Essa história
de cores para controlar o consumo de
energia (na verdade. para aumentar a tarifa), virou piada.A tarja
juá esteve amarela, azul, vermelha. Agora está laranja.
Daqui a
pouco as contas virão na cor da bandeira do GLBT.quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
A coisa tá feia...

Cidadão filiado a partido
político, conta em site de grupo na internet como anda a “sensação de
insegurança” (“sensação”, é?) em Marabá. Dia desses, ao pagar uma conta de pão,
ele saiu correndo desesperado quando a vendedora lhe perguntou:
- O senhor quer o troco em
bala?
“Já pensou ,disse ele mais
tarde, arriscar milha vida a perder a
vida por causa de trinta centavos?”
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Façam suas apostas. Vai começar o jogo de azar
O estudo das organizações sociais define o partido politico como uma agremiação ou associação estável, apoiada a uma ideologia determinada relacionada entre seus afiliados e seguidores, que aspira assumir em algum momento o poder de uma nação para desenvolver seu programa de governo.
Este, contudo, é apenas o conceito
formal e histórico de partido político e que não contempla as transformações
substanciais que algumas dessas organizações vêm atravessando nos últimos anos.
Hoje, por exemplo, dentro de algumas entidades partidárias, principalmente em
regiões onde o contato humano é mais estreito, é crescente o número de
afiliados de várias legendas com afinidade ideológica para analisar e debater
os problemas que os afetam e às suas comum\idades, em busca de soluções
coletivas.
Uma nova percepção política começou a
agitar, desde ano passado, alguns segmentos locais, de partidos ditos “pequenos”,
que promovem encontros de dezenas defiliados, quase todos ou talvez todos, candidatos ao Legislativo Municipal, para a
troca de experiências e informações. Eles parecem em busca de um denominador
comum para conhecimento mútuo e domínio da variada gama de seus problemas comuns.
E o que mais se destaca nesses
encontros, segundo um participante, é a certeza de que o presente modelo
eleitoral está falido, contaminado pela compra de votos, pelo abandono da
defesa dos interesses da população.
Outro grupo que também começa a
mover-se, embora sem muita convicção, são os chamados candidatos alternativos à
prefeitura municipal. Pelo menos dez deles reuniram-se em meados de janeiro
para sondagem se passiveis alianças. Eles entraram pela noite em meio a cafezinho,
biscoitos, e muita prosa. Cercado de potenciais concorrentes, embora as
convenções ainda devam sacramentar o escolhido de cada sigla, teve participante
que pouco falou, mas saiu rouco de tanto ouvir.
Da parte dos candidatos
públicos e notórios (e bota notório nisso!) a movimentação atende ao lugar
comum das fórmulas sem criatividade. Gasta-se rios de dinheiro com pesquisas
eleitorais que, a rigor, e por serem clandestinas, se prestam apenas à massagem
(ou não) do ego que as custeia.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
SINTEPP denuncia aparelhamento do Estado
Blog do Barata
![]() |
| Alberto Andrade, um dos alvos das denúncias feitas ao Ministério Público... |
![]() |
| ...que também atingem o vereador de Belém Fernando Carneiro, do PSol. |
Com um total estimado de
cerca de 22 mil
associados e uma receita anual calculada em R$ 12 milhões, o Sintepp, o
Sindicato
dos Trabalhadores em Educação Pública
do Estado do Pará, está no epicentro de graves suspeitas
de malversação de seus recursos financeiros e do seu patrimônio pela
atual
diretoria da entidade, em desvios que, se confirmados, resvalam para a
corrupção pura e simples. O estopim do escândalo é uma representação
anônima,
feita ao MPE, Ministério Público do Estado do Pará, elencando um vasto
repertório de denúncias de corrupção, supostamente ocorridas na esteira
do alegado
aparelhamento do sindicato pela APS, Ação Popular Socialista, uma
tendência do
PSol, o Partido Socialismo e Liberdade, na qual pontifica o vereador de
Belém
Fernando Carneiro. A diretoria do Sintepp rebateu parcialmente as
denúncias em
alegações encaminhadas ao MPE, prontamente rebatidas.
O
elenco de denúncias abrigado na representação anônima é devastador e
comprometem visceralmente Conceição Holanda, tesoureira do Sintepp. Ele inclui
de suspeitas de prestações de contas obscuras até concessão de empréstimos valendo-se
de recursos sindicais, ao arrepio da lei, passando por pagamentos indevidos a
diretor da entidade, incluindo Alberto Andrade, o Beto Andrade, vice-diretor
geral. As denúncias ainda incluem despesas não devidamente esclarecidas com
consumo de combustível; utilização de veículos do sindicato em locais
inadequados e em períodos injustificáveis; custeios de diárias, hospedagem e
alimentação não suficientemente justificados; financiamento de campanha
eleitoral do PSol, beneficiando a campanha a deputado estadual do vereador de
Belém Fernando Carneiro. As denúncias ainda mencionam o uso indevido do espaço
físico do Sintepp para fins político-partidários; relações absolutamente
informais com prestadores de serviço, propícias a mascarar desvio de recursos;
pagamento de diárias de hotel, de nomes estranhos ao sindicato, em período que
coincide com a eleição de nova diretoria.
Postado por
Augusto Barata
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18:31
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SINTEPP – O temor de represálias
Na
representação encaminhada ao MPE é sublinhado que as denúncias são de
responsabilidade de “um expressivo grupo de professores, filiados e pertencentes à base da
categoria profissional, que insatisfeitos e duvidosos quanto a condução
administrativa do Sintepp recorreram ao guardião da lei e da moralidade”. Ao
justificar os motivos do anonimato, o “expressivo grupo de professores” é
contundente, atendo-se a constrangedores episódios policiais protagonizados
pelo diretor geral do sindicato, Geraldo Mateus Ferreira, e pela tesoureira,
Conceição Holanda, como ilustrativos do “modus operandi dos diretores do
Sintepp quando contrariados ou questionados”. “Temendo, consequentemente,
represálias que podem acarretar em atentados as nossas integridades físicas e
de familiares, preferimos o anonimato”, fulminam os autores ocultos da
representação. Segundo registros de BOs, boletins de ocorrência, Mateus
Ferreira ameaçou por telefone um ex-funcionário do Sintepp e Conceição Holanda
agrediu um funcionário do sindicato.
Em
off, para não ferir a suscetibilidade de
colegas eventualmente envolvidos no contencioso, três advogados ouvidos pelo Blog do Barata
convergem para conclusões similares. “A representação está bem fundamentada”,
opina um dos advogados, endossado pelos demais. “Algumas das denúncias são
factíveis, não são acusações vagas, enquanto outras dependem de investigações
que o Ministério Público pode implementar”, avalia outro, avalizado pelos
colegas ouvidos. “A representação é trabalho de profissional qualificado; como
evidencia a argumentação exposta para defender, com inegável fundamentação, a
competência do Tribunal de Justiça para julgar o contencioso”, reforça um terceiro advogado,
corroborado pelos dois outros colegas. Os três advogados, também em off, entendem que eventuais lacunas da representação foram
satisfatoriamente supridas no documento no qual os denunciantes rebatem as
alegações da assessoria jurídica do Sintepp.
SINTEPP – Diretores sob suspeita
A
representação, a priori, tisna a
imagem de dirigentes do Sintepp, ao associá-los ao aparelhamento do sindicato
de que é acusada a atual diretoria, com o agravante da suspeita vde que possam
ter coonestado, por atos ou omissões, graves ilícitos. São citados
nominalmente, como militantes do PSol, Mateus Ferreira (diretor geral), Beto Andrade (vice-diretor geral),
Conceição Holanda (tesoureira), Mauro Borges (diretor de. Secretaria), Maurilo Estumano
(diretor de Assuntos. Jurídicos), José Alacid (diretor de Funcionários),
Williams Silva (diretor de Comunicação), Ronaldo Rocha (diretor de Saúde do
Trabalhador) e Edilena Pena (Conselho Fiscal).
Em
seu desdobramento, a representação observa que a filiação partidária, por si
só, não depõe, em tese, contra nenhum dirigente sindical. Mas, aí, faz a
ressalva demolidora: ”Contudo,
sabemos que nem tudo o que é legal implica em ser justo. Deixando sérias
dúvidas e questionamentos quanto ao grau de isenção nas ações administrativas
desses diretores, pois exemplos a nível nacional não nos faltam de partidários
que usam do governo para benefício de suas agremiações políticas (caso
Petrobrás, Mensalão, Simens - Metrô de São Paulo, etc). Logo, tem a vida nos
revelado que é tentadora a relação poder institucional concomitante a ligação
partidária o que quase sempre leva a desvios de condutas, interesses, objetivos
e até a imposição de certo ideologismo”.
Postado por
Augusto Barata
às
18:09
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O revolucionário 7 de janeiro em Belém
Franssinete Florenzano
O
dia 7 de janeiro é emblemático para Belém do Pará. É, talvez, a data
mais marcante de sua história. Marco de movimentos de resistência
indígena, negra e mestiça à opressão portuguesa, durante o período
colonial, de repercussão nacional e internacional, ainda assim pouco é
mencionada, malgrado sua alta importância.
Em
7 de janeiro de 1619, os índios Tupinambá, primeiros habitantes da
região, revoltados pela escravidão a que eram submetidos, atacaram o
Forte do Presépio. Para sufocar o levante, Francisco Caldeira Castelo
Branco, o fundador de Belém, determinou a prisão e morte do cacique
Guaimiaba.
Em
7 de janeiro de 1835, mais de 200 anos depois, a tomada de Belém,
também pelo Forte e o antigo Palácio do Governo, onde hoje funciona o
Museu Histórico do Estado do Pará, marca a Cabanagem. Na noite do Dia de
Reis de 1835, a população saiu às ruas a fim de assistir a uma peça no
Teatro Providência. O presidente da província, Lobo de Souza, estava na
plateia. Enquanto isso, na surdina, os cabanos começaram a ocupar pontos
estratégicos da cidade, com armas nas mãos. A madrugada foi intensa: o
palácio do governo nem chegou a oferecer resistência significativa, no
quartel houve adesão da tropa e o prédio da Maçonaria foi logo
depredado. Alcançado em um terreno baldio quando tentava ir da casa da
amante ao palácio, o presidente Lobo de Souza, o Malhado, foi abatido.
O
senhor de engenho e fazendeiro Félix Clemente Malcher foi, assim,
eleito primeiro governador cabano, tendo Francisco Vinagre como
comandante das armas. O líder Eduardo Angelim recusou os cargos que lhe
foram oferecidos. Mas não tardou para que o moderado Malcher e o
extremado Vinagre se desentendessem. Angelim, preso em um navio de
guerra durante os embates, foi libertado depois da deposição e morte de
Malcher, pelos próprios cabanos, que entregaram o poder ao marechal
Manuel Jorge Rodrigues, enviado pela regência, em 26 de julho.
Mas o marechal mandou prender Francisco Vinagre e mais 300 cabanos.
Angelim fugiu, então, para o interior, e nova fase cobriu Belém de
sangue a partir de 14 de agosto de 1835, durante 11 dias. Angelim, aos
21 anos, se elegeu governador, o terceiro cabano, depois de Francisco
Vinagre.
A
radicalização do movimento, com Belém sitiada, culminou com o saque e o
assassinato da tripulação de um navio inglês, que transportava grande
quantidade de material bélico para um comerciante britânico estabelecido
em Belém, daí que não demorou para três navios de guerra da marinha
inglesa, com bandeira branca hasteada no mastro, aportarem, exigindo o
hasteamento da bandeira britânica no lugar da brasileira, a entrega dos
criminosos à justiça da Inglaterra e a indenização devida à companhia de
navegação.
Angelim atribuiu a responsabilidade pelo pagamento e aplicação da
justiça ao governo brasileiro, o que foi aceito pelo capitão Strong.
Durante
oito meses e dezenove dias os cabanos dominaram Belém, que foi retomada
pelas tropas legais em 12 de maio de 1836. Mas a Cabanagem havia se
espraiado pelo interior, ao longo do caudaloso rio Amazonas. Em cinco
anos de sangrentos combates, cerca de 30 mil pessoas tombaram. Uma
carnificina que ceifou dez por cento da população do Grão Pará e Rio
Negro.
A
Cabanagem, hoje aos 181 anos, merece ser estudada com ênfase nas
escolas parauaras e sua memória preservada. Boa hora para que o Memorial
criado por Oscar Niemeyer, no Entroncamento, seja restaurado e
utilizado de acordo com a sua finalidade.
Efeito de teste nuclear é registrado em Parauapebas
Notícia Sul do Pará

A estação de Boa Vista, a BOAV, foi a que registrou maior intensidade provocada pela onda e o tremos pode estar relacionado com o possível teste com a bomba de hidrogênio.
Segundo o Centro, as estações localizadas nas regiões sul e sudeste, por causa da distância em relação ao ponto da explosão, não ticera.
Informações de Pebinha de Açucar
Rio Arataú transborda e isola municípios da Transamazônica
Rio transbordou na madrugada desta q
Do G1 PA
Os moradores de municípios que ficam ao longo da rodovia Transamazônica estão isolados desde a madrugada desta quarta-feira (6). O rio Arataú transbordou próximo à ponte de Pacajá, no sudeste do Pará, a mesma ponte que desabou no início de dezembro de 2015.
Por causa disso, a população de cidades como Pacajá, Altamira, Brasil Novo, Uruará e Medicilândia estão sem acesso a Belém.
Segundo os moradores, o nível do rio ainda estava baixo quando um desvio foi contruído para resolver o problema do acesso de veículos com a queda da ponte. Porém com as chuvas dos últimos dias, o volume de água aumentou, causando o isolamento de parte da estrada.
A preocupação dos moradores agora é que continue chovendo e o desvio não suporte a pressão da água e acabe cedendo. Uma equipe da Polícia Rodociário Federal já foi enviada ao local.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Racismo na TAM: “Troca de lugar com a feinha (negra) aí”, diz funcionário
negrobelchior
Por Douglas Belchior, com informações dos
coletivos Treme Terra, O Preço, Rua, Sarau AfroBase, Vaidapé
“Vitimistas! Mini Marxistas! Viva Bolsonaro 2018!”, gritaram os passageiros
Na tarde de sábado (19/12) no vôo
TAM-JJ3705 de Brasília para Congonhas-SP, um grupo de jovens artistas sofreram
ofensas racistas por parte de funcionários da TAM que seguiam no vôo como
passageiros. Segundo relato dos artistas, os agressores foram acobertados pelos
comissários de bordo da TAM, receberam privilégios no tratamento dentro do
avião e tiveram sua conduta racista apoiada por parte dos passageiros.
Depois que começaram a vender passagens nas Casas Bahia, ficou foda
andar de avião!”
Os jovens artistas periféricos
voltavam de Brasília, onde participaram da 3° Conferência Nacional da
Juventude, que reuniu por 4 dias cerca de 5 mil jovens de todo o país e onde se
discutiu, entre outras coisas, justamente a problemática da questão racial no
Brasil.
Segundo o relato, um homem branco
teria enviado uma mensagem com teor racista para um colega, também branco,
sentado à algumas poltronas de distância: “Depois
que começaram a vender passagens nas Casas Bahia, ficou foda andar de avião!”
O mesmo homem teria, em uma segunda mensagem ao amigo, escrito: “Pede pra trocar de lugar com a feinha aí”,
referindo-se a uma das jovens negras do grupo.
Pede pra trocar de lugar com a feinha aí”
Os jovens, ao perceber a troca de
mensagens discriminatórias, resolveram tirar satisfações junto ao agressor, que
reafirmou: “Para andar de avião, a pessoa tem que
se comportar direito”.
Com a discussão, os comissários
de bordo intervieram e ameaçaram chamar a Polícia Federal. Os jovens foram
incisivos em concordar que se chamasse a PF, já que estavam sendo vítimas de
racismo, crime inafiançável no Brasil. A tripulação não acionou a polícia,
promoveu mudança de lugares dos agressores e o vôo seguiu. No entanto, durante
a viagem, os jovens perceberam que um dos agressores fora convidado pelos
comissários a conversar separadamente sobre o ocorrido, atrás das cortinas do
serviço de bordo e a discussão recomeçou. “Porque
a tripulação ouve e trata com privilégio os agressores e não os agredidos?”
, questionou o grupo de jovens.
Para andar de avião, a pessoa tem que se comportar direito”
Com a aeronave em solo, já na
chegada à SP, o grupo de artistas resolveu promover uma intervenção artística
ainda dentro do avião, com um recital da poesia “Somos”, de autoria de Juliana
Rodrigues, a Afro Ju, uma das jovens agredidas durante o vôo. Eis que parte dos
passageiros, incomodados com o conteúdo dos versos, passaram a hostilizar o
grupo. “Vitimistas! Mini Marxistas! Viva
Bolsonaro 2018!”, gritaram alguns passageiros,
segundo relatos dos jovens.
Brasileiros pagaram cerca de R$ 2 trilhões em impostos neste ano
O Mocoromngo
O Impostômetro, mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para medir o valor dos tributos [impostos, taxas e contribuições] pagos pelo cidadão brasileiro durante o ano, chegou a R$ 2 trilhões por volta das 11 horas desta quarta-feira (30/12). Segundo a associação, esta foi a primeira vez que a ferramenta atingiu essa marca. No ano passado, o Brasil arrecadou R$ 1,95 trilhão.
“Se fossem melhor aplicados, R$ 2 trilhões em tributos pagos pelas empresas e cidadãos seriam mais do que suficientes para atender às necessidades de todos os brasileiros”, disse Alencar Burti, presidente da associação. “É imprescindível uma reforma tributária no Brasil, que só poderá ser feita se houver solução satisfatória para a crise política, na urgência que o país requer”, opinou.
Com esse valor arrecadado pela União, estados e municípios, daria para se fornecer mais de 14 bilhões de bolsas famílias, adquirir mais de 1,66 bilhões de notebooks, contratar mais de 149,9 milhões de professores do ensino fundamental por ano, construir mais de 21,7 milhões de quilômetros de redes de esgoto ou construir mais de 57,1 milhões de casas populares de 40 metros quadrados, por exemplo.
Ainda segundo a ACSP, os tributos federais representam 65,95% dos R$ 2 trilhões arrecadados este ano, enquanto os estaduais equivalem a 28,47% e os municipais, a 5,58%. Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96% do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e Cofins (10,13%).

Ainda segundo a ACSP, os tributos federais representam 65,95% dos R$ 2 trilhões arrecadados este ano, enquanto os estaduais equivalem a 28,47% e os municipais, a 5,58%. Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96% do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e Cofins (10,13%).

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