Pages

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Anunciados

Está no blog do ilustre deputado Parsifal Pontes. Tente descobrir quantos técnicos estão na lista. 

 Os nomes já anunciados por Simão Jatene

Até o dia de ontem, o governador eleito Simão Jatene já anunciou 23 membros do seu governo que se inicia em 1º de janeiro de 2011.
São eles:
tab

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Tião bate o pé. Dançou?


Sob o título “Outra leva de Secretários”, está no blog da Franssinete:

“O governador eleito Simão Jatene confirmou há pouco o deputado federal Asdrúbal Bentes, peemedebista histórico, para a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Estado (Sepaq), e Sérgio Duboc, técnico do Banco Central, ex-secretário adjunto da Setran na época de Amaro Klautau, ex-presidente da Enasa e atual diretor financeiro da Alepa, para diretor superintendente do Detran.
A ex- diretora da ADA (Sudam), ex-secretária da Fazenda e ex-secretária especial de Gestão Teresa Luzia Mártires Coleho Cativo Rosa, foi a escolhida para titular da Secretaria do Meio Ambiente.
José Alberto Colares, técnico da Seplan, vai presidir o Ideflor (Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará). Maria do Carmo Lobato, médica otorrinolaringologista, ex-diretora do Hospital de Clínicas e do Metropolitano, será presidente da Fundação Santa Casa de Misericórdia e Ana Lydia Cabeça, médica nefrologista, dirigirá o Hospital das Clínicas.
Theo Flexa Ribeiro Pires, atual diretor de Informática do TRT da 8ª Região, vai presidir a Prodepa, Empresa de Processamento de Dados do Pará.
Para a titularidade da Setran, a agonia continua. Jatene está sendo muito pressionado por Jader Barbalho, que quer emplacar lá o deputado estadual Chicão, a fim de abrir vaga para Ozório Juvenil, filho do presidente da Alepa e seu antigo aliado. O problema é que o deputado eleito Tião Miranda (PTB), ex-prefeito de Marabá e ex-superintendente do Sebrae, está batendo o pé e ameaça virar oposição se não for guindado ao cargo. (Grifei)
Para a Comunicação e a Cultura, onde nomes de arrepiar vêm sendo cogitados, ainda não houve anúncio. Nesta quarta-feira, Jatene ficou revelar outros membros de sua equipe.”
Tião anda uma arara com Jatene.
o promesseiro





PMDB sem fronteiras

Requentando o governo


“O PMDB, diz em seu blog o deputado Parsifal Pontes, além de Hildegardo Nunes para a SAGRI e Antônio José para a SEIR, definiu o deputado estadual Francisco Melo para a Secretaria de Transportes e o deputado federal Asdrúbal Bentes para a Secretaria de Pesca.
Com as duas últimas indicações, assumem a Assembléia Legislativa o 1º suplente de deputado estadual Ozório Juvenil e o 1º suplente de deputado federal Luiz Otávio.
Ao PMDB, ainda falta indicar o titular da SEDURB. Caso a indicação não ocorra até o dia 1º de janeiro, a pasta será acumulada pelo Secretário de Governo até que haja o nome para preenche-la.
No 1º escalão do governo de Simão Jatene, portanto, o PMDB ocupará as cinco secretarias citadas.”
Simão Jatene, vale lembrar, é do PSDB, em tese, oposição ao governo federal, onde o PMDB tem por vice-presidente o fisiológico Michel Temer.
Na postagem de Parsifal, um anônimo aponta incoerências:
“As bolas estão trocadas. Vai o especialista em Direito Fundiario para a Pesca (será que Jatene ou Jader confundiram o oceano Atlantico com a Floresta Amazonica?), o médico para o Transportes, a assistente social para a Ficalização Agropecuaria, o engenheiro florestal para a Integração, o pastor, especialista em Teologia, para o Transito, o engenheiro eletrecista para a Companhia das Águas, o farmacêutico para a Previdência.
Pára. Pára. Pára. Jatene, o que houve, meu irmãozinho?”

As perdas pessoais de Asdrúbal Bentes

A ida de Asdrúbal Bentes para o governo Simão Jatene, já confirmada, não é prejuizo apenas para Marabá e região. Ele próprio vai perder 15 salários mensais de R$ 25.703,00 por ano, mais R$ 60 mil por mês para contratar funcionários sem concurso público.
Perde, igualmente, gasolina, carro alugado e passagens aéreas - tudo de graça para deputado estadual.
perde a verba de R$ 30 mil mensais para custeio de telefone, internet, telégrafo etc; R$ 3 mil mensais de auxílio-moradia, se dispensar um apartamento funcional que ocupa, no máximo, dois ou três dias por semana que passar em Brasília.
Trocar tudo isso pela merreca de secretário da Pesca de um Estado cada vez mais falido e sem política pesqueira é inimaginável.
Enquanto não assume, Asdrúbal treina pescar traíra na Grota Criminosa

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

“Ai daquele que acumula o que não é seu”

A propósito da crônica do Dr. Valdinar Monteiro, recebi do amigo e colega Plínio Pinheiro Neto o comentário que, por ser enormemente válido nesses tempos obscuros e de vaidade sem causa em que vivemos em Marabá, deve ser compartilhado para análise e cotejo com a realidade.

Parece difícil entender o que o nosso amado irmão em Cristo Jesus, Valdinar Monteiro de Souza diz ao referir-se à autoridade e ao seu manuseio pelos homens. Na verdade é a autoridade que tem procedência divina e não o eventual agente da autoridade. Agora, quando a autoridade que tem procedência divina está, temporariamente, nas mãos de alguém, por um principio bíblico devemos respeitar este momentâneo agente da autoridade. Não temos obrigação de conviver com ele, pois o salmista nos fala no Salmo nº 1, que “não devemos nos assentar com os escarnecedores”, no entanto, temos o dever de respeitá-lo e, também, de alertá-lo quanto a responsabilidade que detém sobre os seus ombros, pois, se a autoridade for usada de forma desagradável a DEUS o preço a pagar será muito alto. A história antiga e recente nos dá vários exemplos disso, quanto ao que aconteceu com reis, presidentes, governadores, prefeitos, autoridades eclesiásticas, etc., que transgrediram os princípios divinos e usaram a autoridade DELE como se sua fosse.
Vejo na eleição de alguém que se diz servo de DEUS uma grande oportunidade de este alguém permitir que ELE se glorifique em sua vida e acima de tudo, em seus atos. Preocupo-me, pois ele pode ser uma grande benção na vida dos comandados ou governados, em geral, e na vida do povo de DEUS e consequentemente, na obra do SENHOR no local em que exercer a autoridade. Tudo vai depender do seu testemunho de vida. Não da vida passada, mas da vida nos anos em que o poder temporal estará em suas mãos.
A grande encruzilhada é esta! Ele pode ser uma benção na obra de DEUS, mas poderá ser, também, um grande desastre, quem sabe, de conseqüências difíceis de reparar. Tudo dependerá da sua conduta e da utilização que der à autoridade que não lhe pertence e que tem transitoriamente em suas mãos.
Tenho observado que alguns, todas as vezes que discursam ou tem oportunidade de manifestar-se em público, falam o nome de DEUS e dizem que tem um compromisso de fazê-lo. Isso é muito bom, porém, mais importante do que falar o nome de DEUS, é glorificá-lo em nosso procedimento diário, em nossas atitudes.
A pregação maior é aquela que fazemos como “sal da terra e luz do mundo” (Mt 5.13), por isso, quando a “autoridade que procede de DEUS e em Seu nome é instituída” (Rm 13.1 b) e que, pela Sua misericórdia, transitoriamente é dada aos homens, está em suas mãos,  deve haver um esforço  por honrá-la, para o  bem espiritual do agente da autoridade e para honra e glória do Seu Santo Nome.
O profeta Isaias nos alerta sobre os que têm o nome de DEUS em seus lábios, mas tem o coração distante Dele (Is 29.13) e Mateus em seu Evangelho identicamente nos alerta ( Mt 15.8).
 A história nos conta que no ano 62 antes de Cristo, foi levantada uma suspeita sobre a conduta de Pompéia, mulher do imperador romano Júlio César e este a repudiou. Ao ser interpelado porque o fizera, já que nada ficara provado, ele disse: “à mulher de César não basta parecer honesta, ela tem de ser honesta”. Não apenas o mundo nos alerta quanto a não vivermos de aparência, a Palavra de DEUS, exige que sejamos transparentes e retos em nosso agir.
A parábola da figueira estéril é um magnífico exemplo (Mt 21.18,19), pois se tinha bela folhagem, fatalmente devia ter frutos, já que a figueira apresenta primeiro os pequeninos frutos na ponta dos galhos e só depois nasce a folhagem. JESUS no evangelho de Mateus nos fala: “seja, porém, a tua palavra: sim, sim; não, não. O que disso passar, vem do maligno” (Mt 5.37) e no livro de Apocalipse é dito à igreja de Laodicéia e a nós também: “conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te de minha boca” (Ap 3.15,16).
O meio termo não agrada a DEUS, ou somos o que ELE quer que sejamos e somos DELE, ou não somos e não temos comunhão com ELE.
Outro perigo muito grande para o servo do SENHOR quando está no exercício de um cargo público, é a tentação de se aproveitar das coisas públicas ou de permitir que os seus subordinados o façam. DEUS é muito duro quanto a isso e nos é dito em Habacuque: “Ai daquele que acumula o que não é seu” (Hc 2.6b) e mais: “Ai daquele que ajunta em sua casa bens mal adquiridos” (Hc 2.9ª) e ainda: “Porque a pedra clamará da parede e a trave lhe responderá do madeiramento” (Hc 2.11).
DEUS está dizendo pelo seu profeta, que a própria casa cairá sobre os que se aproveitam do que não é seu. Através do profeta Jeremias o SENHOR também admoesta os seus servos quanto a retidão: “Como a perdiz que choca ovos que não pôs, assim é aquele que ajunta riquezas, mas não retamente; no meio de seus dias as deixará, e no seu fim será insensato” (Jr 17.11).
O amado irmão Valdinar sente-se no dever de alertar os eventuais agentes da autoridade que procede de DEUS quanto aos riscos do poder temporal, sob a ameaça de incorrer naquilo que JESUS reverberou quando nos fala: “Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lc 19.40).

domingo, 26 de dezembro de 2010

Asdrúbal vai pescar

Deputado federal Asdrúbal Bentes vai assumir a Secretaria da Pesca no governo Jatene, por exigência do ex-isso-e-ex-aquiloutro Jader Barbalho. A informação é de anônimo postada no blog do deputado estadual Parsifal Pontes.


Eu não sei se Asdrúbal sabe (ou gosta de, como Jatene) pescar e assim fazer companhia ao novo governador. Mas, se é verdade que ele vai trocar Brasília por pescarias no Xingu, trata-se de final melancólico para o parlamentar mais votado de Marabá.
Com amigos, entre os quais provavelmente  Jatene (à esquerda, de costas)
 Asdrúbal comenta a fartura da sua última pescaria, parte dela ainda assando na brasa




sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A fala de um migrante

O texto abaixo é o comentário de um anônimo residente em Marabá há três décadas, postado na crônica "Confio muito em Deus, mas..."
Trata-se de um ponto de vista muito importante, sobretudo porque destoa do lugar comum, dos que só pensam em si mesmos. Leiam e meditem:

"Vou dar uma opinião sob a ótica de migrante. Antes de tudo quero informar que resido aqui há exatos 30 anos. Embora tenha nascido noutro estado, fui praticamente criado aqui, pois para cá vim com 13 anos de idade. É uma situação complicada para Marabá. Eu, na minhas conjecturas, penso que isso deve-se ao fato da cidade ter em sua maioria uma população migrante. Inclusive os filhos da terra são filhos, netos e bisnetos de migrantes. Acredito que o migrante quando chega aqui e encontra certos dizeres do tipo "filhos de Marabá", ele sente-se como sendo um penetra em uma festa que não foi convidado. Ele vem com sonhos, e quando chega percebe que os sonhos são difíceis de realizar: ter uma casa própria, trabalhar num imóvel comercial próprio. O migrante, que vem pra trabalhar e prosperar, não encontra apoio na terra. Ele não consegue criar vínculos, raízes nessa terra. Então ele vira os ombros para os problemas que assolam a terra. Idem para os "filhos da terra", que também não morrem nem um pouco de paixão por sua mãe. Se a amassem, não a sacaneariam.
Vejam que quando têm oportunidade, eles botam pra quebrar a mãe. No fim, penso que todos pensam em juntar o máximo que puderem, pra num eventual naufrágio da barca, eles saltarem fora bem rapidamente com suas arcas cheias de dinheiro. Na verdade, 99% das pessoas nessa cidade, parecem aguardar sua vez na fila da dilapidação do erário. Os políticos todos comprometidos. São eleitos e reeleitos com financiamentos e compra de votos.
Alguns perpetuaram-se no poder de forma que só sairão de lá, mortos e de morte natural. Esperam viver eternamente.
E se deixarem o osso por algum outro motivo que não seja de morte, deixarão a seus descendentes, os quais estão sendo preparados em boas escolas, fora da cidade que eles tanto alardeiam amar, da qual estufam o peito para se denominarem seus especiais filhos.
A educação que eles apregoam ser boa, não educa a seus filhos.
A saúde que dizem estar melhor que antes (nunca foi boa), não trata da saúde de seus filhos. Já quando seus "filhinhos", futuros herdeiros da aldeia, têm um leve resfriado, correm para Belém ou outro estado da federação em busca de médicos.
É assim que eles amam à sua terra. A educação, saúde e segurança pública, deixam para a escória, que são o restante da população que não tem negócios com eles. Foi assim, é assim, e parece que nunca terá fim.
De fato toda autoridade humana provém de Deus. Aliás, tudo provém d’Ele. Mas isso não significa dizer que Ele esteja de acordo com o que as autoridades terrenas fazem. Ele também não vai mandar um raio na cabeça dessas autoridades e parti-las ao meio.
Cabe à população fazer as mudanças.
O problema é a população "faminta" entender ou ao menos querer ouvir sobre a necessidade da mudança. Em período de eleição qualquer litro de gasolina, consulta, exame, saco de cimento, areia, seixo, tijolo, telha, promessa de emprego no serviço público, etc, vale um voto.
São milhares de desesperados. Deus não compactua com esses governos terrenos e nem irá depô-los.
 Como disse, cabe a nós a deposição desses indigestos."