atacarem as famílias. Enquanto os agricultores, muito aflitos e inseguros diante da ausência de posições das autoridades e do avanço dos pistoleiros, procuravam formas de resistirem a outros tiroteios que pudessem vir a acontecer. 
Muitos policiais civis e militares estiveram na área, inclusive o delegado da delegacia de policia civil de Curionópolis, mas nenhuma atitude foi tomada no sentido de reprimir os pistoleiros ou de efetuar o desarmamento dos mesmos. Mas como proteção aos fazendeiros e pistoleiros, a policia militar montou duas barreiras na PA-275, próximas a cidade de Curionópolis e Eldorado de Carajás. Uma outra barreira foi montada na BR-222, às proximidades do acampamento Helenira Resende, do MST. Estas barreiras dificultam a passagem de militantes do MST para reforçar a resistência no acampamento.   
Nas noites do dia 10 e do dia 11, os pistoleiros sob o comando dos fazendeiros promoveram novamente outros tiroteios contra o acampamento, durante toda a noite, queimando alguns barracos, provocando terror e medo. As famílias estão sendo protegidas pela resistência montada pelos trabalhadores. 
Enquanto tudo isto acontecia, 100 Km dali, a Escolta Armada do grupo Santa Barbara, protegida pela Policia do Estado, concentrada na fazenda Cedro, cercavam o acampamento Helenira Resende, espancando trabalhadores e proibindo as famílias de prepararem a terra para fazerem os seus plantios. Estas famílias reclamam também, de venenos jogados de avião sobre o acampamento, causando doenças graves e morte de pessoas. 
É uma verdadeira guerraque se caracteriza por chacinas e massacres, entre desiguais do campo e da cidade, na região da província mineral de Carajás. Guerra promovida e financiada pelo Estado e o Capital - representado pelo latifúndio e a Vale - contra as famílias de trabalhadores e trabalhadoras rurais e os movimentos sociais que se manifestam contrários a esta situação de barbárie. 
Com os investimentos cada vez maiores em rendas sobre terras e minérios, a estratégia fica bem clara: espoliação e exploração da classe trabalhadora aumentando progressivamente a massa de despossuídos e miseráveis, por outro lado o fortalecimento da classe patronal, latifundiária e empresarial, nos campos e nas cidades. 
Instituições públicas se transformam em postos de distribuição de migalhas aos pobres, instrumentos de forte repressão, assassinato e criminalização dos movimentos sociais populares, e por fim, em balcões de negócios de arrecadação de fundos para campanhas eleitorais, que acontecem a cada dois anos. 
Este cenário aponta para mais um derramamento de sangue de trabalhadores(as), prisão e criminalização de lideranças, defesa e proteção dos latifundiários e assassinos do sul e sudeste do Pará, orquestrada pelo aparato jurídico e policial do Estado. Pode resultar em mais um massacre ou uma chacina de desprotegidos da Lei, que só tem sido aplicada em defesa do poder econômico.  
Conclamamos a todos e todas lutadores e lutadoras do povo a se unirem em defesa dos oprimidos, das familias do acampamento Frei Henri, dos direitos primordiais necessários para garantia da vida e, por um movimento forte para destruição do capitalismo e dos capitalistas, antes que seja tarde. 
Marabá, 12 de outubro de 2012. 
Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular – CEPASP 
Movimento Debate e Ação  
Coletivo Amazônida de Formação e Ação Revolucionária - CAFAR 
    
Carros dos fazendeiros a 200 metros do acampamento 

Carros dos fazendeiros as proximidades do acampamnto 

Carros dos fazendeiros na sede da fazenda a 500 metros do acampamento 
Trator do fazendeiro desmatando próximo do acampamento para melhorar a visão dos pistoleiros 
Fazendeiros e pistoleiros em um dos pontos de concentração 

Concentração de fazendeiros e pistoleiros 

Cinegrafista contratado pelos fazendeiros fazendo registro do acampamento 
Movimento dos acampados no fechamento da rodovia PA-275 
Trincheiras construídas pelos fazendeiros próximas do acampamento 

Trincheiras construidas pelos fazendeiros próximas do acampamento 
Presença de policiais militares no acampamento 

Acampamento

Nada escapa à arte feroz de J. Bosco