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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tiririca e a falsidade ideológica. Só ele?

Reproduzo artigo de Altamiro Borges, publicado em seu blog:

Na semana passada, o Ministério Público Eleitoral de São Paulo denunciou à Justiça, por crime de “falsidade ideológica”, Francisco Everardo dos Santos, vulgo Tiririca, candidato a deputado federal pelo PR. A denúncia foi baseada em entrevista à revista Veja, na qual o humorista disse que declarou à Justiça Eleitoral não ter bens porque colocou todo o seu patrimônio em nome de terceiros, que responde a processos trabalhistas e movidos por sua ex-mulher.
A candidatura do palhaço Tiririca tem causado burburinho. Segundo pesquisa do Datafolha, ele deve ser o deputado mais votado em São Paulo. Sua campanha realmente é exótica. As inserções na televisão são a negação da política. Daí ele estar sofrendo um forte bombardeio da mídia e de muitos candidatos que temem ficar de fora com o fenômeno Tiririca. que o Ministério Público está preocupado com a “falsidade ideológica”, sugiro que ele faça outras denúncias à Justiça:
Outros possíveis criminosos
1. Ele poderia também incluir o presidenciável tucano neste crime. Afinal, José Serra iniciou sua campanha afirmando que seria um “continuador do atual governo”, um “pós-Lula”. Disse que não eraoposição nem situação”. Chegou até a usar uma imagem do presidente no seu programa na televisão. Na sequência, como esta tática não rendeu frutos, Serra partiu para baixaria contra Lula e sua candidata, Dilma Rousseff. Virou porta-voz da direita mais raivosa, fascistóide. Não daria para incluir esta ação, que visa enganar os eleitores, comocrime de falsidade ideológica”?
2. O Ministério Público Eleitoral também poderia investigar vários candidatos demotucanos aos governos estaduais e ao parlamento. Muitos deles evitam colocar em seus materiais de campanha as logomarcas do PSDB ou do DEM e nem sequer citam o nome do presidenciável da coligação. O senador Arthur Virgilio, o mesmo que disse que ia dar “uma surra no Lula”, não mencionou Serra nos primeiros programas na TV. Esta postura mentirosa, de quem teme perder as eleições, também não caracterizaria “crime de falsidade ideológica”, visando ludibriar os eleitores?
3- Por último, o Ministério Público Eleitoral daria enorme contribuição à democracia se também investigasse os “crimes de falsidade ideológica” da chamada grande imprensa. Seus manuais de redação firmam como princípio que será respeitada a pluralidade de opiniões e que os veículos serão pautados pela neutralidade e imparcialidade. Na geral, porém, a maior parte da velha mídia não segue seus manuais. Até as concessionárias públicas, as emissoras de rádio e TV, ferem este princípio. O que se nota é a mais abjeta manipulação, com a mídia assumindo o papel de partido político, de comitê eleitoral do Serra. Além de ferir a Constituição, esta prática não poderia ser qualificada comocrime de falsidade ideológica”, visando manipular os leitores e eleitores?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O bezerro de ouro

Assistindo ao espetáculo que foi a Cavalgada de abertura da Feira Agropecuária de Xinguara, no dia 18 de setembro fiquei impressionado com a grandiosidade do evento, os inúmeros cavalos enfeitados, com seus cavaleiros e amazonas, as carroças, os carros antigos puxados por bois fortíssimos... até uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, com um locutor profissional fazendo uma oração. 
Contemplei a apresentação de várias fazendas, destacadamente, daquelas pertencentes ao “Grupo Quagliato”.
Em primeiro lugar, desfilou a comitiva da Fazenda Rio Vermelho, a qual estava muito bonita, com expressivo numero de animais e trazia uma faixa parabenizando o povo de Xinguara. Naquele momento, lembrei-me de que dentro dessa fazenda existem 2.000 hectares de terra pública pertencente à União Federal, que foram indevidamente apropriados pelo “Grupo Quagliato”. Recordei-me também que este imóvel foi classificado neste ano como improdutivo pelo Incra, não cumprindo a sua função social, diante da existência de 11.000ha sem nenhuma utilização e com desmatamento ilegal, bem como de quantas denúncias de trabalho escravo foram feitas, desde os idos de 1980.
 Em seguida, foi a vez da Fazenda Brasil Verde, igualmente bonita, com belos animais e muitos enfeites, exibindo uma faixa onde dizia:  “Parabéns ao Sindicato Rural”. Esta fazenda também foi alvo de diversas denúncias de trabalho escravo, que deram origem inclusive a processo criminal, que ora tramita na Comissão de Direitos Humanos da OEA.
Logo após estavam ainda a Fazenda Colorado e a Fazenda São Sebastião. Como não me lembrar que a fazenda Colorado também já foi denunciada pela prática de trabalho escravo? E que assim como a Fazenda Rio Vermelho e a Fazenda Brasil Verde já apareceu na “Lista Suja” do Ministério do Trabalho? Esta “lista” relaciona todos os imóveis que foram flagrados escravizando trabalhadores.
Por fim, passou a Fazenda Santa Rosa, com uma grande e bonita comitiva, ocasião em que me veio ocorreu a lembrança de que, assim como a Fazenda Rio Vermelho, este ano também a Fazenda Santa Rosa foi classificada como improdutiva pelo Incra, uma vez que não cumpre a sua função social.  
Tem-se noticia ainda de que em vários imóveis do “Grupo Quagliato” foi verificada a prática de crimes ambientais.
Diante de tudo isso, fiquei refletindo sobre que oração poderia ser feita a Nossa Senhora Aparecida? O “Grupo Quagliato” é riquíssimo, com propriedades no Pará, Goiás e São Paulo, mas de onde vem essa riqueza? Será que a historia desse enriquecimento não teria sido feita com suor e lágrimas do povo? Será que se trata de um enriquecimento realmente justo?
Qual seria o sentido dessa oração a Nossa Senhora? Será que todos esses grandes fazendeiros, membros do Sindicato Rural, rezavam para que esse enriquecimento injusto - segundo o Evangelho - continuasse? Será que nesta região o gado não se tornou também um ídolo como o bezerro de ouro no Livro do Êxodo (Ex, 32,1-8)?
No auge dessa grande festa, em cujo centro está o boi e a riqueza que gera para poucos, tivemos o Evangelho do domingo, 19 de setembro, que falou sobre a parábola de Jesus acerca do “dinheiro injusto”, que por medida de prudência deve ser partilhado (Lc, 16, 9).
Em Santana do Araguaia, na Praça da Bíblia tem uma grande escultura da Bíblia, diante da qual a alguns metros, há uma imensa estátua de um boi. O que escolher: o bezerro de ouro ou a palavra de Deus? O livro do Êxodo, fala que o povo de Deus, na sua caminhada rumo à Terra Prometida, se revoltou contra o Deus que os tinha libertado do Egito porque a Sua Lei – diferente da lei dos homens - era dura demais e por isso passaram a adorar o bezerro de ouro.  
Será que o bezerro de ouro não se tornou hoje também nessa região o deus de muitos? (Frei Henri Burin des Roziers, Advogado da Comissão Pastoral da Terra)

Chega, pelamordedeus!

Residentes na Praça Duque de Caxias e vizinhanças perderam a tranqüilidade. Queixam-se que de seis às seis e meia da manhã ninguém mais consegue dormir ou relaxar por causa da música absurdamente alta que toca sem parar na aparelhagem da catedral, atrás da Câmara de Vereadores.
- E como se não bastasse, a poluição sonora volta a repetir-se das18h00 às 19h30, quando começa a missa. Já pedimos providências à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e o funcionário vem com a conversa fiada de que controle de decibéis em igreja é coisa complicada. A verdade é que ninguém na administração impõe a ordem pública e nós não aguentamos mais.

Terras do Bradesco

Não são só fazendeiros e integrantes de movimentos como o MST que estão envolvidos em conflitos de terra no Sudeste do Pará, diz reportagem do alor Econômico desta segunda-feira (27/09).  No município de Tucuruí, distante três horas de Marabá, o Banco Bradesco tenta fechar um acordo com um grupo de moradores urbanos que ocupou uma parte da Fazenda São Sebastião, de propriedade da instituição.  O Bradesco ingressou na Vara Agrária de Marabá com uma ação de reintegração de posse.  A juíza Cláudia Regina Moreira Favacho Moura tenta solucionar a disputa por meio de uma conciliação.

A Fazenda São Sebastião foi arrematada em um leilão pelo banco em 2008.  Até março de 2009, a área era ocupada por uma imobiliária.  Dias após a saída da empresa, a propriedade foi invadida.  Hoje, há 450 famílias no local.  Uma solução para o problema, segunda a juíza Cláudia Moura, seria a venda de lotes para os moradores.  De acordo com a proposta, a Justiça fixaria o valor dos lotes, em três faixas distintas, conforme a localização do imóvel, que poderia ser pago em prestações mensais.  "Se eu deixar para o banco fixar um valor, ficará muito caro.  Se eu deixar para as famílias, o preço será muito baixo", diz a juíza, ao lembrar que um acordo será benéfico para os dois lados.  A magistrada diz que recentemente fechou um acordo nos mesmos moldes com uma empresa e moradores do município de Eldorado dos Carajás.
Os valores ainda não foram propostos pelo Judiciário, o que será feito a partir de visitas no local com peritos do Incra.  Por enquanto, as negociações são prematuras e longe de uma solução.  "Não podemos fazer a cobrança individualizada, até porque o banco não tem serviço de corretagem.  Vamos ouvir a proposta, mas a situação é muito difícil", diz Carlos Rodrigues Vieira, gerente do Bradesco da agência de Tucuruí.  "Ninguém sabia que o lote era do Bradesco", afirma Jaírson Barrata de Neves, representante da associação de moradores que ocupou o local.  De acordo com ele, todas as famílias que vivem lá são de baixa renda.

Censura não tem fim

Em tese, a censura à imprensa acabou com a extinção da miserável Lei de Imprensa. Só em tese, porque volta e meia tem sempre quem se ponha vetar, impedir, coibir a expressão livre do pensamento ou a divulgação de fatos reais envolvendo autoridades que NÃO estão acima do bem e do mal, muito pelo contrário...  
Veja o exemplo mais recente.
Decisão de um desembargador do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Tocantins proibiu veículos de comunicação de publicar informações que relacionem o governador Carlos Gaguim, candidato à reeleição pelo PMDB, com um suposto esquema de fraudes a licitações, investigado pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo). A liminar dada pelo desembargador Liberato Póvoa nesta sexta-feira (24/9) proíbe também que a imprensa relacione outros integrantes do atual governo com a investigação. Póvoa fixou uma multa de R$ 10 mil por dia em caso de descumprimento da decisão. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, a liminar atende a ação apresentada pela coligação do governador, que argumentou que adversários estavam usando reportagem de uma TV local sobre o caso para atacá-lo na campanha.

Justiça nos trilhos em Marabá

A organização Justiça nos Trilhos esteve em Marabá nos dias 24 e 25, na Universidade Federal do Pará –UFPA, para participar do encontro dos atingidos pela mineração da região sul e sudeste Paraense promovido pelo Movimento Debate e Ação em parceria do Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular (Cepasp), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra- MST e Comissão Pastoral da Terra- CPT.
Na oportunidade, o advogado Danilo Chamma e o padre Dário, representantes da entidade, que lutam contra os danos causados ao meio ambiente e à população pelo modelo de desenvolvimento considerado injusto ao longo da ferrovia da Vale, no corredor Carajás, afirmaram que as pessoas necessitam entender seus direitos para exigi-los perante as imposições da mineradora.
Padre Dário Alertou, “o trem da vale atravessa cidades do Pará e Maranhão carregando 50 milhões de reais diariamente, que nada contribuem para as populações dessas localidades”.
O advogado Danilo Chamma denunciou “a Vale é responsável por uma série de atropelamentos nas ferrovias, em 2007 morreram vinte e quatro pessoas, em 2008, mais nove mortes foram registradas, além de 2860 acidentes ao longo da ferrovia nesses últimos anos”.
A Vale também é acusada pela entidade, de não pagar multas aplicadas pelo IBAMA, além de consumir anualmente 1,2 bilhões de metros cubos de água por ano, correspondente ao consumo médio de 18 milhões de pessoas.
No término das atividades do dia 24, ainda foi apresentada a peça teatral “Que Trem é Esse”, do grupo JUPAZ de Açailândia-MA, enfocando as principais dificuldades enfrentadas pelas cidades que são cortadas pelos trilhos da Vale, ao todo 21 municípios maranhenses e quatro paraenses.  
No dia seguinte, 25, os membros da entidade visitaram os bairros da Coca –Cola, e Km 07, onde foi abordado pelos moradores os entraves causados pela ferrovia, como atropelamento, rachadura das casas e quebra de telhas pela trepidação do trem.
Para a justiça dos trilhos, a Vale teria que indenizar essas comunidades, participar do desenvolvimento dessas cidades e povoados e destinar uma parcela fixa de seus lucros para os atingidos. (Márcio Zonta)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Racha

Por conta de um impasse no julgamento sobre a Lei da Ficha Limpa, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) suspenderam a sessão na madrugada desta sexta-feira (24/9) sem tomar decisão sobre o caso. Segundo a Folha de S.Paulo, depois de dois dias e mais de 15 horas de sessão, terminou em cinco a cinco a análise de um recurso de Joaquim Roriz (PSC) contra decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que vetou sua candidatura ao governo do Distrito Federal. "Vamos esperar para ver o que vamos decidir", disse o presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso. Não há prazo para que o tribunal volte a analisar o recurso, o que poderá acontecer após a nomeação de um novo ministro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou se os atuais membros da corte encontrarem alguma solução para o impasse.
Julgamento suspenso
Com o voto do presidente do STF, ministro Cezar Peluso, o julgamento da Lei Ficha terminou empatado, com cinco votos contra e cinco votos a favor da aplicabilidade da norma para as eleições deste ano. Diante do impasse para decidir qual seria o critério de desempate, os ministros decidiram adiar a sessão, sem previsão de retorno.
Dessa forma, a Corte deixou em aberto o recurso extraordinário de Joaquim Roriz (PSC), que teve a candidatura para governador do Distrito Federal impugnada pela Justiça Eleitoral. O parlamentar “ficha suja”, portanto, continua concorrendo ao cargo até que seja proclamada decisão final sobre o tema.
De acordo com Peluso, “o mais prudente, ainda que tenha seus inconvenientes, a melhor solução é aguardarmos a nomeação do novo ministro, porque não haverá prejuízo a nenhum candidato. O risco é que eles não possam ser diplomados”.
Concordando com a proposta, os demais ministros decidiram adiar a sessão e por fim aos trabalhos após 11 horas de discussão. Agora, a Corte deve esperar a nomeação do presidente Lula para o novo ministro, que ocupará a vaga deixada por Eros Grau, em agosto deste ano.
No entanto, se a indicação não ocorrer antes da diplomação dos candidatos, em janeiro do ano que vem, o colegiado, ainda que incompleto, deverá se reunir novamente para decidir a questão em definitivo.



Leitora vai esperar sentada a decisão do STF sobre a bandidagem política

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Ibope e a paranóia eleitoral

Do blog do Parsifal Pontes, sob o títuloMargem de Erro”. A postagem rendeu, de cara, 27 comentários desancando o Ministério Público, o texto do procurador, os candidatos mais bem posicionados na corrida para o governo do Pará.
Este Estado é politicamente demente!...  

O procurador do Pará, Márcio Vasconcelos, tece o seguinte comentário a respeito da mais recente pesquisa do Ibope:

“No Pará pesquisa sempre errou e o povo na hora de votar não liga para o que pesquisa diz:

1990: o Ibope dizia que o futuro governador seria Xerfan. Ganhou Jader;

1994: o Ibope dizia que Jarbas Passarinho seria o governador e Almir, que era o terceiro na pesquisa, ganhou.

1996: o Ibope dizia que Ramiro Bentes seria o prefeito de Belém. Ganhou o Edmilson que era o quarto na pesquisa.

1998: o Ibope dizia que o Hélio Gueiros podia comprar o terno da posse para o Senado. Ganhou Luis Otávio que um tracinho nas pesquisas.

2002: o Ibope dizia que Ademir Andrade iria para o segundo turno. Não foi e quase a Maria do Carmo, que estava em quarto, se tornava inquilina do Palácio dos Despachos.

2006: o Ibope dizia que Almir Gabriel seria governador de forma consagrada eleito no primeiro turno e quem venceu foi Ana Júlia.

2008: pelo Ibope, Valéria seria a nova prefeita de Belém. Perdeu feio,  e terminou em quarto lugar.”
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Enquanto isso, em Marabá o que temos são práticas antropofágicas e canibalescas entre os próprios candidatos locais e a torcida de cada um deles. Por fora, há mais aventureiros e paraquedistas do que no extinto garimpo de Serra Pelada. 
Grande cidade, a nossa!
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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Time de respeito é prestigiado


O presidente da Federação Norte-riograndense de Futebol (FNF), José Vanildo, é quem virá chefiando, como presidente de honra, a delegação do ABC de Natal na viagem à Marabá), onde o ABC enfrentará o Águia/PA, valendo o acesso à Série B. Vanildo foi convidado pela diretoria alvinegra e aceitou prontamente a missão.
"Será um jogo decisivo para o ABC. O Águia será um adversário dificílimo de ser batido e a presença do presidente José Vanildo chefiando nossa delegação será importantíssima para o Mais Querido alcançar seu objetivo, que é subir para a Série B", comentou o presidente alvinegro, Rubens Guilherme Dantas.
Por outro lado, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou na noite desta terça-feira (21) a tabela da segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C. As datas anteriormente divulgadas para os confrontos entre ABC e Águia de Marabá/PA foram alteradas.
O alvinegro, que enfrentaria o time marabaense pela vaga na Série B, no dia 2 de outubro e no dia 10 de outubro, agora jogará no dia 16 de outubro, às 16h, no estádio Zinho Oliveira, e fará o jogo da volta no dia 24 de outubro, às 10h, no estádio Frasqueirão.
A mudança em relação à tabela original ocorreu devido a possibilidade de televisionamento das partidas.

Espantalhos

Estão assim os canteiros centrais de Marabá 






Canteiros centrais das ruas de Marabá (que são áreas públicas e não deveriam servir para isso) estão cheias de propaganda eleitoral. Algumas das caras remoçadas a photoshop nos despertam a vaga lembrança de já tê-las visto há quatro anos passados e ressurgem agora como fantasmas perdidos no tempo. Outras, de tão estranhas, parecem com extraterrestres capazes de assustar crianças e adultos.

O garimpo é bom. Tem, na opinião deles, pelo menos 132 mil otários que se vendem por qualquer moeda. Um desses garimpeiros-meteoros, vulgo Macarrão, de péssima lembrança em Tailândia (ou sei lá que beira de estrada!), já alugou tantos mercenários travestidos de cabos-eleitorais que sua campanha parece até para governador do Estado, de tão espalhafatosa e cara.