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quarta-feira, 9 de março de 2011

Alguém ainda acredita nisto?!

Está no blog do Parsifal Pontes:

maraba
A imagem acima foi cortada de uma página inteira de “O Liiberal” de ontem, domingo.
Trata-se de matéria paga, dando publicidade de que o “Prefeito de Marabá, Maurino Magalhães ´foi` premiado como um dos 20 melhores prefeitos do Brasil”.
Quem conferiu o prêmio, segundo o certificado que o prefeito porta, foi a “União Brasileira de Divulgação”, que ninguém, até este minuto, ouviu falar.
Fui prefeito duas vezes. Nos dois mandatos, mais de uma vez por ano, eu recebia telegramas comunicando-me que eu havia sido escolhido um dos 20 melhores prefeitos do Brasil.
O destino de todos os telegramas foi o lixo. Uma vez a turma que falseia esta pantomima exagerou: deixaram os 20 de lado e telegrafaram que eu havia sido escolhido o melhor prefeito do Brasil: joguei o telegrama no lixo do mesmo jeito.
Como a trama é ubíqua, ou seja, aplica-se o golpe em todo o território nacional, a Polícia Federal já deveria ter dado um basta nesta falsidade ideológica que sangra erários de prefeituras pelo Brasil afora.
Os prefeitos que aceitam o papel, acabam sendo coniventes com isto, pois, eu não acredito, e ninguém acredita, que eles acreditam que são tão bons assim.
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Quem não tem competência para gerenciar o que quer que seja, inda mais um município complexo como Marabá, fica inventando factóides políticos, a custa do dinheiro público, para ficar na mídia de qualquer jeito.
Essa palhaçada deve ter custado ao erário pelo menos R$ 100 mil!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Unip não quer alunos do Prouni em Marabá

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça na última sexta-feira, por meio de uma ação civil pública, que a unidade da Universidade Paulista (Unip) de Marabá, no Pará, seja obrigada a matricular alunos do Programa Universidade para Todos (Prouni). Segundo o MPF, apesar de fazer publicidade sobre a existência de vagas para alunos do programa a Unip estaria se negando a realizar matrículas de candidatos a bolsistas.
A ação foi assinada pelo procurador da República André Casagrande Raupp, que também solicitou à Justiça que o Ministério da Educação (MEC) garanta a reserva das vagas aos alunos selecionados pelo Prouni.
Durante a semana passada, a Procuradoria da República em Marabá recebeu diversas denúncias de estudantes prejudicados pela decisão da universidade. O MPF então encaminhou ofício à Unip, recomendando a regularização do atendimento e dando prazo de 24 horas para a resposta da universidade.
No entanto, a unidade da Unip em Marabá se negou a receber o documento, alegando que tal recebimento poderia ter sido feito pela matriz da universidade, em São Paulo, e que a autorização para matricular alunos do Prouni também dependia da sede da universidade na capital paulista.
Para Raupp, seria um caso evidente de propaganda enganosa. "É de se registrar, ainda, que com sua conduta, a Unip provocou abalo moral em todos os pré-selecionados no Prouni que, após se submeterem às fases de seleção do programa acreditando na pronta recepção pela instituição de ensino de suas matrículas, (...) restando-lhes apenas a sensação de terem sido enganados pela propaganda que outrora fora feita (...)", critica o procurador no texto da ação.
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Casa da mãe Joana e muro baixo são poucos para definir Marabá. Ninguém quer ter responsabilidade social.
Era só o que faltava!

Crime compensa! O mau exemplo vem de cima

Condenado à prisão, Donadon continua deputado
Apesar da Constituição dizer que nenhum parlamentar pode permanecer no mandato se for condenado pela Justiça, Natan Donadon segue no Congresso, votando normalmente. Ele foi, por exemplo, um dos deputados da base responsáveis pela aprovação do mínimo de R$ 545
Apesar de condenado a 13 anos de prisão, Natan Donadon permanece deputado. Entenda os motivos
Eduardo Militão

O deputado Natan Donadon (PMDB-RO) está, há quatro meses, condenado a 13 anos de prisão, acusado de desviar dinheiro da Assembleia Legislativa de Rondônia por meio meio uma licitação fraudada. A condenação foi decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), corte máxima da Justiça brasileira. Mesmo assim, Natan Donadon permanece normalmente no cargo de deputado federal, para o qual recebeu 43.627 votos. A Constituição diz que nenhum parlamentar pode permanecer no mandato se tiver condenação contra si. Mas a Câmara apega-se a diversas filigranas jurídicas para não afastá-lo. Primeiro, a instituição só cumpre a regra do afastamento depois que se esgotam todas as possibilidades de recurso. E, ainda assim, ainda garante ao deputado uma fase de defesa para contra-argumentar a respeito de coisas que já levaram à sua condenação na Justiça.

Neste mês, Donadon esteve no Congresso e participou de votações importantes, como a definição do reajuste do salário mínimo. Seguindo a orientação do seu partido, o PMDB, ele foi um dos 77 colegas da bancada que apoiaram simbolicamente o mínimo de R$ 545, como queria o governo de Dilma Rousseff. E votou “não” aos pisos de R$ 560 e de R$ 600, defendidos pelas centrais sindicais e as oposições.

A permanência de Donadon acontece porque, apesar da restrição da Constituição a pessoas condenadas criminalmente, a decisão tomada pelo STF ainda não “transitou em julgado”. A expressão jurídica significa que um processo judicial foi encerrado e dele não cabe mais nenhum recurso. Porém, mesmo que o STF encerrasse o caso imediatamente, ele ainda permaneceria deputado até seus colegas da Câmara analisarem sua situação e eventualmente até o absolverem em uma votação secreta no plenário da Casa.

Procurado pela reportagem desde quinta-feira passada (3), o deputado não se manifestou. Seus advogados também não.
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O recorte é do Congresso em Foco, o melhor informativo sobre as mutretas brasilienses.
Uma vergonha!

domingo, 6 de março de 2011

Reinado de Monos

Rádio Sucupira informa:
Numa produção fenomenal dos irmãos siameses TEUKÍADES e MAURINAÍMA, a Prefeitura de Marabá tem a honra de apresentar o melhor Carnaval de todos os tempos com o enredo:
VISITE MARABÁ ANTES QUE ELES ACABEM COM ELA!!! 

Conde Drácula está de volta!

Ex-motorista se diz ameaçado por Curió

Domingo, 06/03/2011, 03:26:08
Ex-motorista se diz ameaçado por Curió (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
O ex-motorista do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Marabá, Valdim Pereira de Souza, que nos anos 70, durante a guerrilha do Araguaia - movimento que pregava uma revolução das massas camponesas para derrubar a ditadura militar implantada no país em 1964 -, colaborou com os militares, recolhendo ossos humanos de guerrilheiros mortos pelo Exército, prestou na semana passada em Marabá um depoimento em que acusa o coronel Sebastião Curió de usar pessoas a ele ligadas para ameaçá-lo de represálias caso colabore com o Grupo Tocantins, que busca localizar corpos dos insurretos que ainda estariam enterrados na região. Curió teve intensa participação, como major do Exército, na repressão ao movimento guerrilheiro.
Souza já recebeu várias ameaças para ficar calado. Em dezembro do ano passado, em três ligações telefônicas para seu celular, ele foi aconselhado a “fechar a boca para não dizer besteiras”. Em uma das ligações, enfrentou quem o ameaçava: “Olha, nós não temos mais nada a perder”. A mãe do motorista também atendeu a um telefonema ameaçador em Macapá, onde o motorista morava: a voz advertia para ter muito cuidado com o que andava falando.
Em depoimento gravado num vídeo, cuja cópia foi obtida com exclusividade pelo DIÁRIO, Souza afirma que, para ele, Curió está por trás das ameaças. O motorista diz que fala com conhecimento de causa, porque já trabalhou para Curió por sete anos, entre 1976 e 1983, quando o ex-patrão comandou com mão de ferro o garimpo de Serra Pelada. “O Curió é corajoso e me disse certa vez que quem fala muito morre”, contou, revelando que o ex-agente do SNI queria que Souza fizesse coisas que não gostava, como seguir e escutar pessoas, inclusive amigos do motorista. E dizia para ele que “inimigo bom é inimigo morto”.
LIMPEZA
Um dos quatro ouvidores do Grupo de Trabalho do Tocantins e ex-representante do Pará junto ao Ministério da Defesa, no Programa Federal Comissão da Verdade, Paulo Fonteles Filho, que há vários anos luta para encontrar os corpos de guerrilheiros que militavam no PC do B, integrando uma força-tarefa de agentes federais, pediu a ex-soldados e outros militares das Forças Armadas, que hoje colaboram com o governo federal para localizar as vítimas, que denunciem as ameaças que também estariam sofrendo.
Para Souza, as ameaças não podem ficar impunes. Ele diz que ainda há militares, principalmente do 52º Batalhão de Infantaria de Selva, de Marabá, que tentam negar que no quartel daquela unidade do Exército pessoas foram torturadas. Ele afirma que os ex-militares que colaboram com o Grupo Tocantins estão sendo vigiados.
Ossos recolhidos ao DNER
Em 1976, segundo o depoimento de Souza, ele participou da “Operação Limpeza”, denominação militar para o resgate de corpos e ossadas de guerrilheiros mortos na região. “Não tínhamos o direito de saber o que fazíamos, apenas cumprir a nossa obrigação e as determinações superiores”, revela. O trabalho dele era dirigir uma caminhonete do Incra. Era um carro descaracterizado, com placa fria. Foi várias vezes a Castanhal da Viúva, mas percorria também localidades como Bacaba, São Geraldo, São Domingos, Brejo Grande e Palestina.
A missão era trazer para a sede do antigo Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER), em Marabá, vários sacos amarrados com um cordão. Os sacos pesavam cerca de 100 quilos e dentro, soube depois, por servidor do próprio DNER conhecido por “Pé na Cova”, havia ossos humanos. O cheiro era insuportável. Os homens do Exército que comandavam a operação eram o doutor Luchini (Sebastião Curió) e os sargentos Santa Cruz e Ribamar.
PROIBIÇÃO
Quem participava da “Operação Limpeza” era proibido de perguntar o que havia dentro dos sacos. Souza declarou que fez quatro viagens para transportar os sacos com as ossadas. Hoje, ele relembra, quem colaborou com o Exército “mal consegue levantar da cama, já morreu ou está muito doente, sem nada”. E desabafa: “não fizemos isso de livre e espontânea vontade, mas de livre e espontânea pressão”.
Sebastião Curió foi procurado pelo DIÁRIO em Curionópolis para apresentar sua versão do relato feito por seu ex-motorista, mas não foi localizado. A informação era de que ele morava em Brasília. Não foi possível localizá-lo na capital federal.  (Diário do Pará)

sábado, 5 de março de 2011

Belo Monte e as perguntas sem respostas

Paulo Leandro Leal*
No Brasil, qualquer causa que pareça simpática ganha, imediatamente, o engajamento da mídia, de artistas e intelectuais.  Não foi diferente com a luta travada contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Vasculhando a Internet, parece mesmo que um grande monstro está sendo programado para destruir a boa vida de índios e ribeirinhos, que pelo que parece, vivem em um verdadeiro paraíso. Entretanto, para quem sabe que não existe almoço grátis, é necessário perguntar quem paga a conta desta milionária campanha midiática contra o empreendimento energético mais importante do Brasil nas últimas décadas.
Sabemos que uma miríade de organizações não governamentais lidera a mobilização contra Belo Monte. São tantas que podem chegar aos milhares, acreditem. Será que todas elas são entidades preocupadas com o bem da humanidade, com a vida dos índios e com as pessoas da região? De onde vem o dinheiro que banca toda esta mobilização? Quem paga as viagens de indígenas à Europa para fazerem propaganda contra a usina? Estas são perguntas que deveriam ser feitas pelos seguidores de boas causas ou pela nossa engajada mídia tupiniquim, antes de sair por ai gritando “fogo na floresta” e vendendo Belo Monte como um projeto desastroso.
São muitas as publicações que apontam para um conluio entre organizações do terceiro setor, grandes grupos empresariais e governos de países desenvolvidos, que se esforçam para impor uma agenda ecologista ao mundo em desenvolvimento. Agenda esta claramente anti-desenvolvimento, baseada na obstacularização de obras de infraestrutura, especialmente do setor energético. Muitos sabem destas publicações, mas preferem tratá-las como teorias da conspiração fantasiosas, como se o mundo fosse mesmo este paraíso onde as pessoas estão sempre preocupadas com o bem das outras e interesses comerciais, financeiros e políticos não estivessem quase sempre à frente de grandes mobilizações.
Acreditar que a luta contra Belo Monte é uma mobilização de pobres e sofridos indígenas e ribeirinhos para salvar o seu belo rio é de uma ingenuidade inacreditável. Será que a nossa imprensa acredita mesmo que não existe nenhum outro interesse por trás disso? Será que pensam que os dólares que bancam esta bem planejada operação de marketing nascem nas árvores ao redor do Xingu?  É difícil acreditar que toda a nossa mídia estaria envolvida em uma operação como esta é mais fácil e talvez mais cômodo acreditar que se trata de um bando de ingênuos ou, pior, pessoas ideologicamente preparadas para difundir conteúdo favorável a uma causa, esta muito maior do que a própria usina de Belo Monte.
Sabemos que um tal movimento Xingu Vivo aparece à frente da luta contra a usina, mas poucos sabem que, de fato, as ações são decididas bem longe do Xingu, em salões climatizados da Europa e da América do Norte. É de que saem os eco-dólares que pagam as contas desta campanha. Há poucos dias, por exemplo, o Greenpeace estava a procura de uma pessoa para fazer a assessoria do Xingu Vivo, em Altamira. O bom salário seria pago pela ONG estrangeira, é claro, mas ninguém na redação dos nossos jornais vai se preocupar com isso na hora de reproduzir de forma fidedigna o conteúdo produzido por esta assessoria. Trata-se de uma verdade absoluta.
A mídia manipulada pelas ONGS faz muitas perguntas sobre Belo Monte, mas podemos encontrar respostas técnicas para todas elas, mesmo que algumas não sejam positivas. Afinal, é certo que um empreendimento deste porte provoca muitos incômodos, assim como aquela sua reforma na casa ou apartamento incomoda o seu vizinho.  No entanto, algumas perguntas continuarão sem respostas simplesmente porque não são feitas.
* Empresário e jornalista

quinta-feira, 3 de março de 2011

Retrato falado

“Os prefeitos, na maior parte das vezes, nunca chegaram a um cargo tão alto em suas vidas, quando conseguem ser eleito para um cargo, seja para prefeito, vereador ou até mesmo, ser nomeado para alguma secretaria municipal, saem fazendo todo tipo de manipulação com as verbas que deveriam ser para a melhoria da vida de milhares de cidadãos, mas acabam servindo de escada para a corrupção nessas cidades. Felizmente à falta de estudos muitas vezes contribuem para deixar o rastro desses corruptos que mancham a história do nosso estado, entretanto, mesmo com os altos indicies absurdos de desvios de verbas, eles não são afastados de suas funções, o que considero um erro grave dos órgãos de fiscalização e, muitas desses prefeitos possuem padrinhos políticos em outras instâncias da política do estado, o que agrava ainda mais a situação, em outros casos quando comprovado condenado a devolver o dinheiro aos cofres púbicos eles passam uma vida recorrendo de decisões sem efeito algum, e aqui no Pará temos vários exemplos dessa natureza.”
O texto é do blog Waykawa Pará e se refere a dois municípios da região do Marajó – Curralinho e São Sebastião da Boa Vista – quanto a casos graves de desvio de dinheiro público. Como se não bastasse a corrupção, diz o editor Allonny  Wayakawa que falta médico nesses municípios que “servem apenas de curral eleitoral de políticos”. 
Ainda bem que é só lá...

Não é pra humilhar, mas...

 Canal do Timão: TV Corinthians é lançada
Com a previsão de estréia em janeiro deste ano, a TV Corinthians teve sua primeira exibição às 22h desta terça-feira (1°/3). apelidada de TVC, a emissora destinada aos torcedores do time presidido por Andrés Sanchez tem a programação transmitida no canal 20 da TVA.
A TVC é um projeto feito em parceria entre a TV+ e a diretoria corinthiana, que ainda negocia a retransmissão do canal em outras operadoras de TV por assinatura. O estúdio da nova emissora fica no Parque São Jorge, sede da equipe paulista, e conta com 250m².
O diretor de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, comenta que o novo canal é feito para agradar os corinthianos. "O que o telespectador gostar, vai ficar", diz, em nota publicada no site oficial do time.
Exibições
Segundo a direção do Corinthians, o assunto que será mais abordado pela TVC é o futebol profissional do clube, "com imagens da concentração, transmissões pré-jogo e coletivas do vestiário". Porém, os demais esportes praticados pelo clube terão espaço na programação.
"Teremos duas faixas de jornalismo, com notícias sobre o Corinthians. E o canal transmitirá outros esportes, como os olímpicos, com oportunidade aos patrocinadores", diz o presidente da TV+, Carlos Carreiras.
Programação
Com chances de aumentar a quantidade de profissionais envolvidos e consequentemente poder produzir mais atrações, a TVC começa com uma programação diária de seis a oito horas de duração. Por enquanto todos os programas da emissora são de responsabilidade de três produtoras: Casa de Vídeo, Parceria Produções e L2M Produções.
Confira os programas da TVC:
Minha história, minha vida - Histórias de vida ligada ao Corinthians.
Corinthians pelo mundo - Corinthianos pelo mundo.
Dentro de nossos corações – As lembranças de craques do passado.
Louco por ti – Loucuras feitas pelos torcedores.
Meu bairro é do TimãoQue passará pelos bairros da capital.
Na casa do craqueEntrevistas com jogadores.
Na rede com o Corinthians – Programa sobre as redes sociais.
Quiz do TimãoGame show com perguntas e respostas.
Tudo começa na base – Reportagens com os jogadores das categorias de base do time.
Giro alvinegro – Plantão de notícias.
TimãoEntrevistas com famosos.
Com a previsão de estréia em janeiro deste ano, a TV Corinthians teve sua primeira exibição às 22h desta terça-feira (1°/3). apelidada de TVC, a emissora destinada aos torcedores do time presidido por Andrés Sanchez tem a programação transmitida no canal 20 da TVA.
A TVC é um projeto feito em parceria entre a TV+ e a diretoria corinthiana, que ainda negocia a retransmissão do canal em outras operadoras de TV por assinatura. O estúdio da nova emissora fica no Parque São Jorge, sede da equipe paulista, e conta com 250m².
O diretor de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, comenta que o novo canal é feito para agradar os corinthianos. "O que o telespectador gostar, vai ficar", diz, em nota publicada no site oficial do time.
Exibições
Segundo a direção do Corinthians, o assunto que será mais abordado pela TVC é o futebol profissional do clube, "com imagens da concentração, transmissões pré-jogo e coletivas do vestiário". Porém, os demais esportes praticados pelo clube terão espaço na programação.
"Teremos duas faixas de jornalismo, com notícias sobre o Corinthians. E o canal transmitirá outros esportes, como os olímpicos, com oportunidade aos patrocinadores", diz o presidente da TV+, Carlos Carreiras.
Programação
Com chances de aumentar a quantidade de profissionais envolvidos e consequentemente poder produzir mais atrações, a TVC começa com uma programação diária de seis a oito horas de duração. Por enquanto todos os programas da emissora são de responsabilidade de três produtoras: Casa de Vídeo, Parceria Produções e L2M Produções.

Confira os programas da TVC:
Minha história, minha vida - Histórias de vida ligada ao Corinthians.
Corinthians pelo mundo - Corinthianos pelo mundo.
Dentro de nossos corações – As lembranças de craques do passado.
Louco por ti – Loucuras feitas pelos torcedores.
Meu bairro é do TimãoQue passará pelos bairros da capital.
Na casa do craqueEntrevistas com jogadores.
Na rede com o Corinthians – Programa sobre as redes sociais.
Quiz do TimãoGame show com perguntas e respostas.
Tudo começa na base – Reportagens com os jogadores das categorias de base do time.
Giro alvinegro – Plantão de notícias.
TimãoEntrevistas com famosos.