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Ilustração do suíco Erik Johansson |
Ademir Braz
Como
pássaros, as ondas buscam em bando
a
placidez d’areia e sobre ela tecem ninhos
de
folhas, talos, conchas, destroços náufragos.
Na
praia infinda, coqueiros bailam ao sol
sob a carícia incessante dos ventos.
Lá
distante, barcos surreais que, no dia,
arranham
a costa plúmbea das águas,
luzem
à noite como vagos pirilampos.
Um comentário:
Meu caro beletrista e imortal, mais uma vez brincas com as palavras para descrever um dos maiores paraísos do país. Que Bragi continue a te ilunminar!
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