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sábado, 31 de março de 2012

Onde se mexe, parece podre...

No Parsifal Pontes:

Novo líder do DEM no Senado é acusado de receber doação de R$ 1 milhão por fora

agripi
Mal assumiu a liderança do DEM no lugar de Demóstenes Torres, o senador José Agripino Maia (RN), que também é presidente do partido, já virou manchete negativa.
Ao final da tarde de ontem (30) a “Folha” postou em seu portal que o Ministério Público do Rio Grande do Norte encaminhou à Procuradoria Geral da República um depoimento do empreiteiro José Gilmar de Carvalho Lopes, no qual ele afirma que Agripino teria recebido R$ 1 milhão em dinheiro “vivo” para a campanha de 2010.
> Ele nega
O senador nega a denúncia e alega que José Lopes já mudou o depoimento, alegando que o fez sob pressão psicológica e efeitos de sedativos, quando foi preso na “Operação Sinal Fechado”, que desbaratou uma quadrilha que monopolizava as inspeções veiculares no Rio Grande do Norte o que, segundo a PF, renderia cerca de R$ 1 bilhão aos acusados.
A processo corre em segredo de justiça, mas foi vazado à imprensa por algum amigo de Demóstenes, para não deixa-lo sozinho no Sol quente.

Estado negocia terras a preço vil com grupo Opportunity


O Estado do Pará, que deveria reaver e retomar as áreas públicas, correspondente às fazendas Espírito Santo e Mundo Novo, localizadas no Sul do Para, que foram ilegalmente destacadas do Estado, está vendendo essas terras a preço de irrisório, bem abaixo do valor de mercado, dilapidando o próprio patrimônio. E isso, através de acordos com integrantes da família Mutran, de Belém, e o grupo Santa Bárbara, de Daniel Dantas, segundo denunciam em nota pública a Comissão Pastoral da Terra de Xinguara, Sul do Pará, e Comissão Pastoral da Terra de Marabá, Sudeste do Pará.
Segundo a nota, em 09 de junho 2010, o Estado do Pará ingressou com Ações Civis Públicas perante a Vara Agrária de Redenção, para reaver essas terras do Estado, contra Benedito Mutran Filho, Cláudia Dacier Lobato Prantera Mutran, Alcobaça Participações Ltda e Agropecuária Santa Bárbara Xinguara S/A, esta pertencente ao grupo Opportunity, que tem como um de seus sócios o banqueiro Daniel Dantas. Em razão dessas ações, essas áreas estão com os suas matriculas bloqueadas no cartório de registro de imóveis de Xinguara.
Essas terras foram concedidas no final da década de 50 à família Mutran, por aforamento, isto é, para coleta de castanha-do-Pará, onde o Estado permitia a exploração da castanha, sem contudo transferi-la do patrimônio público ao privado.
Entretanto, esta atividade original do aforamento, a extração de castanha-do-pará, foi deixada de lado, sem a autorização do Estado, para a atividade pecuária, inclusive com desmatamento de grande parte das áreas e exploração de madeira.
Benedito Mutran Filho, antes mesmo de obter o ato de alienação definitiva dessas fazendas, o que supostamente ocorreu no dia 28 de dezembro de 2006, fez contratos de promessa de compra e venda dos imóveis em 09 de setembro de 2005 às empresas Santa Bárbara e Alcobaça. Na época, o ato de alienação concedido pelo Iterpa em favor de Benedito Mutran Filho foi realizado sem qualquer autorização do chefe do Poder Executivo, o Governador, o que caracteriza a sua nulidade.
O que é muito mais grave é que, apesar de ter sido o próprio Estado do Pará quem ingressou com as ações para reaver essas terras públicas, este mesmo Estado firmou acordo com Benedito Mutran nos processos, para vender as mesmas a um valor muito abaixo do valor de mercado, a preço de “banana”, chegando a ser até mais de 13 vezes menor que o valor que elas realmente valiam. Por exemplo, a fazenda Mundo Novo que o Estado do Pará vendeu no acordo a Benedito Mutran pelo valor aproximado de R$ 400.000,00, foi vendida pelo mesmo Mutran ao Grupo Santa Bárbara por mais de R$ 5 milhões. Valor esse que chega a ser 13 vezes maior do que o Estado do Pará vendeu.
Não bastassem essas gravíssimas ilegalidades e irregularidades, os Procuradores do Estado do Pará estão prevendo no acordo, honorários de R$ 100.000,00 (cem mil reais) para sua Associação particular, portanto se beneficiando pessoalmente com o acordo.
O que o Estado do Pará ganha em vender suas terras a preço tão irrisório? O acordo já foi celebrado, faltando apenas o juiz da Vara Agrária de Redenção homologar.
Diante disso, para preservar o interesse e o patrimônio público exige-se:
1. A não homologação do acordo pelo poder judiciário, vez que assim o fazendo, o judiciário estaria sendo conivente com as ilegalidades e irregularidades dos processos.
2. A atuação do Ministério Público Estadual e Federal que deve agir de maneira exemplar para zelar pelo patrimônio público e investigar e denunciar as ilegalidades do processo.

PT + ladrões Metralha = Petralha

As peraltices praticadas em seu nome por filiados levou o PT a se tornar verbete na mais nova edição do Grande Dicionário Sacconi, professor Luiz Antônio Sacconi lançado em janeiro deste ano e recentemente atualizado.
A palavra “petralha”, criado pelo jornalista Reinaldo Azevedo, da Veja.com, para se referir aos políticos e simpatizantes do PT que estivessem envolvidos em casos de corrupção, no dicionário tem sentido amplamente pejorativo: “Que ou pessoa que, sem nenhum escrúpulo, não vacila em cometer todo e qualquer ato marginal à lei, como usurpar, mentir, extorquir, ameaçar, chantagear, roubar, corromper, ou que defende com ardor ladrões, corruptos, usurpadores, mentirosos, cínicos, extorsionários, chantagistas, etc. que, porém, posam de gente honesta e defensores intransigentes da ética”.
Para creditar a criação da palavra ao jornalista da Veja, o Dicionário Sacconi publica que Azevedo fez a junção de “petista” – em referência aos integrantes inescrupulosos da legenda – com “Irmãos Metralha” – gêmeos (criminosos e atrapalhados) que estão presentes em histórias em quadrinhos e animações produzidas pela Disney. O dicionário cita, além dos créditos ao surgimento do neologismo, que existem as categorias “jornalista petralha” e “jornaleco petralha”.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Será que vai?

Leia a manchete principal:
"Chineses ainda aguardam visita 
do melhor prefeito do mundo"

Gosta de chocolate?



As primeiras impressões que envolvem qualquer pessoa que descubra a Moka Doces Finos (Amazônia Cacau) são o extremo bom gosto e a sensação de espaço aconchegante. Depois, avultam o olfato e o paladar os sabores das barrinhas de chocolate (amargo, meio amargo e ao leite), trufas, e bombons recheados com os mais deliciosos doces de frutas amazônicas.
Quando você for lá, peça uma xícara de café orgânico expresso com grãos moídos na hora, ou do delicioso chocolate quente a 90 graus. Inesquecíveis!
Para a Páscoa 2012, Moka e Markus já colocam no mercado produtos diferenciados e exclusivos. São inovações como “Cup Cake Coelhinho”, “Ovo Fashion”, “Cenourinha de Páscoa” e “Coelhito”, que vão fazer a diferença durante a festividade. Tudo isso com embalagens temáticas à disposição. Visite o site amazoniacacau.com.br e o blog amazoniacacau.wordpress.com
Depois vá lá! Aberta diariamente das 10 às 19:30h, inclusive aos domingos, a “Moka Doces Finos” está na Folha 27 Quadra 07 Lotes C e D, em frente ao restaurante “Quero Mais”.


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O chocolate da Moka é tão bom, que até ganhou esta propaganda.
De graça, 

Maiores de 60 anos livres de reajuste de plano de saúde


A operadora de plano de saúde Unimed foi proibida de reajustar as mensalidades dos clientes com idade igual ou superior a 60 anos. A sentença que impede a correção foi decidida ontem pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar um recurso feito pela Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A decisão abre precedência favorável em processos semelhantes contra outros planos.
Relatora da processo, ministra Fátima Nancy Andrighi observou ilegalidade do plano ao promover os reajustes que seriam contrários ao que estabelece o Estatuto do Idoso. A deputada Cidinha Campos (PDT), presidente da comissão, comemorou a sentença. “A decisão do STJ acaba com uma prática abusiva das operadoras de planos de saúde de reajustar mensalidades dos idosos”, observa. Para ela, os maiores de 60 anos eram lesados e desrespeitados com os aumentos. -“Na hora em que mais precisam de atendimento médico compatível com suas condições financeiras, acabam se deparando com aumentos de planos que inviabilizam a continuidade do pagamento”, afirmou.
Por meio de nota oficial, a Unimed se nega a entrar em detalhes sobre ações judiciais, afirmando que irá falar somente perante à Justiça sobre a sentença do STJ. “Este é um tema controverso, motivo de decisões envolvendo diversas operadoras. Vale ressaltar que a Unimed-Rio segue integralmente os mecanismos de reajustes de planos do setor, regulados pela ANS, inclusive no caso de idosos”, alega. “A cooperativa não discute decisões da Justiça, as cumpre. Se for o caso, quando for oportuno, o tema será discutido em âmbito judicial”, diz a nota. (O Dia Online)

Homenagem: O humor intrigante de Millôr

Humorista e escritor morreu no dia 28 de março, aos 88 anos
Millôr, na verdade, deveria ter sido Milton. O nome desejado pela mãe e o pai foi escrito errado na certidão de nascimento: onde deveria estar Milton, lia-se “Millôr” (o corte da letra “t” confundia-se com um acento circunflexo, e o “n” com um “r”). Décadas mais tarde, lançou um livro inteiro apenas com variações visuais em torno de sua assinatura. O livro, claro, era uma forma de questionar sua própria trajetória pela condição do próprio nome. Afinal, o que há num nome? Millôr teria sido um artista completamente diferente não fosse o erro do escrivão?
Leia também: Escritor Millôr Fernandes morre aos 88 anos no Rio
Talvez um convencional “Milton Fernandes” não tivesse o senso de humor perplexo de um nome estranho como Millôr, aquele crítico mordaz, ao mesmo tempo, incisivo e intrigante, que a gente nunca sabia se atirava para a direita ou para esquerda. Mesmo em épocas de simplismos ideológicos, nas quais cada um brigava em seu campo, o independente Millôr nunca se deixou levar por proselitismos – enquanto um Milton talvez não tivesse resistido à tentação.
Na verdade, em vez de tomar partidos, Millôr sabia das dificuldades em exercer a liberdade individual num mundo onde todos vivem como cães adestrados, que se matam sem razão por slogans ilusórios. “Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim”, dizia um de seus aforismos mais famosos. No fundo, somos todos impotentes diante de nossas prisões. A única forma de libertação se dá pelo absurdo do humor, a capacidade do ser humano em brincar com sua própria condição.
“Sempre vivi, continuo vivendo, e espero viver sempre sob ditadura com suas várias grifes. É muito divertido”, disse ele certa vez.
Millôr, no entanto, não era o que se podia chamar de niilista, amargurado ou descrente (“Acreditar que não acreditamos em nada é crer na crença do descrer”, dizia outro famoso aforismo). Sua crença era no humor, mas não qualquer humor – um humor movediço, cheio de curvas, escorregadio como um peixe que sempre escapa de nossas mãos. Um humor “Millôr”. Bendito escrivão! (Opinião e Notícia)

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Poema enviado pelo jornalista Léo Gomes:

Poeminha Última Vontade

Enterrem meu corpo em qualquer lugar.
Que não seja, porém, um cemitério.
De preferência, mata;
Na Gávea, na Tijuca, em Jacarepaguá.
Na tumba, em letras fundas,
Que o tempo não destrua,
Meu nome gravado claramente.
De modo que, um dia,
Um casal desgarrado
Em busca de sossego
Ou de saciedade solitária,
Me descubra entre folhas,
Detritos vegetais,
Cheiros de bichos mortos
(Como eu).
E, como uma longa árvore desgalhada
Levantou um pouco a laje do meu túmulo
Com a raiz poderosa,
Haja a vaga impressão
De que não estou na morada.

Não sairei, prometo.
Estarei fenecendo normalmente
Em meu canteiro final.
E o casal repetirá meu nome,
Sem saber quem eu fui,
E se irá embora,
Preso à angústia infinita
Do ser e do não ser.
Sol e chuva ocasionais,
Estes sim, imortais.
Até que um dia, de mim caia a semente
De onde há de brotar a flor
Que eu peço que se chame
Papáverum Millôr

Millôr Fernandes – 1.6.1992

Ainda não tem um? Tô vendendo o meu baratim baratim...


Fábrica de Anjos ou Casa dos Horrores?

A ilustração - espetacular! - é de Pedro Netto, d'O Resto do Iceberg.
 O texto é emprestado do Diário do Pará  
Outro bebê morre no hospital municipal
Depois de alguns meses sem registrar ocorrências graves, o Hospital Materno Infantil (HMI) de Marabá voltou a ser palco de tragédia. Na madrugada de ontem, mais uma criança morreu, um bebê gêmeo de 3 quilos. A outra criança, de 2,65 quilos, está internada em estado grave no Hospital Regional, enquanto a mãe, Tereza Carosi, permanece internada ontem, tomando sangue, já que sofreu hemorragia. A família alega que a morte foi provocada por descaso do HMI.
Amiga da família, a advogada Adelaide Vieira acompanhou o sofrimento da mãe dos gêmeos desde que ela chegou ao Materno Infantil, por volta da meia-noite, após ter estourado a bolsa. Ela relata que Tereza só foi atendida por volta das 5h40, horário em que o anestesista chegou ao hospital.
Segundo Adelaide, houve uma sucessão de descasos com a paciente, a começar pelo médico com quem ela fez o pré-natal, que deveria ter avisado ao HMI que Tereza tinha de passar por uma cesariana, já que sua gravidez era de risco, pois ela tem 41 anos de idade, e não tinha condição de ter um parto normal. Só que ninguém avisou.
Já no hospital, os médicos que estavam de plantão se recusaram a fazer a cesariana e Tereza enfrentou longas cinco horas de calvário, sentindo dores e uma enorme pressão, a ponto de sofrer uma ruptura de útero.
Enquanto isso, na portaria do hospital, Adelaide não recebia qualquer informação sobre a amiga. Somente às 4h30 da manhã uma funcionária do hospital informou que Tereza ainda não tinha sido operada, levando a amiga ao desespero, já que ela sabia que a situação da gestante era seríssima.
Tereza só foi atendida quando disse para a enfermeira de plantão que os dois bebês tinham parado de se mexer, já por volta das 5 horas da manhã. Depois disso, ela ainda esperou por 40 minutos até a chegada do anestesista.
A advogada afirma que vai até as últimas consequências para que essa situação não fique impune. Ela ficou de registrar ocorrência policial, pedir a necropsia no Instituto Médico Legal (IML) e oferecer denúncia na Justiça.
Muito emocionada, desabafou: “Isto é erro médico e negligência. É uma lástima o que aconteceu, é o fim do mundo. É isso que eu tenho a dizer, com muita dor no coração”.
Até o final da tarde de ontem, a Secretaria Municipal de Saúde de Marabá ainda não havia se pronunciado oficialmente, mas o chefe de gabinete da Prefeitura de Marabá, Dacivan Ramos, confirmou que será aberta uma sindicância para apurar o fato. Depois disso, será divulgada uma nota de esclarecimento. (Diário do Pará)

terça-feira, 27 de março de 2012

Premiação


Médico Jorge Bichara, presidente da Unimed Sul do Pará


A Unimed Sul do Pará é uma das 15 melhores empresas para se trabalhar neste Estado.
A avaliação é da Gestor Consultoria, em parceria com o jornal Diário do Pará, é a segunda vez sucessiva que a cooperativa médica sediada em Marabá conquista lugar de destaque nesta premiação.
O médico Jorge Bichara, presidente; o gerente-geral Eugênio Alegretti, e a gerente administrativa Andréia Alzira da Silva embarcaram esta tarde para Belém, onde a cerimônia de entrega dos troféus acontece em noite de gala, hoje, na Estação das Docas.