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sábado, 29 de setembro de 2012

A Síndrome de Carajás

No blog da bela Franssinete Florenzano

A prefeita, o juiz e o delegado


Rondon do Pará viveu hoje um dia atípico. A cidade parou de manhã para acompanhar o julgamento, pelo Pleno do TJE-PA, da queixa-crime proposta pela prefeita do município, Shirley Cristina de Barros Malcher (PSDB), contra o juiz da Comarca, Gabriel Costa Ribeiro.

A prefeita acusou o magistrado de calúnia e de difamação por ter destacado, sentenciando Mandado de Segurança, trechos da petição inicial que ela considera atingir sua honra.

Os magistrados rejeitaram a ação, à unanimidade. O relator, desembargador João Maroja, ressaltou que “não emerge dos autos qual razão explicaria a alegada má fé do juiz da Comarca que, até onde se percebe, agiu apenas no exercício de seu munus”. Observou que “avulta-se a ausência de dolo na mera transcrição de trechos da petição inicial, que como o próprio acusado esclarece, é uma questão de estilo, e até mais do que isso, é um procedimento de segurança, a fim de tornar evidentes as razões de cada parte litigante”. E concluiu estar “convencido de que o juiz Gabriel Costa Ribeiro não cometeu os delitos que lhe são imputados; que, ao contrário, no mais lídimo exercício da atividade jurisdicional, apenas narrou as pretensões das partes de acordo com as alegações delas mesmas; e que determinou a comunicação à Polícia Federal para apuração de eventuais irregularidades na gestão da querelante por estrito dever de ofício”.

A população festejou a decisão do TJE-PA com muitos fogos de artifício. À tarde, por volta das 15 horas, o governador Simão Jatene(PSDB) chegou com grande comitiva no município, a fim de participar do grande comício da prefeita recandidata, que vinha sendo anunciado para esta noite, na Praça da Paz, no centro da cidade, com início às 19 horas.

Jatene e a prefeita desfilaram em carro aberto em Rondon. Mas a carreata recebeu tantas vaias que o governador não ficou para o comício. Foi embora por volta das 17:30h.

Dica para o governador: tanto desagrado da população é por conta da prefeita ter, por motivos políticos e com o aval do governo do Estado, conseguido tirar o competente delegado de polícia de Rondon do Pará, que vinha fazendo um eficaz trabalho em parceria com o juiz da Comarca, Gabriel Costa Ribeiro, um dos mais honrados e dedicados magistrados do Pará. Os munícipes, que sentem na carne os ataques da bandidagem, sabem reconhecer quem faz um bom trabalho. Simples assim.
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E acrescento, por minha conta e risco:
Faltou incluir, entre as condicionantes da vaia, a Síndrome do Estado de Carajás.
Ninguém quer o governador Jatene por aqui...

Enquanto isso, nas tevês em Marabá



horário eleitoral

Sob as aparências, o óbvio

No Parsifal Pontes


A Alpa, as pedras, o Ruy Barata e os bois

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A imprensa publicou ontem (28), com ar de novidade, que a implantação da Aços Laminados do Pará (Alpa), em Marabá-PA, está suspensa "porque o governo federal retirou do orçamento do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) deste ano uma hidrovia crucial à siderúrgica.".
Se você é leitor usual desse blog já leu mais de uma postagem onde afirmo que a Alpa jamais foi intenção da Vale e que a mineradora usará quaisquer artifícios para se desincumbir da implantação, que só ocorrerá se houver imposição política.
> Esperando Godot
A Vale alega que "aguarda definição da solução logística por parte do governo federal", que seria a conclusão da hidrovia entre Marabá e Belém, que eu já afirmei aqui também, não ser prioridade para o governo federal, que sempre arreda do orçamento da União os recursos ali alocados para detonar as pedras que "impedem" a navegação no trecho citado.
O "impedem" está aspeado porque há controvérsias sobre a inviabilidade das barcaças navegarem entre as pedras: basta saber o caminho das pedras para por elas navegar.
Engasgando-se com mosquito
A Vale alega ainda que interrompeu a terraplenagem para a planta da Alpa por problema na desapropriação de uma área.
Imaginem... Caso a Vale quisesse a Alpa no seu portfolio já teria, ela mesma, resolvido o impasse, ou vocês acham que a Vale, para parafrasear o Ruy Barata, acostumada a montar em cobra grande, vai se escanchar em poraquê?
O certo é que nos estão enrolando há tempos e a bancada federal do Pará está indo tomar cafezinho e bater fotos com o vaqueiro ao invés de ir procurar o dono (quero dizer a dona) dos bois. Assim, como dizia o meu pai, os bois não dançam.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Judiciário conservador tem dificuldade de entender

No Parsifal Pontes

Liberdade de expressão não tem limites

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O juiz Peron mandou prender o diretor-geral do Google no Brasil por esse não ter cumprido ordem judicial de bloquear o provimento de dois vídeos no Youtube contendo ataques ao candidato a prefeito de Campo Grande pelo PP, Alcides Bernal.
Peron está certo em ter expedido a ordem de prisão, pois o diretor do Google, como qualquer pessoa, está obrigada a cumprir determinações judiciais até que elas sejam rescindidas.
O juiz, todavia, está errado ao dizer que a “liberdade de expressão tem limites” estabelecidos na própria Constituição: não tem.
O exercício da liberdade de expressão é absoluto: eu e você podemos dizer o que quisermos, sobre o que quisermos, como quisermos e quando quisermos. O que a Constituição veda é o anonimato.
> Responsabilidade civil e penal
O que, obrigatoriamente, acompanha o exercício absoluto da liberdade de expressão é a responsabilidade civil e penal de quem se excede no direito, que poderá, a pedido da parte ofendida, no caso civil, responder por danos morais, e no caso penal, responder por calúnia, injúria ou difamação.

Acabou. Sonho da ALPA já era!

No Estadão.com.br


Vale suspende construção de siderúrgica em meio a impasse com governo
Estadão.com.br

Imagem: arquivo Vale
A construção da siderúrgica da Vale no Pará patina entre um impasse da mineradora com o governo brasileiro e a necessidade de a empresa postergar investimentos fora de suas áreas de prioridade por conta da crise, afirmaram autoridades e uma fonte com conhecimento das decisões da companhia.
As obras de construção da Aços Laminados do Pará (Alpa) estão suspensas porque o governo federal retirou do orçamento do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) deste ano uma hidrovia crucial à siderúrgica, revelaram à Reuters autoridades do Pará.
"As informações que nós temos é que ela chegou a fazer terraplenagem, chegou a investir alguns milhões de reais, mas resolveram interromper... em função da ausência da obra da hidrovia do Tocantins", afirmou o secretário de Indústria, Comércio e Mineração do Pará, David Leal, em entrevista por e-mail.
A maior produtora de minério de ferro do mundo confirma que aguarda definição da solução logística por parte do governo federal, mas que prossegue com o projeto - uma usina de 3,2 bilhões de dólares e capacidade anual de produção de 2,5 milhões de toneladas de placas de aço, em Marabá.
A Vale atribui a interrupção da terraplenagem a um problema com uma parte do terreno cuja desapropriação foi contestada na Justiça. "Sobre a terraplenagem, a obra foi realizada até onde foi possível, com 85 por cento dela executada, devido ao impasse do lote 11", diz a mineradora em resposta enviada à Reuters nesta sexta-feira.
O secretário de Indústria da Prefeitura de Marabá, João Eufrásio de Alcântara, explica que alguns operários continuam no local fazendo drenagem e conservação do que já foi feito na Alpa, sem, contudo, avançar em obras estruturantes.
"Os demais trabalhos, como revegetação e manutenção de taludes na área, continuam em andamento", diz a Vale.
Protocolo de intenções
Segundo Leal, a diretoria da Vale pediu que o governo assinasse um protocolo de intenções se comprometendo com as obras da hidrovia.
De acordo com o secretário do Estado, a mineradora disse que, se o governo assinasse o documento, imediatamente retomaria as obras.
A Vale não comentou o assunto.
O governo federal trabalha para destravar o impasse, mas não vai assinar o protocolo de intenções para a execução das obras da hidrovia como propôs a Vale, afirmou à Reuters uma fonte do governo, que prefere ficar no anonimato.
"Entendemos que esse não seria o procedimento adequado", afirmou a fonte, ao ser indagada sobre a tentativa da mineradora de ter uma garantia de compromisso do governo sobre as obras.
A entrada da Vale na siderurgia foi um dos pontos de discórdia com o governo que culminaram com a saída de Roger Agnelli da presidência da mineradora. O governo no tempo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a cobrar maior participação da mineradora no setor siderúrgico.
Difícil e cara
A hidrovia Araguaia-Tocantins enfrenta problemas de navegabilidade, com necessidade de obras para retirada de pedras que impedem a travessia de embarcações num trecho de 43 quilômetros --uma obra cara e difícil, disse a fonte do governo. Segundo ela, o projeto está em estágio de licenciamento, mas teria sido questionado por autoridades competentes e por isso também teria sido retirado do PAC.
Ilustração DNIT
A Vale, então, teria contratado uma consultoria para realizar um segundo estudo de viabilidade técnica e econômica do empreeendimento, disseram as autoridades do Pará. O estudo deve ser concluído em novembro. A Vale não comentou imediatamente a informação.
O governo federal esperava que a Vale fosse parceira no investimento da hidrovia, segundo informações do site do governo do Pará.
A Alpa, assim como o projeto da Siderúrgica do Ubú, no Espírito Santo, não foi aprovada pelo Conselho de Administração da mineradora, embora tenha sido citada na divulgação do Capex em anos anteriores.
Cenário desfavorável
O problema da hidrovia é crucial, mas o cenário econômico desfavorável também acabaria atrasando de qualquer forma projetos de siderurgia da Vale, segundo uma fonte que acompanha as decisões da companhia e analistas de mercado.
Diante do fraco desempenho do mercado de minério de ferro e aço, a Vale foi obrigada a rever seus investimentos e priorizar projetos mais importantes para evitar resultados financeiros ruins.
De acordo com a fonte com conhecimento da situação, que pediu para não ser identificada, projetos de siderurgia não estão entre as prioridades da companhia e deveriam mesmo ficar para depois.
"Se a conjuntura está complicada, tem que se avaliar quais são as prioridades... não adianta insistir em projeto que não faz parte do 'core' (núcleo) da companhia", afirmou, ponderando que os projetos não deverão ser excluídos da carteira de ativos, mas sim adiados. "Pode-se gastar um pouco menos agora, estendendo o prazo mais um pouco", acrescentou a fonte.
Ao mesmo tempo, o projeto do Espírito Santo já foi adiado pelo menos duas vezes, e deve ser novamente, na falta de um sócio para realizar os investimentos em parceria com a Vale.
Segundo o analista do Goldman Sachs, Marcelo Aguiar, os projetos de siderurgia que ainda não foram aprovados não devem passar pelo crivo dos conselheiros tão cedo.
"A Vale não deverá aprovar nenhum novo projeto, irá tocar apenas os que já se iniciaram e os de minério de ferro", afirmou.
(Reportagem de Sabrina Lorenzi; edição de Roberto Samora)

Lá se vai mais um ídolo da nossa juventude...

No Parsifal Pontes:


Morre Ted Boy Marino, um dos ídolos do Telecatch

Nos início dos anos 70, quando eu cheguei a Belém, aos 10 anos, para fazer admissão ao ginásio, um dos meus programas preferidos da televisão era o Telecatch, patrocinado pelo Rum Montilla, uma espécie embrionária de UFC.
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A luta era de “mentira”, mas eu acreditava piamente em todos os golpes e um dos meus lutadores favoritos era o Ted Boy Marino, cuja vida foi ceifada ontem (27), aos 72 anos, quando era submetido a uma cirurgia no Hospital Pró-Cardíaco do Rio de Janeiro, para tentar corrigir uma trombose.
Mario Marino, o verdadeiro nome de Ted Boy, fazia sessões de hemodiálise há três anos, era diabético e hipertenso.
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Ao responder, recentemente, uma pergunta sobre o que achava do UFC, Ted Boy Marino respondeu: “Você chamaria de esporte? Eu não chamaria. Você tem de matar o outro cara para sobreviver. Tem soco na cara, cotovelada, joelhada... É algo cheio de agressividade”.
Eu acho que também preferiria a volta do Telecatch, mas isso deve ser saudosismo: é o que nos resta quando os cabelos começam a pratear.
Abaixo um round das lutas, onde Ted Boy aplicava as suas famosas tesouras:


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

E continua a debandada dos idosos. Só vai ficar o Galvão?


Meia Marquinhos pede para sair do Águia de Marabá

Técnico João Galvão perde, segundo ele, um dos seus principais jogadores para o confronto do final de semana contra o Paysandu

or Gustavo PênaPBelém


O meia Marquinhos, de 35 anos, não é mais jogador do Águia de Marabá. O Azulão marabaense perde um jogador às vésperas da partida decisiva diante do Paysandu, no sábado, a partir das 19h, no Estádio Zinho Oliveira, pela 14ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro.
Marquinhos durante treino do Águia de Marabá (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)Marquinhos (centro) deixa o Águia de Marabá (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)
Marquinhos chegou ao Águia em 2011, para a disputa do Campeonato Paraense, após uma passagem sem destaque no Paysandu. No Azulão, o atleta disputou, além do Parazão, a Série C do ano passado e em 2012 vinha sendo um dos “curingas” do técnico João Galvão, já que, originário do setor de armação, também atuava mais recuado, como volante. Galvão lamentou a saída do jogador.
- Ele alegou um problema particular. É um problema extra campo que ele não estava mais aguentando ficar sem resolver. Agora ele volta para a sua cidade, Santa Isabel, para resolver essa situação. É um jogador que vai deixar saudade no Águia. Era essencial no meu esquema de jogo, um cara bacana, que nunca deu problema. Ele preferiu se afastar e entendi a decisão. Em primeiro lugar a gente tem que priorizar o momento do atleta – explicou Galvão.
Marquinhos acertou a sua saída do clube ainda na noite de quarta-feira. Esse é o terceiro jogador que o Águia perde na disputa da Terceirona. O primeiro a pedir para deixar Marabá-PA foi o atacante Tiago Pereira e, logo em seguida, o volante Alexandre Carioca se transferiu para o América-SP.
 

De olho na birra

No Parsifal Pontes:
Maconha: descriminalização renderia US$ 35 bilhões em impostos por ano nos EUA

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O jornalista Doug Fine, que tem uma coluna no Washington Post, lançou nos EUA, na semana passada, um livro que tem tudo para dar nos nervos dos republicanos: “Too High to Fail – Cannabis and the New Green Economic Revolution” ("Chapado Demais para Fracassar - Maconha e a Nova Revolução Econômica Verde", em tradução livre).
A discussão sobre a descriminalização federal do uso da maconha nos EUA (alguns estados já descriminalizaram o uso em seus territórios) é uma antiga contenda entre democratas (favoráveis) e republicanos (radicalmente desfavoráveis).
> Fatores econômicos
O tom da discussão tem sido dado por argumentos de saúde pública e morais, mas, em função da crise que assola a economia dos EUA, Doug resolveu tratar o tema sob a égide econômica, ao afirmar que “em dez anos, a maconha pode gerar US$ 1 trilhão para os EUA".
Os números apontados por Doug (US$ 35 bilhões por ano em impostos) foram colhidos em um ano de pesquisa de campo no condado de Mendocino, na Califórnia, onde o plantio para fins medicinais era permitido, até o início de 2012, mediante pagamento de taxa.
Do ponto de vista econômico a permissão foi um sucesso a ponto de, ao final de um ano de liberação, a atividade já era responsável por 80% da economia local: US$ 8 bilhões de entrada. Todavia, alegando que a comercialização medicinal estava sendo desvirtuada para o consumo usual, uma corte federal interrompeu a permissão local.
> Estados versus Federação
Atualmente 17 estados norte-americanos autorizam o uso medicinal da maconha e travam batalhas judiciais com a Federação para manter a legislação local.
> Hipocrisia sistemática
Eu continuo na opinião de que o uso da maconha, e seja lá de que droga for, deva ser descriminalizado, mesmo por que mais não seja, quem quiser consumir comprará em qualquer esquina o produto das mãos do crime organizado, alimentando, dessa forma, a prática criminosa mais lucrativa do planeta: o tráfico de drogas.
É ainda uma hipocrisia sistemática criminalizar algumas drogas quando outras, como cigarro e bebidas, que causam males similares, podem ser compradas em qualquer supermercado.

Essa menina vai longe... Mas, e as aulas da criança?

No Waldyr Silva:


Parauapebas terá representante no Mundial de Karatê na Sérvia

O município de Parauapebas será representado pela carateca Karolini Consoli, 12 anos de idade, no Campeonato Mundial de Karatê da Sérvia, que acontecerá no período de 10 a 14 de outubro próximo, na cidade de Novi Sad.
Karolini Consoli é referencia na modalidade de caratê em Parauapebas, onde pratica o esporte desde os seis anos de idade, e ao longo desse tempo tem conquistado vários títulos para o município e para o Estado do Pará.
A atleta foi convocada pela Confederação Brasileira de Karatê Interestilos para representar a seleção Brasileira de Karatê no Campeonato Mundial da Sérvia, na Europa.

Na avaliação do treinador Francisco Eloécio, com um currículo que Karolini tem, com certeza ela representará bem Parauapebas, o Estado e o Brasil fora do país, “pois ela se destaca entre as mais de 500 atletas da Associação Ágape de Karatê, de Parauapebas”. Ele acrescenta que Karolini é faixa marrom e bem provável que em 2013 a atleta alcance a tão sonhada graduação de faixa preta.

No futuro, Karolini diz que cursará medicina, mas aproveita sua fase de pré-adolescente para fazer aquilo que melhor sabe fazer, que é lutar caratê, com o intuito de chegar ao topo do pódio com o título de campeã do mundo.

PRINCIPAIS TÍTULOS
Título .............. Ano .............. Local
Campeã Estadual / 2009 / Ananindeua (PA)
Campeã da Copa The Best / 2009 / Parauapebas (PA)
Bicampeã da Copa Estadual / 2010 / Belém (PA)
Bicampeã da Copa The Best / 2010 / Parauapebas (PA)
Campeã Norte e Nordeste / 2010 / Fortaleza (CE)
Vice-campeã Brasileira / 2010 / Jaraguá do Sul (SC)
Tricampeã Estadual / 2011 / Belém (PA)
Campeã Norte e Nordeste / 2011 / Caruaru (PE)
Campeã Brasileira / 2011 / Fortaleza (CE)
Campeã Pan-Americana / 2011 / São Paulo (SP)
Campeã da Taça Libertadores / 2011 / Parauapebas (PA)
Tetracampeã Estadual / 2012 / Belém (PA)
Campeã Norte e Nordeste / 2012 / Recife (PE)

(Francesco Costa/Waldyr Silva)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A poesia e sua ilustração


Foto: Plínio Pinheiro Neto


Varandais



Ademir Braz

Cidade Velha!... Telhados 
à luz do sol estival!...
Pelos antigos sobrados,
alegres roupas acenam
adeuses sobre um varal.

Perdidos entre azulejos
da casa colonial
fantasmas brancos, antigos
falam com negros cativos
que andam pelo quintal:

"Que fim levaram as rendas,
que as almas luzas vestiram?
Perderam-se pelas fendas
das casas que já ruíram...