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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Bandidagem ameaça Casaldáliga, 84 anos

Blog do Aluizio Palmar:


ESCOLTADO, DOM PEDRO CASALDÁLIGA TEVE DE DEIXAR SÃO FÉLIX

O bispo emérito dom Pedro Casaldáliga, 84 anos, teve que deixar sua casa em São Félix do Araguaia escoltado pela Polícia Federal, tomar um avião, viajar 1 mil quilômetros e se refugiar em casa de amigo, que teve identidade e localização ocultas por razões de segurança, por causa das ameaças de morte que vinha recebendo em função da defesa das terras indígenas Xavante.
A produtora Minoria Absoluta, que trabalha em minissérie focada no ex-bispo da Prelazia de São Felix, denunciou as agressões, que cresceram muito depois que o governo brasileiro anunciou que vai tomar as terras em Marâiwatsédé, no município de Alto Boa Vista, Mato Grosso, invadidas por fazendeiros e devolvê-las aos Xavante, legítimos donos, informou o sítio Religión Digital.
"Sentimo-nos plenamente identificados com a defesa que desde sempre o bispo Pedro e a Prelazia de São Félix fizeram da causa indígena", diz comunicado da Associação Araguaia com Casaldáliga. Ela pede que a comunidade internacional vele pela segurança do bispo e pelos direitos dos índios Xavante. As terras indígenas em questão localizam-se em Alto Boa Vista, Mato Grosso

Dilma sabia dos escândalos, diz blog ucho.info


Dilma sabia dos escândalos no escritório da Presidência e deixou estourar para se livrar de Lula
http://ucho.info/wp-content/uploads/2012/11/dilma_rousseff_325.jpgCaso pensado – Alegar que foi informada de última hora sobre a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, foi a forma encontrada por Dilma Rousseff para sair pela tangente. Cansada de ter de cumprir ordens dadas por Lula e José Dirceu, a presidente soube com muita antecedência do que ocorria no escritório da Presidência em São Paulo e deixou o assunto avançar para se ver livre do antecessor.
Com 122 telefonemas entre Lula e Rosemary Nóvoa de Noronha gravados pela PF, o ex-presidente não pode, em qualquer hipótese, dizer que de nada sabia e que foi apunhalado pelas costas. Ninguém, por maior que seja seu devaneio, usaria o nome de um ex-presidente para negociatas sem o conhecimento do mesmo. 
Como se percebe, o escritório da Presidência em São Paulo foi transformado em local de despachos de Lula. Tanto é assim, que quando tinha de encontrar com Lula, a presidente Dilma Rousseff se deslocava para São Paulo e o encontrava no mesmo local onde a Polícia Federal fez uma devassa.
Ciente de que Rosemary é pessoa de confiança de Lula e Dirceu, a presidente deixou o escândalo estourar para se ver livre da dupla que continua a dar ordens dentro do Partido dos Trabalhadores e principalmente na Presidência da República.
É bom lembrar que Dilma, pelo tempo que passou como guerrilheira, sabe ser fria o suficiente para armar uma cilada para o companheiro ao lado. O governo Lula foi o período mais corrupto da história e Dilma por certo descobriu situações inenarráveis. E a Lula caberá se contentar com o ostracismo, até que alguém lhe invente uma missão esdrúxula.
 
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26/11/2012 | Escrito por admin
Presidentes com amantes jamais foi uma grande novidade na conturbada história política brasileira
http://ucho.info/wp-content/uploads/2012/11/amante_01.jpgBomba-relógio – A cada hora que passa aumentam em todo o País os rumores sobre a intensa intimidade entre o ex-presidente Luiz Inácio da Silva e Rosemary Nóvoa de Noronha, ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência, em São Paulo, que pediu demissão do cargo após a deflagração da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
De acordo com a PF, Rosemary de Noronha integrava uma quadrilha infiltrada na máquina federal para fraudar pareceres técnicos em favor de empresários que desejavam realizar negócios com o governo ou para outros fins.
Se Lula e Rosemary eram amantes, ou não, é um problema que deve ser tratado a três. Entre os dois e Dona Marisa Letícia, a nossa ex-primeira-dama. A intimidade entre ambos era tamanha, que Rosemary chamava Lula de “tio. 
Pois bem, até nesse tipo de confusão o PT comete lambança, deixando digitais por todos os lados. Por outro lado, o Brasil tem na sua história ex-presidentes que tiveram amantes, mas foram discretos.
Um deles, em viagem ao exterior, escalou na comitiva uma jornalista, sua amante de longa data. Para entrar na suíte do presidente sem ser flagrada pelas câmeras de segurança do hotel, a jornalista-amante foi colocada na parte inferior do carrinho usado por garçons para levar comida aos hóspedes em seus aposentos. Como o carrinho estava coberto por uma elegante toalha branca, a jornalista, de porte pequeno, não foi flagrada pelas câmeras de segurança e passou a noite com o presidente. E para sair pela manhã foi utilizada a mesma estratégia.
Esse pulo do gato se repetiu várias vezes e à época os jornalistas que cobriam o cotidiano do Palácio do Planalto batizaram a tramoia de “Operação Padrão”.
 
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26/11/2012 | Escrito por admin
Conversas com Rosemary de Noronha são bombásticas e devem complicar Lula no âmbito pessoal
http://ucho.info/wp-content/uploads/2012/11/rosemary_noronha_03.jpgBarril de pólvora – O desdobramento da Operação Porto Seguro deve ser constrangedor para o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, devido ao teor das muitas conversas com Rosemary Nóvoa de Noronha, a quem chama carinhosamente de Rosa. A chefe de gabinete do escritório da Presidência em São Paulo, por sua vez, chamava Lula de “Tio”. 
A Agência Brasileira de Inteligência descobriu ao longo das investigações que Rosemary enviava documentos para endereços em Interlagos e nos Jardins, na capital paulista, tendo como destinatários o próprio Lula e também José Dirceu, o que explica a contínua ingerência de ambos na administração de Dilma Rousseff.
Preocupada com a possibilidade de o material apreendido e os grampos serem destruídos por motivos óbvios, a ABIN já gravou tudo em um sofisticado sistema tecnológico, podendo ser resgatado a qualquer momento.
Nas 122 conversas entre Lula e Rosemary gravadas pela Polícia Federal há conteúdo de todos os gêneros, sendo que em alguns dos telefonemas o ex-presidente pode se complicar de maneira séria no âmbito pessoal. Algo muito parecido com o que ocorreu durante a Assembleia Nacional Constituinte, quando surgiu nos bastidores petistas uma tal Dra. Zeca.
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26/11/2012 | Escrito por admin
Empresário que conhece Lula declarou ao ucho.infoque intimidade com Rosemary Noronha é explosiva
http://ucho.info/wp-content/uploads/2012/11/rosemary_noronha_04.jpgBomba a caminho – Um renomado empresário da capital paulista, que conhece com propriedade e certa dose de intimidade Luiz Inácio da Silva e José Dirceu, disse há instantes ao editor do ucho.info que na esteira da Operação Porto Segur, da Polícia Federal, a bomba tende a estourar no colo do ex-presidente da República. 
O empresário disse ainda que ao pedir à presidente Dilma Rousseff que mantivesse Rosemary Nóvoa de Noronhana chefia de gabinete do escritório da Presidência, em São Paulo, Lula não o fez somente pela confiança que tinha na funcionária e pelos inúmeros segredos que ela guardava, mas principalmente pela relação de intimidade entre ambos.
Rosemary, mesmo estando subordinada à presidente Dilma Rousseff, continuava servindo a Lula e José Dirceu. Caso as gravações feitas pela Polícia Federal vazem, Lula estará liquidado politicamente, afirmou o empresário, sob a condição de anonimato. 

Servidores lesados protestam contra desgoverno


Trabalhadores das secretarias de Obras e Saúde promovem desde cedo um melancólico adeus ao desgoverno Maurino Magalhães, o pior prefeito da história político-administrativa de Marabá.
Os servidores aproveitam a manhã nublada e protestam em frente às respectivas secretarias por conta de salários atrasados há pelo menos três meses, enquanto o Sindicato dos Servidores da Saúde Pública do Pará (Sintesp) anuncia a suspensão até dos serviços essenciais por falta de material hospitalar.   

Luis Carlos Pies desagrada o PT pra Valer


Três ex-candidatos à Câmara Municipal pela tendência PT pra Valer divulgaram nota criticando a “atitude do vice-prefeito Luis Carlos Pies de querer indicar, isoladamente, o nome de Bressan para ocupar a secretaria de educação”. Assinado por Milton Maranhense, Wilson Simões e Roberto da 33 (1519 votos do PTPV no pleito recente, equivalente a 22,47% dos votos totais a vereador), o documento teria sido encaminhado ao prefeito eleito João Salame, ao presidente do PT Luis Bressan, e à equipe Coletivo de Tendências (AS, DS, UL, PTPV). Uma cópia foi divulgada pelo blog de Aurismar Queiroz, da diretoria do Sintepp Marabá. Eis, na íntegra, o texto datado de 07.12.2012:

“Para um futuro político promissor e fortalecimento do PT em Marabá, através da composição do novo governo, avaliando a proporcionalidade dos votos dos candidatos e candidatas pelas suas tendências apresentada pelo nosso excelentíssimo vice-prefeito eleito, Sr. Luiz Carlos Pies, com 67% para o PT pra Valer dos votos, nós candidatos, Milton Maranhense com 989 votos, Wilson Simões com 308 votos e (Roberto da 33 com 222votos) chegamos em um consenso de maior fortalecimento do partido e precisamos participar das discussões, sendo proposto abaixo duas situações, das quais consideramos importantes:

Proposta 1
Toinha A.S. assumir a Secretaria de Educação.
Marcelo U.L. assumir Secretaria de Turismo.
Bressan PTPV assumir outra Secretaria.
Milton Maranhense PTPV assumir o mandato como vereador.

Proposta 2
SDU ou Secretaria de Saúde PTPV - Luíz Carlos ou Bressan
Turismo UL - Marcelo
Agricultura PTPV - Milton Maranhense
E outra Secretaria AS - indicação da vereadora Toinha
De outra forma, nós Milton Maranhense, Wilson Simões e Roberto da 33 que totalizamos 1519 votos do PTPV equivalente a 22,47% dos votos totais a vereador, não concordamos com a contabilização apresentada para o cenário de indicação do partido, pois não fomos ouvidos e nem participamos de qualquer discussão relacionada a composição e nesse sentido, queremos somar forças a AS, DS e UL que somam 33% dos votos para vereador e em resumo esta nova configuração resulta em 56,23% dos votos totais.
Para que a zona Rural seja comtemplada e representada politicamente faz-se necessário a inclusão de Milton Maranhense para ser uma voz pública, como vereador ou Secretário, para trazer as melhorias que muitos anos são mais que imperativas.” 

Valério põe Lula no mensalão

No Estadão.com.br:

Lula deu 'ok' a empréstimos do mensalão e recebeu de esquema, diz Valério

Novas acusações fazem parte de depoimento prestado por empresário mineiro à Procuradoria-Geral da República em 24 de setembro, dias após ser condenado pelo STF

11 de dezembro de 2012 | 2h 06
Felipe Recondo, Alana Rizzo e Fausto Macedo, de O Estado de S.Paulo
O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza disse no depoimento prestado em setembro à Procuradoria-Geral da República que o esquema do mensalão ajudou a bancar "despesas pessoais" de Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio a uma série de acusações, também afirmou que o ex-presidente deu "ok", em reunião dentro do Palácio do Planalto, para os empréstimos bancários que viriam a irrigar os pagamentos de deputados da base aliada.

Freud e Lula na Granja do Torto no fim de 2002 - Beto Barata/AE
Beto Barata/AE
Freud e Lula na Granja do Torto no fim de 2002
Valério ainda afirmou que Lula atuou a fim de obter dinheiro da Portugal Telecom para o PT. Disse que seus advogados são pagos pelo partido. Também deu detalhes de uma suposta ameaça de morte que teria recebido de Paulo Okamotto, ex-integrante do governo que hoje dirige o instituto do ex-presidente, além de ter relatado a montagem de uma suposta "blindagem" de petistas contra denúncias de corrupção em Santo André na gestão Celso Daniel. Por fim, acusou outros políticos de terem sido beneficiados pelo chamado valerioduto, entre eles o senador Humberto Costa (PT-PE).
A existência do depoimento com novas acusações do empresário mineiro foi revelada peloEstado em 1.º de novembro. Após ser condenado pelo Supremo como o "operador" do mensalão, Valério procurou voluntariamente a Procuradoria-Geral da República. Queria, em troca do novo depoimento e de mais informações de que ainda afirma dispor , obter proteção e redução de sua pena. A oitiva ocorreu no dia 24 de setembro em Brasília - começou às 9h30 e terminou três horas e meia depois; 13 páginas foram preenchidas com as declarações do empresário, cujos detalhes eram mantidos em segredo até agora.
O Estado teve acesso à íntegra do depoimento, assinado pelo advogado do empresário, o criminalista Marcelo Leonardo, pela subprocuradora da República Cláudia Sampaio e pela procuradora da República Raquel Branquinho.
Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com "gastos pessoais" bem no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. Os recursos foram depositados, segundo o empresário, na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy, uma espécie de "faz-tudo" de Lula.
O operador do mensalão afirmou ter havido dois repasses, mas só especificou um deles, de aproximadamente R$ 100 mil. Ao investigar o mensalão, a CPI dos Correios detectou, em 2005, um pagamento feito pela SMPB, agência de publicidade de Valério, à empresa de Freud. O depósito foi feito, segundo dados do sigilo quebrado pela comissão, em 21 e janeiro de 2003, no valor de R$ 98.500.
Segundo o depoimento de Valério, o dinheiro tinha Lula como destinatário. Não há detalhes sobre quais seriam os "gastos pessoais" do ex-presidente.
Ainda segundo o depoimento de setembro, Lula deu o "ok" para que as empresas de Valério pegassem empréstimos com os bancos BMG e Rural. Segundo concluiu o Supremo, as operações foram fraudulentas e o dinheiro, usado para comprar apoio político no Congresso no primeiro mandato do petista na Presidência.
No relato feito ao Ministério Público, Valério afirmou que no início de 2003 se reuniu com o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o tesoureiro do PT à época, Delúbio Soares, no segundo andar do Palácio do Planalto, numa sala que ele descreveu como "ampla" que servia para "reuniões" e, às vezes, "para refeições".
Ao longo dessa reunião, Dirceu teria afirmado que Delúbio, quando negociava com Valério, falava em seu nome e em nome de Lula. E acertaram, ainda segundo Valério, os empréstimos.
Nessa primeira etapa, Dirceu teria autorizado o empresário a pegar até R$ 10 milhões emprestados. Terminada a reunião, contou Valério, os três subiram por uma escada que levava ao gabinete de Lula. Lá, na presença do presidente, passaram três minutos. O empresário contou que o acerto firmado minutos antes foi relatado a Lula, que teria dito "ok".
Dias depois, Valério relatou ter procurado José Roberto Salgado, dirigente do Banco Rural, para falar do assunto. Disse nessa conversa que Dirceu, seguindo orientação de Lula, havia garantido que o empréstimo seria honrado. A operação foi feita. Valério conta no depoimento que, esgotado o limite de R$ 10 milhões, uma nova reunião foi marcada no Palácio do Planalto. Dirceu o teria autorizado a pegar mais R$ 12 milhões emprestados.
Portugal Telecom. Em outro episódio avaliado pelo STF, Lula foi novamente colocado como protagonista por Valério. Segundo o empresário, o ex-presidente negociou com Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, o repasse de recursos para o PT. Segundo Valério, Lula e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, reuniram-se com Miguel Horta no Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria R$ 7 milhões para o PT. O dinheiro, conforme Valério, entrou pelas contas de publicitários que prestaram serviços para campanhas petistas.
As negociações com a Portugal Telecom estariam por trás da viagem feita em 2005 a Portugal por Valério, seu ex-advogado Rogério Tolentino, e o ex-secretário do PTB Emerson Palmieri.
Segundo o presidente do PTB, Roberto Jefferson, Dirceu havia incumbido Valério de ir a Portugal para negociar a doação de recursos da Portugal Telecom para o PT e o PTB. Essa missão e os depoimentos de Jefferson e Palmieri foram usados para comprovar o envolvimento de José Dirceu no mensalão.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Essa aliança não vai dar certo...


Nota sobre a indicação do secretário de Educação do Governo Salame


Vice-prefeito eleito começa a mostrar para que veio, pois já começou a criar os primeiros problemas para a nova gestão!

Por que a Educação?!
Com todo respeito a nossa categoria e a sociedade marabaense, queremos deixar claro que não podemos nos calar diante do impasse criado em torno da Secretaria Municipal de Educação. Luiz Carlos, o vice-prefeito eleito, tem sufocado a todos com o seu desejo de mandar na SEMED. O mesmo está passando dos limites e centraliza todos os poderes de decisão em suas mãos e não quer permitir que as demais forças políticas e muito menos os trabalhadores em educação, opinem sobre quem será o novo Secretário.
Exatamente por isso, e porque lutamos todos os dias contra este tipo de postura, é que decidimos ser contra a presença de Luiz Carlos e de pessoas ligadas ao seu grupo conduzindo a nossa Secretaria. Temos a clareza de que o PT é muito maior do que Luiz Carlos e o Bressan, e, exatamente por isso, concordamos que a Toinha do PT é de longe a única pessoa do Partido dos Trabalhadores capaz de conduzir e implementar o Programa de Governo do prefeito eleito, João Salame Neto.
Tivemos informações de que o Sr. Luiz Carlos e seu grupo avaliaram o nosso PCCR como uma Lei cheia de exageros. Exageros estes que valorizaram a nossa categoria! Isso no mínimo acende uma luz amarela e nos deixa todos em estado de alerta, pois o Programa de Governo do João foi amplamente divulgado no seio da categoria. João fez questão de assinar uma carta compromisso com as pautas dos trabalhadores da educação. Não podemos permitir que a indicação de Luiz Carlos, Bressan ou qualquer outra pessoa ligada a estes senhores, seja sinônimo de qualquer ameaça às nossas conquistas e às nossas lutas. Portanto, queremos deixar claro que não vamos nos curvar à prática hegemonista do Sr. Luiz Carlos Pies e seu grupo e estamos dispostos a ir até as últimas consequências para defender os interesses de nossa categoria.
Toinha do PT foi a única vereadora eleita por seu partido, mesmo sem o apoio do PT pra valer do Sr. Luiz Carlos, que investiu pesado na candidatura do candidato Bressan. Imagine se o vice precisasse dos votos proporcionais para garantir a sua eleição?! Temos certeza que não estaríamos passando por este problema, pois não temos dúvidas de que Luiz Carlos não teria chegado nem para vereador. Diferente de Luiz Carlos e seu grupo, Toinha do PT já militou como Coordenadora Geral do SINTEPP DE MARABÁ e exatamente por isso tem o conhecimento necessário sobre as nossas lutas e reivindicações históricas.
                Diante de tudo isso, vemos como um grande equívoco permitir que o Sr. Luiz Carlos tenha tanta influência no Governo eleito. A luta pelo poder dentro da SEMED acabará apenas mudando a sigla partidária presente naquele órgão e os servidores é que “vamos” continuar pagando a conta de tudo isso. A Secretaria de Educação é fundamental para todos os trabalhadores em educação e é por isso que sempre apostamos no nome de pessoas preparadas não apenas tecnicamente, mas com experiência e capacidade política para lidar com as diferenças, pois só assim podemos construir juntos uma proposta essencialmente classista; voltada para garantir a verdadeira valorização de todos os servidores da educação.
                Concordamos que acordos políticos podem ser revistos, desde que seja para garantir um bem maior, neste caso a educação é o nosso bem maior. A Secretaria de Educação precisa voltar para o PPS, pois não aceitamos que uma pasta tão importante vire refém de disputas internas e muito menos parte de um profundo egoísmo presente na postura do Sr. Luiz Carlos. Por outro lado, caso os acordos sejam mantidos, e a SEMED fique realmente com o PT, torna-se condição essencial para nós que o nome escolhido seja homologado pela categoria em voto direito. Queremos ratificar a você, João Salame e a todos àqueles que acreditam que você é a verdadeira mudança, que nós e a categoria apostamos no nome da Vereadora Toinha do PT, pois não podemos aceitar amadorismo na SEMED; não podemos aceitar a falta de conhecimento e experiência. A categoria não pode esperar que estas pessoas aprendam ou adquiram experiência; a categoria não vai suportar mais um Ney Calandrine na Secretaria de Educação.
                Esperamos que o prefeito eleito assuma o controle da situação e não permita que a SEMED se transforme num instrumento político voltado ao empreguismo e a corrupção. A hora de mostrar que está do lado da categoria é essa!
                O SINTEPP, enquanto entidade representativa dos trabalhadores em educação estará vigilante, pois precisamos por um fim o quanto antes neste impasse criado pelo Sr. Luiz Carlos Pies.
A Coordenação
Wendel Bezerra, Francisco Neto, Arnaldo dos Santos, Edivaldo Viana, Tatiana Alves, Aurismar Queiroz, Lucimar Tavares, Ana Corrêa e Suely Vidal
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Já está na boca do povo que o vice nem sequer tomou posse e já estaria conspirando para derrubar João Salame.
Pense!...

Os meandros da república corrupta

No Parsifal Pontes:

Como se desmonta uma operação da PF

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A cúpula do PT, ao saber que a ex-chefe de gabinete da presidência da República em São Paulo, Rosemary de Noronha, ameaçava revelações de alcova, providenciou o que a imprensa chamou de “Operação Abafa Rose”.
> Okamoto e Luiz Dulci, os panos quentes
Como em outras empreitadas do estilo, Paulo Okamoto, o presidente do Instituto Lula e o ex-ministro Luiz Dulci foram escalados para acalmar Rose.
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Conta Mônica Bérgamo que quando Okamoto chegou ao apartamento de Rose ela estava irreconhecível: com os cabelos despenteados e alterando a voz, blasfemava contar o que sabia se a abandonassem.
Okamoto afirmou-lhe apoio e declarou que disporia do ex-ministro Marcio Thomaz Bastos para defendê-la. Quando Rose se acalmou, Okamoto ligou ao ex-presidente Lula e colocou-a na linha.
> Thomaz Bastos aconselhou Celso Vilardi
Márcio Thomaz Bastos ponderou que se assumisse a defesa de Rose a imprensa ligaria a contratação a Lula e indicou um dos mais caros e requisitados criminalistas de São Paulo, Celso Vilardi (foi contratado por Eike Batista para a defesa do filho que matou, por atropelamento, um rapaz no Rio de Janeiro), que assumiu a causa.
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> Comandos em ação no Congresso
Ao ver que a oposição se articulava para abrir uma CPI, o governo organizou um comando nas duas Casas para abortar a operação: no Senado convocou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e na Câmara Federal o escalado foi o deputado Henrique Alves (PMDB-RN).
> Lula age desde São Paulo
Em São Paulo, a sede do Instituto Lula transformou-se no quartel general do controle da crise, de onde Lula convidou o alto comando do PSDB, que atendeu ao chamado.
PT e PSDB fizeram um pacto de cavalheiros: o PSDB exigiria esclarecimentos sobre o episódio, mas se restringiria à cadeia institucional indiciada, ficando implícito que Rosemary Noronha e a sua relação com Lula não teria pauta.
Lula agiu ainda junto ao Ministério da Justiça para que o inquérito da PF que seguiu à “Operação Porto Seguro” fosse finalizado o mais rápido possível.
> Inquérito finaliza em tempo recorde
O Ministro da Justiça agiu e o inquérito teve a finalização mais rápida “da história desse país”: em uma semana, no final da sexta-feira (07) a peça foi concluída e enviada à 5ª Vara da Justiça Federal, em São Paulo.
Pronto: acabou a “Operação Porto Seguro”.


domingo, 9 de dezembro de 2012

Dom Casaldáliga: marcado para morrer



Por Altamiro Borges

Ameaçado de morte por ruralistas, o bispo emérito Dom Pedro Casaldáliga, de 84 anos, foi forçado nesta semana a deixar a casa em que residia na cidade de São Félix do Araguaia, a 1.159 quilômetros de Cuiabá (MT). Um dos maiores representantes da Teologia da Libertação e um ativo defensor das comunidades indígenas, ele passou a sofrer ameaças diretas após a decisão da Justiça da retirada dos grileiros das terras dos índios Xavantes, que deve começar a ser efetuada a partir desta segunda-feira, dia 10.

Escoltado pela Polícia Federal

Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), um grupo de jagunços anunciou abertamente que Dom Casaldáliga “era o problema” da tensa região e que “faria uma visita para ele”. A própria Polícia Federal recomendou a imediata retirada do religioso da cidade devido à vulnerabilidade da humilde residência em que ele vivia há muitos anos. A PF alegou temer por sua segurança, já que a casa nem sequer possui muros e o bispo emérito com a sua saúde debilitada, em decorrência de sofrer do “mal de Parkinson”.

Segundo revelou hoje o G1, “Casaldáliga e mais um padre deixaram São Félix do Araguaia na madrugada da última sexta-feira (7), por volta das 5h, escoltados por um policial federal. O agente fez a segurança dos religiosos até o aeroporto da cidade. Em um voo fretado, eles seguiram até Brasília. No Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, os dois religiosos foram recebidos por outra equipe da PF que não informou ao G1 se os religiosos permaneceram na capital federal ou se seguiram para outra localidade”.

O bispo dos pobres

Dom Pedro Casaldáliga ganhou projeção mundial por sua corajosa resistência à ditadura militar. Ele sempre esteve ligado às lutas das camadas mais carentes da sociedade. Com a guinada conservadora no Vaticano a partir dos anos 1990, o bispo emérito sofreu forte pressão da cúpula da Igreja Católica. Em 2005, ele se aposentou, mas continuou residindo em São Félix do Araguaia e participando dos bons combates na região. Dedicava-se, especialmente, à defesa das comunidades indígenas, perseguidas pelos latifundiários.

As ameaças contra ele ficaram ainda mais explícitas a partir da decisão da Justiça sobre a Terra Indígena Marãiwatsédé. Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), a reserva foi homologada por decreto presidencial em 1998 e reconhecida por sucessivas decisões judiciais, legitimando o direito constitucional do povo xavante de voltar a viver em seu local originário. Para fazer cumprir a decisão, homens do Exército das policias Federal e Rodoviária estão na comunidade de Posto da Mata. O clima é tenso na região.

Reproduzo abaixo nota de solidariedade de várias instituições ao corajoso bispo Dom Pedro Casaldáliga:

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Ao se aproximar a desintrusão da Terra Indígena Marãiwatsèdè, após mais de 20 anos de invasão, quando os não-indígenas estão para ser retirados desta área, multiplicam-se as manifestações de fazendeiros, políticos e dos próprios meios de comunicação contra a ação da justiça.

Neste momento de desespero, uma das pessoas mais visadas pelos invasores e pelos que os defendem é Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia, a quem estão querendo, irresponsável e inescrupulosamente, imputar a responsabilidade pela demarcação da área Xavante nas terras do Posto da Mata.

As entidades que assinam esta nota querem externar sua mais irrestrita solidariedade a Dom Pedro. Desde o momento em que pisou este chão do Araguaia e mais precisamente, desde a hora em que foi sagrado bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia, sua ação sempre se pautou na defesa dos interesses dos mais pobres, os povos indígenas, os posseiros e os peões. Todos sabem que Dom Pedro e a Prelazia sempre deram apoio a todas as ocupações de terra pelos posseiros e sem terra e como estas ocupações foram o suporte que possibilitou a criação da maior parte dos municípios da região.

Em relação à terra indígena Marãiwatsèdè, dos Xavante, os primeiros moradores da região nas décadas de 1930, 40 e 50 são testemunhas da presença dos indígenas na região e como eles perambulavam por toda ela.  Foi com a chegada das empresas agropecuárias, na década de 1960, com apoio do governo militar, que a Suiá Missu se estabeleceu nas proximidades de uma das aldeias e  até mesmo conseguiu o apoio do Serviço de Proteção ao Indio para se ver livre  da presença dos indígenas. A imprensa nacional noticiou a retirada de 289 xavante da região os quais foram transportados em aviões da FAB, em 1966, para a aldeia de São Marcos, no município de Barra do Garças.

Em 1992, a AGIP, empresa italiana que tinha comprado a Suiá Missu das mãos da família Ometto, quis se desfazer destas terras. Por ocasião da ECO-92, sob pressão inclusive internacional, a empresa destinou 165.000 hectares para os Xavante que, durante todo este tempo, sonhavam em voltar à terra de onde tinham sido arrancados. Imediatamente  fazendeiros e políticos da região fizeram uma grande campanha para ocupar a área que fora reservada aos Xavante, precisamente para impedir que os mesmos retornassem. Já no dia 20 de junho de 1992, algumas áreas tinham sido ocupadas e foi feita uma reunião no Posto da Mata, da qual participaram políticos de São Félix do Araguaia e de Alto Boa Vista e também havia repórteres.

A reunião foi toda gravada. As falas deixam mais do que claro que a invasão da área era  exatamente para impedir a volta dos  Xavante. “Se a população achou por bem tomar conta dessa terra em vez de dá-la para os índios, nós temos que dar esse respaldo para o povo” (José Antônio de Almeida – Bau, prefeito de São Félix do Araguaia).  “A finalidade dessa reunião é tentarmos organizar mais os posseiros que estão dentro da área… Se for colocar índio no seu habitat natural, tem que mandar índio lá para Jacareacanga, ou Amazonas, ou Pará…” (Osmar Kalil – Mazim, candidato a prefeito do Alto Boa Vista). “Nós ajudamos até todos os posseiros daqui serem localizados… Chegou a um ponto, ou nós ou eles (os Xavante) porque nós temos o direito… Dizer que aqui tem muito índio? Aqueles que estão preocupados com os índios que tem que assentar. Tem um monte de país que não tem índio. Pode levar a metade… Na Itália tem índio? Não, não tem! Leva! Leva pra lá! Carrega pra lá! Agora, não vem jogar em nós, não… ( Filemon Costa Limoeiro, à época funcionário do Fórum de São Félix do Araguaia)

A área reservada aos Xavante foi toda ocupada por fazendeiros, políticos e comerciantes. Muitos pequenos foram incentivados e apoiados a ocupar algumas pequenas áreas para dar cobertura aos grandes. O governo da República, porém estava agindo e logo,  em 1993, declarou a área como Terra Indígena que foi demarcada e, em 1998 homologada pelo presidente FHC.  Só agora é que a justiça está reconhecendo de maneira definitiva o direito maior dos índios.  O que D. Pedro sempre pediu, em relação a esta terra, foi que os pequenos que entraram enganados, fossem assentados em outras terras da Reformas Agrária. Mas o que se vê é que, ontem como hoje, os pequenos continuam sendo massa de manobra nas mãos dos grandes e dos políticos na tentativa de não se garantir aos povos indígenas um direito que lhes é reconhecido pela Constituição Brasileira.

Mais uma vez, queremos manifestar nossa solidariedade a Dom Pedro e denunciar mais esta mentira de parte daqueles que tentam eximir-se da sua responsabilidade sobre a situação de sofrimento, tensão e ameaça de violência que eles mesmos criaram, jogando esta responsabilidade sobre os ombros de nosso bispo emérito.

5 de dezembro de 2012

- Conselho Indigenista Missionário – CIMI – Brasilia

- Comissão Pastoral da Terra – CPT – Goiânia

- Escritório de Direitos Humanos da Prelazia de São Félix do Araguaia – São Félix do Araguaia

- Associação de Educação e Assistência Social Nossa Senhora da Assunção – ANSA – São Félix do Araguaia

- Instituto Humana Raça Fêmina – Inhurafe – São Félix do Araguaia

- Associação Terra Viva – Porto Alegre do Norte

- Associação Alvorada – Vila Rica

- Associação de Artesanato Arte Nossa – São Félix do Araguaia

A desfaçatez do PT


Presidente do PT descarta expulsão de

condenados no mensalão

O presidente do PT, Rui Falcão (Foto: Flavio Moraes/G1) 
O presidente do PT, Rui Falcão
O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou neste sábado (8) que o partido não vai expulsar os petistas condenados no processo do mensalão. O Diretório Nacional do partido, reunido neste sábado em Brasília, disse o dirigente, não considera os crimes atribuídos a eles como "infamantes" e reitera que a condenação do Supremo Tribunal Federal teve viés político.

No julgamento, foram condenados dois ex-presidentes do PT, José Dirceu e José Genoino; o ex-tesoureiro Delúbio Soares; e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha. Exceto Genoino, todos deverão iniciar o cumprimento da pena em regime fechado.

Rui Falcão disse ainda que há militantes do partido dispostos a contribuírem voluntariamente com o pagamento das multas estabelecidas aos condenados no mensalão.

"Até porque os companheiros não têm recursos para pagarem essas multas totalmente desproporcionais aos crimes que lhe são imputados", disse Falcão, que também disse estar disposto a contribuir.

O artigo 231 do Estatuto do PT, aprovado em fevereiro deste ano, prevê que serão expulsos do partido membros condenados por "crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas", com sentença transitada em julgado, como é o caso do processo do mensalão.

Não existe na legislação penal brasileira tipificação para crime "infamante", mas no meio jurídico, são considerados assim delitos que causem desonra ou maior reprovação social de quem os praticou.

Questionado sobre o motivo da exceção, Rui Falcão afirmou que o diretório considera que "não houve compra de votos nem tampouco aplicação de recursos públicos".

"Quem aplica o estatuto do partido é a direção do partido. Não vemos primeiro nenhum crime infamante, que é o que diz o estatuto e segundo nós questionamos o caráter político do julgamento do STF", afirmou Rui Falcão.

Falcão afirmou que os petistas condenados "seguem sua vida normalmente com todos os direitos partidários assegurados".

Dirceu 'satisfeito'
 - O presidente do PT disse ainda que o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu - apontado pelo STF como o "mandante" do esquema do mensalão - , está "satisfeito" com adefesa do partido aos filiados condenados e a apoio dado a eles. Dirceu esteve nas reuniões do Diretório, mas entrou e saiu pela garagem.

Rui Falcão disse ainda que há militantes do partido dispostos a contribuírem voluntariamente com o pagamento das multas estabelecidas aos condenados no mensalão.

"Até porque os companheiros não têm recursos para pagarem essas multas totalmente desproporcionais aos crimes que lhe são imputados", disse Falcão, que também disse estar disposto a contribuir.

O artigo 231 do Estatuto do PT, aprovado em fevereiro deste ano, prevê que serão expulsos do partido membros condenados por "crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas", com sentença transitada em julgado, como é o caso do processo do mensalão.

Não existe na legislação penal brasileira tipificação para crime "infamante", mas no meio jurídico, são considerados assim delitos que causem desonra ou maior reprovação social de quem os praticou.

Questionado sobre o motivo da exceção, Rui Falcão afirmou que o diretório considera que "não houve compra de votos nem tampouco aplicação de recursos públicos".

"Quem aplica o estatuto do partido é a direção do partido. Não vemos primeiro nenhum crime infamante, que é o que diz o estatuto e segundo nós questionamos o caráter político do julgamento do STF", afirmou Rui Falcão.

Falcão afirmou que os petistas condenados "seguem sua vida normalmente com todos os direitos partidários assegurados". (Fonte: G1)

sábado, 8 de dezembro de 2012

Enchente



Defesa Civil Municipal de Imperatriz, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, representantes do Consórcio Estreito de Energia (Ceste) e de outros órgãos reuniram-se esta semana num Seminário de Gestão de Inundações para o caso de enchente do Tocantins.
É correto. As chuvas indicam já a chegada do inverno e é bom prevenir. Enquanto isso, em Marabá, o aguaceiro nem precisa ser torrencial para levar a pique bairros inteiros.
De minha parte, espero sempre que cada inverno possa levar a tornar realidade o grande sonho da minha vida: sair de barco na Velha Marabá, com uma vara de 20 metros procurando: 
- “Antigamente, aqui era o teto do Armazém Paraíba”.