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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Gazeteiro

Sob o título "Caso Maurino", o blog do Laércio Ribeiro informa:

"Maurino, o prefeito afastado de Marabá, desembarca na tarde desta segunda-feira (31/01) no aeroporto local, vindo de Belém. Também está sendo aguardado para hoje o pronunciamento do deputado João Salame, informando se decide assumir ou não a prefeitura. Ele tem 5 dias para informar a decisão, uma vez que só hoje é que foi notificado oficialmente pela Justiça Eleitoral.
Polêmica - Está dando o que falar publicação do jornal Gazeta de Carajás, de propriedade do Maurino, em circulação na cidade, afirmando que autoridades lamentam o afastamento dele. Na página 7 do periódico, aparecem nove fotos do prefeito afastado, na companhia de alguns políticos, encimadas pela inscrição: "Autoridades que lamentam afastamento do prefeito Maurino Magalhães". Na lista dos supostos queixosos estão a presidente Dilma Roussef, o ex-presidente Lula, o governador Simão Jatene e até o presidente do Tribunal de Justiça.
O que todos estão querendo saber é se todas essas autoridades porventura enviaram carta a Maurino ou fizeram alguma declaração pública comentando o seu caso e lamentando o seu afastamento. Estaria a presidente Dilma Roussef, que viaja hoje para a Argentina, informada sobre os últimos acontecimentos da política marabaense, ao ponto de se manifestar sobre a decisão da Justiça Eleitoral de tirar Maurino do cargo?
Alguém do jornal Gazeta de Carajás terá de explicar direitinho essa história."
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Vamos por parte, como diria Chico Picadinho, aquele que matava e desmontava suas mulheres:
A palavra "gazeta", pelo menos no Brasil e pelas bandas de cá, também possui o interessante sentido de "faltar à aula, ou a qualquer compromisso para gazear", ou seja, ficar na gandaia.
Gazeteiro, segundo o dicionário eletrônico Houaiss, é o "que ou aquele que espalha notícias infundadas; mentiroso, noveleiro".
É neste sentido que deve ser entendido o jornal do Maurino, impresso em Brasília com dinheiro ignorado, e supostamente produzido pelo filho do ex-prefeito, aquele que ocupa a chefia da Assessoria de Imprensa, cargo privativo de jornalista, o que ele não é. 
Lula, Simão Jatene, Dilma Rousseff, até talvez se manifestassem no "Caso Maurino", mas para lamentar que sua cassação definitiva ainda não tenha sido decretada pela Justiça.
Sobre o deputado João Salame, estou torcendo para que ele assuma e desmanche as empucas encastoadas na prefeitura há mais de 17 anos.

Caso assuma, João Salame vai ter de desenterrar raízes mais profundas e
maiores de corrupção do que essas aí, enterradas na administração pública 

domingo, 30 de janeiro de 2011

 Esse prédio do meio, com 32 andares e em fase de conclusão, pertence à Construtora Real e localizava-se na rua 3 de Maio com José Malcher, coração de Belém, capital do Pará.
Por volta das 14h00 deste sábado, o edifício desmoronou como se tivesse sido implodido. As informações são contraditórias e falam em 15 e 30 trabalhadores que estariam na obra e devem estar soterrados.
Edifícios do entorno, pelo menos um deles, ameça cair segundo os bombeiros.
É a segunda vez que ocorre desabamento de edifício em Belém. Em 1987 um prédio denominado Raimundo Farias, localizado na Doca, desabou, matou vários operários e ninguém foi punido. Por conta da morosidade da Justiça paraense, o crime prescreveu.
 
(Fotos e o texto editados a partir do blog de Parsifal Pontes)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Hoje é Dia do Jornalista

Os dois principais newspapers de Marabá destacam hoje, 29 de setembro, o Dia do Jornalista. Ambos deram página inteira destacando o amor à profissão, suas dificuldades de trabalho e da falta de melhor valorização profissional.
O Correio do Tocantins também recebeu as homenagens dos leitores e anunciantes pelos seus 28 anos de existência, registrados no último dia 15 de janeiro. 
Entre os destaques do Opinião, a prata da casa: Bia Cardoso, Nilson Santos, Edinaldo Sousa e Chagas Filhoprofissionais da melhor qualidade, além de Hiroshi Bogéa, que pontifica com seu blog na internet. O jornal tambémdestaque a meu trabalho jornalístico, ilustrado com foto aberta, pelo que muito agradeço.  
De minha parte, na data recordo e homenageio um dos maiores repórteres da América LatinaLúcio Flávio Pinto, que me levou para a redação da Província do Pará no remoto ano de 1972, descortinando o mundo surpreendente de adrenalina, magia, perigo, aventura, dificuldades de toda ordem levantadas a partir do instante em que se ergue o denso manto que cobre os incontáveis interesses subjacentes às relações de poder na sociedade.
Com Lúcio Flávio Pintoamigo diletoquase 40 anos – compartilho a profissão de por ele demonstrada agora mesmo no seu Jornal Pessoal nº 400,da 1ª quinzena de janeiro 2011, a propósito do livro “O escândalo de Daniel Dantas – Duas investigações (Editora Manifesto, 325 páginas) do também jornalista Raimundo Rodrigues Pereira. Leia o texto a seguir:
       
          “O poder de um jornalista, diferentemente de um bandido ou de um policial, que são seus interlocutores, deve derivar apenas da sua inteligência, do potência da sua dialética, dos métodos de investigação que utiliza e da ética que delimita o seu campo de atuação. Com essas características, ele é um dos elementos fundamentais da democracia. Tem a missão de confrontar o poder, pondo em cheque as versões oficiais, identificando os fatos, desmascarando as farsas e tratando de transformar a informação num bem do patrimônio coletivo. Para que cumpra esse papel, o jornalista é, por definição, um outsider, um auditor dos poderes constituídos, um remador contra a maré do conformismo e da submissão, um fiscal do povo, um auditor da sociedade.
Precisa se expor, correr riscos, quando necessário, incluído o risco de errar. O que não pode é aceitar pratos feitos, verdades acondicionadas em dossiês formados por algum agente do enredo, por grupos de pressão e, muito menos, pelo governo. Presta atenção ao que ouve e procura reproduzir com fidelidade o que lhe dizem, quando funciona como entrevistador. Submetendo, porém, ao teste de consistência e à demonstração todos os dados que lhe chegam.
Claro que deve se resguardar dos equívocos, mas errare humanum est, diziam os latinos, sempre ladinos na retórica. Mas se o preço para anunciar uma novidade realmente relevante e do interesse público é arriscar-se ao erro, que venha o cálice amargo. Assim os interessados se manifestarão, os prejudicados contestarão e, talvez, os ratos saiam das suas tocas. O jornalismo que não exerce o ofício de provocar as manifestações da sociedade e a tarefa pedagógica de se antecipar à consumação dos fatos, ao mesmo tempo em que farejar tendências e perspectivas, é cosmética.
Ao lidar com todos os estratos da sociedade, em todos os lugares, em qualquer situação, atravessando cordões de isolamento, penetrando os grossos volumes da burocracia, destripando as contas e os códigos, indo atrás de cada um dos personagens do acontecimento da ocasião, o jornalismo se torna uma via específica de conhecimento, um caminho heurístico próprio, a forma de poder mais democrática e eficiente ao alcance do cidadão. É assim que se explica a frase aparentemente inconseqüente de Millôr Fernandes, o mais sábio dos sábios humoristas: “jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos & molhados.”

Nadas a ver?

Manchete do Correio do Tocantins de hoje:
FORNECEDORES DE PARAUAPEBAS PREOCUPADOS COM CALOTES.
Mas atenção: ninguém está afirmando que a queixa da Associação Comercial e Industrial de Parauapebas se refere, claro, à rasteira que Maurino Magalhães deu num empresário de , no tempo do caixa dois.  
Compra de voto não é a questão?


Anapu: Incra vai retirar irregulares

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) espera resolver o problema da ocupação irregular de lotes do Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança, em Anapu (PA), até o final de março deste ano.
Segundo o chefe-substituto da Unidade Avançada do Incra em Altamira (PA), Elói Farias de Oliveira, a remoção foi discutida na última terça-feira (25), durante a audiência pública coordenada pela Ouvidoria Agrária Nacional, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), para contornar a tensão entre trabalhadores rurais assentados, ocupantes irregulares do local e madeireiros.
De acordo com Antonio José Ferreira da Silva, engenheiro agrônomo que coordena as ações do Incra em Anapu, há, no assentamento, dois grupos de ocupantes em situação irregular. O primeiro engloba 27 famílias, cuja maioria não atende às exigências para continuar na área.
São pessoas que não podem permanecer na área ou porque são ex-beneficiários de programas de reforma agrária, tendo sido assentados em lotes em outros projetosque venderam para comprar um lote no Esperança, sem a anuência do Incra – ou que estão envolvidas com a extração ilegal de madeira”, disse Silva à Agência Brasil.
O segundo grupo inclui 22 pessoas que ocupam a reserva legal do projeto de desenvolvimento sustentável. Neste caso, segundo Silva, o Incra estuda a possibilidade de remanejá-las para outras áreas do próprio assentamento, onde ocupariam lotes atualmente vagos. Ao menos cinco pessoas aceitaram a mudança. “Queremos remanejar 12 destas pessoas em até 15 dias e cinco delas aceitaram”, contou o engenheiro, explicando que uma liminar judicial de novembro de 2010 autoriza a remoção de 22 pessoas.
Localizado a 50 quilômetros do centro de Anapu, o assentamento Esperança se tornou mundialmente conhecido em 2005, quando a missionária católica norte-americana Dorothy Stang foi morta a tiros por assassinos de aluguel. Dorothy foi uma das idealizadoras do projeto de destinar terras para que trabalhadores rurais desenvolvessem projetos sustentáveis na Amazônia.
Vinte por cento da área do projeto é destinada ao assentamento dos trabalhadores rurais, enquanto 80% formam uma reserva natural coletiva. Segundo Silva, até a criação e ocupação do projeto, a área era alvo de grileiros. “Depois que o assentamento foi criado e as pessoas foram assentadas, a extração madeireira quase acabou, mas, em 2009, a coisa voltou a desandar. Não sabemos quanto de madeira saiu, mas sabemos que foi muito.” (Agência Brasil) 

UEPA realiza encontro regional

Com o objetivo de fomentar as reflexões de caráter crítico sobre sustentabilidade e meio ambiente, a Universidade do Estado do Pará – UEPA, campus Marabá, recebeu esta semana o III Encontro Regional dos Estudantes de Engenharia Ambiental, que reuniu professores e estudantes vindos das regiões Norte e Nordeste do Brasil, em Marabá. Aulas práticas, palestras, mesas redondas e visitas a indústrias fizeram parte da programação.
Na oportunidade, Altamiro Schamberg, líder do Pátio de Sucata da Sinobras, falou sobre “A utilização da sucata de aço como insumo para a produção do aço”, pontuando as potencialidades do insumo sucata para a produção do aço na siderúrgica, que recicla o que seria descartado na natureza fomentando a sustentabilidade socioambiental na região. Sobre a participação da Siderúrgica no evento, Altamiro comentou: “Esta é uma excelente oportunidade de abrir as portas da empresa para aos acadêmicos e consequentemente despertar a curiosidade deles para que sejam grandes profissionais e queiram atuar neste ramo, que é tão carente de mão de obra”.
Para a professora Maria Luiza Wiederkehr, assessora pedagógica da UEPA, a participação da Sinobras dentro das instituições de ensino é muito relevante. “Fomentar esse tipo de encontro é positivo, pois abre um relacionamento entre empresas e universidade”.  De acordo com Seidel Santos, coordenador do Campus Marabá da UEPA, a realização de eventos como este na academia é singular, especialmente porque é a universidade que “produz” o profissional para as empresas. “Nossa região é um local onde estão sendo instalados grandes empreendimentos, por issoum grande comprometimento para se formar mão de obra qualificada para que estes profissionais façam a gestão dos recursos da região”, disse o professor salientando ainda que somente a UEPA ofereceu durante cinco anos o curso de Engenharia Ambiental e que a universidade está disposta a firmar parceria com empresas no que diz respeito a pesquisa.
Na prática - Segundo Tarcísio Lira, coordenador geral do Encontro, estudantes de várias cidades dos estados do Maranhão, Ceará, Pernambuco e Pará estiveram presentes no evento. “A cada nova edição uma nova cidade das regiões Norte/Nordeste é escolhida. Desta vez elegemos Marabá pelo momento em que a cidade vive, quando estão sendo implantados grandes projetos aqui”, disse. Para ele, as visitas técnicas à hidrelétrica de Tucuruí e à Sinobras foram uma forma de ambientar os participantes e lhes apresentar dois grandes empreendimentos locais. Além das visitas, aconteceu ainda uma aula de barco pelo rio Tocantins que apresentou a realidade socioambiental do município. Durante o encontro, também aconteceu uma vídeo-conferência com a Universidade da Flórida – FAU, onde alunos e professores deixaram aberta a possibilidade de um intercâmbio entre as duas instituições. (Ascom)

Não sabe o que quer?

Tião Miranda: Depois dos abraços, a defecção
Como prometido ontem, João Carlos Rodrigues conta hoje na sua coluna "Coisas da Política", no jornal Opinião - que vira diário ainda neste primeiro semestre, segundo uma fonte - a saída de Tião do secretariado de Jatene Pescador. Diz ele:
"O deputado Tião Miranda (PTB) não esquentará mesmo a cadeira de secretário de Obras do Estado. Ele entregou o cargo e só está esperando a definição do substituto para deixar a secretaria. Miranda diz que não teria condições de trabalho e deixa o cargo em paz com o governo. Provavelmente, o deputado Joaquim Passarinho, também do PTB, ocupará o cargo."

Falando francamente

Sejam sinceros, meninas:
Sou ou não sou mais bonito do que Giordano Bruno?
É chato...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tião sai, Maurino quer entrar...

Titular do blog Sul do Pará, o jornalista João Carlos Rodrigues diz hoje que Tião Miranda vai mesmo deixar a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop). E promete mais detalhes amanhã na coluna Coisas da Política, no Jornal Opinião.
Outra informação dele é que o ex- prefeito Maurino Magalhães (PR),  entrou hoje, em duas frentes, com recursos jurídicos na tentativa de retornar à prefeitura:
1. Na 23ª Zona Eleitoral, em Marabá, o prefeito ingressou com pedido de retratação da decisão pelo próprio juiz Cristiano Magalhães, que o afastou da prefeitura.
2. Em Belém, o advogado Mauro César Lisboa dos Santos impetrou mandado de segurança, com pedido de liminar, junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
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Pedido de retratação? 

Oxente! E não é que é!?...

Gente, olhaí o que me mandaram sobre este escravo brasileiro:


"PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO

Soares

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, nãotempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele!
Professor marabaense fazendo extra pra pagar as contas